sábado, 12 de novembro de 2022

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 Estudo, à luz da razão, sobre a água na Terra, tomando como laboratório de análise a Região Nordeste Brasileiro,










com mais de 1,5 milhões de quilômetros quadrados, com 9 sub-regiões individualizadas geográfica e ecologicamente, física e biologicamente; O Estudo é desenvolvido a partir de documento desta mesma Fonte, dividido em capítulos e parágrafos, numerados e destacados, comentados passo a passo, com a preocupação de que um analista deste Trabalho de educação ambiental possa acompanhar o enfoque, sem a necessidade de uma formação nesse campo; Entenda-se que Educação ambiental deve ser parte da cultura, intelectualidade de todas as pessoas; 1) Título: ÁGUA NA REGIÃO NORDESTE; -Trata-se especificamente da água doce das chuvas que gera e mantém a vida nas terras emersas, particularmente na Região Nordeste; 2)A ÁGUA NO PLANETA TERRA É PARTE DA VIDA TAMBÉM NO NORDESTE BRASILEIRO; EIS O PROBLEMA - a seca nordestina, que como veremos é cultural; EIS A SOLUÇÃO - solução científica em que aborda-se, neste texto, com objetividade e precisão, ideias inéditas na literatura ambiental brasileira, aplicadas na prática no semiárido, registradas em textos e imagens, e amplamente divulgadas, ao longo de 20 anos, no Brasil, principalmente com órgãos do Governo Federal e comunidade científica envolvida com essa causa; 3)SÓ ASSIM O NORDESTE TEM JEITO E PODE DÁ CERTO. - a frase não é uma crítica gratuita, mas uma forma de atrair a atenção do analista deste trabalho para uma realidade comparativa entre a secular indústria da seca nordestina, e a disponibilidade de recursos ambientais e técnicos, no Nordeste, que clara e evidentemente descreditam, NEGAM a seca como escassez de chuvas, escassez de água doce no estado líquido para se produzir alimentos - agropecuária e para o abastecimento urbano, doméstico; 4)COMO, QUANDO E PORQUE. COMO a seca será abordada cientificamente com exemplos comparativos; QUANDO: agora, por intermédio deste e outros textos,e fotografias já expostas, com muita propriedade, neste dsoriedem.blogspot. PORQUE é urgente e necessária a apresentação deste material: a seca nordestina tem a idade da exploração do Brasil pelos portugueses - 512 anos; antes dos portugueses ocuparem o Brasil já existiam o índios, vivendo inclusive na área chamada de semiárido, quando não existia açude, barragens, cisternas, poços artesianos, todos se reproduzindo normalmente, alimentando-se , bebendo água doce; a primeira seca registrada pelos portugueses foi em 1.506, "por ouvir dizer" no sertão que eles não conheciam; o Brasil foi "descoberto" na zona da mata nordestina; O Nordeste é o berço do Brasil que sustentou política, econômica e culturalmente a colônia durante mais de 200 anos; O Nordeste que tem 3 sub-regiões que somam 630.000km², maior que a Região Sul do Brasil, onde jamais faltou chuva para se produzir alimentos e para o abastecimento urbano, que no século XVI tinha uma área maior que 1.000.000.km² corroída pela agropecuária paleolítica, irresponsável, descomprometida com a vida, praticada pelo português medieval, junto com seu escravo africano da pedra polida, e por vezes com o índio da pedra lascada, que nunca foi agricultor e seguiu, por aprendizagem, o modo degradante do opressor português; Se não bastasse essa mesclagem tecnológica destrutiva, o português que veio para o Brasil era degredado ou aventureiro, irresponsável, depravado, arrogante; o escravo africano trazido de sua terra, à ferro, nos navios, eram escravos culturais na sua própria terra, vendidos por seus senhores africanos, são "moleques", exibicionistas, preguiçosos; o índio local, o mais culturalmente atrasado, arredio, incapaz de tomar qualquer iniciativa para melhorar o seu milenar ambiente, consumista, desprovido de senso de responsabilidade. Os cientistas trazidos pelos portugueses para estudar o Brasil raramente se aventuravam a sair do litoral; os estudiosos trazidos para o Nordeste no Brasil Holandês permaneceram no litoral; os brasileiros que saíram do Brasil para estudar na Europa repetiam a desinformação, já que pouco ou nada sabiam da área chamada sertão nordestino; a Literatura ambiental brasileira, copiada da literatura USA em 1.992 é absolutamente nociva ao ambiente e à vida estabelecida no Brasil; Nosso Sol é o mesmo dos EEUU, todavia a luz solar incidente e refletida em cada centímetro quadrado do BR "sui generis"; A atmosfera é diferente no tempo e no espaço, o vento é diferente, os solos são diferentes; a água não é a mesma, a fauna e a flora são exclusivas; o idioma inglês tem origem no grego, o português tem origem no latim; A frase "meio ambiente" é uma agressão à língua portuguesa; " Ambiente" não funciona como adjetivo na língua portuguesa embora a gramática portuguesa dê esse falso testemunho; O adjetivo é AMBIENTAL : educação ambiental, temperatura ambiental, Meio Ambiental; se não bastasse tamanho absurdo intelectual, a Constituição BR de 88, a mais recente, em retalho, afirma no artigo 225: meio ambiente é um bem público para o uso público; entende que "público" significa gente, povo, um membro do Reino animal que para Mãe Natureza deveria ser agente de TRANSFORMAÇÃO", OU SEJA, UTILIZAR; Por inocência, ignorância diz-se USAR a água, usar o solo, usar a vida; Transformar é UTILIZAR; USAR é consumir, gastar, destruir, na prática e na teoria; Estas informação, reais, incontestáveis são absolutamente estranhas para toda comunidade científica brasileira; Continua...

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