quinta-feira, 27 de março de 2025

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Na caixa que armazena o lixo-líquido do poço tubular está escrito: Governo do Rio Grande do Norte, "programa água boa"; como se pode observar até na propaganda do governo é tudo falso, estupidez; para as pessoas de outros países que tem acesso a esse Trabalho; o Estado é no Nordeste, e não no Norte; o rio que dar o nome ao Estado é  rio Potengi, rio morto, totalmente abandonado nos seus 176km que nasce no sertão e tem a foz  em Natal-RN, uma verdadeira fossa à céu aberto. Quando à água boa, na realidade é fator de destruição do ambiente, e apesar do Homem local beber outros lixos, exala um odor característico das praias, e mesmo que o lixo seja menos salgado do que no Mar, o sal (como veremos a seguir) se distribui em cima da terra,  que o Sol intenso  força a evaporação, agredindo a respiração. Do lado vendo-se uma casinha de alvenaria com as paredes destruídas pelo SAL que circula no ambiente.

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Temos insistido em focalizar o cacto mandacaru ou cardeiro no semiárido NE por que essa planta deve desaparecer, na área, até 2.050; não por um fenômeno natural, não por que a oferta de chuvas está diminuindo, ou que a Luz do Sol está mais agressiva (em desequilíbrio) no semiárido; é que o pecuarista NE está usando o cardeiro como única opção para (supostamente) alimentar o gado; o cardeiro está sendo cortado(galhos) todos os anos com essa finalidade; Mesmo chovendo 800mm (800L/m²) no semiárido ( o que deixaria de ser semiárido) o verão, sem chuvas, não é menor que 8 meses; neste caso o pasto do gado seca, morre, 60 dias após a ultima chuva do ano, o que significa 6 meses sem pasto natural para o gado; Aí o pecuarista planta capins nas vazantes do açude, que é a área que surge á medida que a represa vai secando, baixando, deixando um terreno úmido capaz de manter o capim verde por algum tempo; esse capim morre, seca, e o homem vai plantando, acompanhando o recuo da água na direção da parede do açude; O semiárido nordestino de 890.000 km² tem mais de 100 mil açudes com capacidade de armazenar(cada um) mais de 10 milhões de metros cúbicos, mas 80% da água armazenada (a céu aberto) desaparece: evaporação, extraída pelo vento seco, sugado pela terra seca em torno da represa do açude; os açudes menores não tem condições de se manter com água  até que venha o inverno do ano seguinte; As dimensões de um açude dependem da oferta de chuvas e da bacia hidrográfica do rio ou riachos que o abastecem; não é uma escolha arbitrária; os açudes só tomam água, durante o ano, se a oferta de chuvas for maior que 400L/m², e só enchem (e sangram) se a oferta de chuvas for maior que 800L/m²/ano, no tempo de La ñina; outro consequência que inviabiliza a açudagem como suposta solução para a seca NE, é que na água parada (durante dezenas de meses) há muita matéria orgânica (animal e vegetal) decomposta, grande concentração e variedade de microrganismos, inclusive algas, que transformam os açudes em depósitos de lixo-líquido danosos a todas as formas de vida, inclusive dos peixes, sapos; embora a comunidade científica ainda não se tenha dado conta, no açude é produzido gases voláteis altamente tóxicos, inclusive o metano.
Com relação ao cacto da fotografia, verifica-se que apesar de metade do corpo está morrendo (cor cinza, sem clorofila), a parte viva, verde, se aventurou em botar duas flores, que certamente não vingarão, ou seja. não se converterão em chuvas se não chover nos próximos 20 dias (10-03-2.013).

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 Transposição de  2% da água do rio São Francisco para 10% do semiárido NE; o projeto da “torre de babel” da Babilônia se repete no BR.
(Transcrito de alguma página, entre tantas outras que tratam dessa mentira científica na Internet); Este assunto é muito importante para todo o Brasil já que essa COISA vem sendo executada desde o Governo Lula, e continua o desperdício de dinheiro público no atual governo (Dilma).
No compromisso com a verdade científica, vamos comentar cada item ou parágrafo desta reportagem  extraída da internet, em letras maiúsculas

A ideia da transposição vem desde 1886, proposta pelo engenheiro Tristão Alencar de Lima, abandonada por dificuldade técnicas a elevação das águas para transpor a chapada do Araripe. EM 1.886  A VAZÃO DE ÁGUA DO RSF ERA DE 3.200M³ POR SEGUNDO; HOJE, 1.500m³/segundo. O atual projeto constará de duas tomadas de água para abastecer o eixo Norte para transportar água para o rio Brígida em Pernambuco, E DE LÁ PARA O Jaguaribe no Ceará, Apodi e Piranhas-Açu no Rio Grande do Norte, e Piranhas na Paraíba, TODOS TEMPORÁRIOS OU SECOS. No Eixo leste a captação será na barragem de Itaparica para levar água para as bacias do rio Moxotó em Pernambuco  e Rio Paraíba na Paraíba. TOMADAS  DE ÁGUA A MAIS DE 500KM DA FOZ DO RSF. Haverá a possibilidade  de transportar água para o agreste pernambucano em mais uma modificação do projeto inicial, proposta pelo governo de Pernambuco, podendo levar essa água a regiões de solo fértil (E SECO?) do Semiárido pernambucano. A área utilizada será de 750 km²(NO PAPEL)  alcançando 34 municípios do Nordeste Setentrional, canais, barragens de regulação, estações elevatórias, usinas hidroelétricas, obras de drenagem, redes de distribuição de energia elétrica, instalações de bombeamento, 591 km de canais (ABERTOS,c om evaporação e sujeira) 30 km de aquedutos, 22 km de túneis, 25 reservatórios, 5 km de adutoras, com previsão de 18 anos para terminar. A primeira fase terminará em quatro anos e cada modulo será implantado quando a demanda suplante 50% da vazão de projeto.
O que nos preocupa nesse projeto é :
  1. O uso de canais- A adoção do uso de canais nos países pioneiros, no uso da irrigação como a Índia e a China, hoje estão as voltas com problemas do uso racional das águas, promovendo projetos que incluem  retificação e revestimento dos canais para diminuir as perdas com infiltração que aumenta 3,5 vezes em terrenos de aluvião.
  2. Perda total de água- No Projeto São Francisco estimou-se as perdas em percentuais muito baixos de 4% (UMA FARSA) sabendo-se que na região Nordeste as perdas por evapotranspiração alcançam níveis muito altos de 2000 mm ano além das perdas por infiltração nas bacias dos rios perenizados. A quantidade de água que vai entrar numa ponta em que condições de qualidade e volume chegará á outra ponta em um sistema aberto?
  3. Poluição- Os nossos rios e barragens se transformaram em verdadeiras cloacas a qualidade da água( O RIO SÃO FRANCISCO RECEBE DAS CIDADES E VILAS RIBEIRINHAS UM VOLUME DE ESGOTOS E LIXO SÓLIDO QUE CHEGA A 1/8 DA VAZÃO NO TEMPO DA SECA DO RIO) que chega às estações de tratamento (NÃO HÁ TRATAMENTO) tem piorado principalmente nos períodos de estiagem. Como se vai cuidar das águas através de canais e rios perenizados? Será que a tradição mundial  vai desaparecer no nosso projeto de transposição? Dados da ONU dizem que nos países de terceiro mundo cada dez litros de água jogadas no rio 9 são de esgotos não tratados e metade dos rios no mundo estão poluídos.
  4. Burocratização- Em um projeto dessa magnitude multidisciplinar os executores usaram consultorias ignorando as comunidades científicas e tecnológicas do país e do estrangeiro( NO BRASIL é UM BANDO DE MALUCOS, sem meta, sem rumo na obra)  que não estão fazendo a China e a Índia. Aqui existem universidades e instituições com recursos humanos e laboratórios nas áreas de Geoprocessamento, Geomorfologia, Geologia, processamento de dados, Engenharia Civil, irrigação piscicultura e outros. Ignorou a experiência de outros países que usaram modelos semelhantes como: O aqueduto Tjao Segura na Espanha- O projeto não conseguiu o objetivo principal e induziu uma demanda maior de água, necessitando novos projetos de transposição a serem construídos. Apresentou problemas de salinização nos solos irrigados(TODA AGRICULTURA IRRIGADA JUNTO AO RSF HÁ MAIS DE 10 ANOS CRIOU SALITRE NO SOLO, SAL NA ÁGUA) Projeto Chavimochic no Peru- Retira água no rio Santa, com uma vazão média de 130 m³/s nos canais e adutoras. Existem graves problemas de salinização do solo e de manejo da irrigação, pois não foi elaborado um plano de irrigação e cultivo na região, como é o caso do nosso projeto não existem planos de irrigação. Problemas financeiros de auto sustentação, a tarifa paga não é suficiente para a amortização dos investimentos e manutenção. Colorado Big Thompson,  canal nos EUA, construído em 1938 ligando o rio Colorado ao rio Big Thompson. Apresentou problemas de conflitos sobre o direito das águas entre estados de fronteira e problemas técnicos de introdução de poluentes  e outros contaminantes nos reservatórios da bacia receptora.
  5. O estado da arte- Aponta para a experiência de Israel (Dov Sitton, Desarollo de lãs fuentes hídricas), onde abandonaram o transporte de água por meio de canais pelas tubulações de alta pressão permitindo o abastecimento uniforme e ininterrupto em lugares distantes. A alta pressão torna possível irrigar por aspersores em lugar da irrigação por inundação.  Incorporação de tanques de concreto e dos depósitos abertos para constante abastecimento de água. A água é bombeada a noite onde a energia é mais barata.
  6. Análise Comparativa- Vantagens do modelo israelense - Evita-se a salinização, poluição e as perdas. Uniformiza-se a distribuição, chegando água para todos até o final da linha, permitindo melhor gerenciamento para uso humano e animal, irrigação e industrial ( MAIS UMA CONVERSA FIADA). Localiza-se o impacto ambiental no caso do São Francisco às margens da bacia nos últimos 15% do percurso do rio até o mar. As águas serão canalizadas para os polos de consumo(CONSUMIR=GASTAR=USAR=DESTRUIR) humano, podendo-se fazer derivações para regiões propicias à agricultura irrigada.
  7. Revitalização-É preciso lembrar que viemos acordar para o problema do racional, ou seja, a otimização do uso das águas do São Francisco quando 75% já estavam comprometidos  na geração de energia e a vazão diminuída pelo uso predatório do manancial, suas matas ciliares( E DOS AFLUENTES). Há quanto tempo se clama pelo socorro ao velho Chico? Estamos jogando um fardo pesado ao seu combalido ecossistema, quando apresenta sinais evidentes de exaustão. É preciso aplicar uma terapia intensiva de revitalização antes que aconteça o inevitável. Combater o desmatamento para a fabricação do carvão vegetal usado na fabricação do ferro guza. Restituir-lhe suas matas ciliares para barrar seu assoreamento. Revitalizar seus afluentes, alguns já morreram. O projeto São Francisco prevê a construção de barragens nos seus afluentes em Minas Gerais a fim de regularizar suas vasões e gerar energia. A possibilidade da interligação das bacias do São Francisco e do rio Tocantins é uma necessidade evidente, e fica claro que a vazão do São Francisco não é suficiente para abastecer o consumo humano irrigação e indústria de todo o Nordeste, para um futuro desenvolvimento dessa região. João Suassuna pesquisador da FUNDAJ aponta para a falha tectônica no estado de Tocantins nas lagoas de Jalapão e Veredão como uma possível local para transposição do Tocantins para o rio São Francisco.
8.      Panorama Global-A água doce é um bem escasso no mundo( NO RSF ALÉM DA CONTAMINAÇÃO DO LIXO, ESGOTOS, CADA LITRO TEM DE 9 GRAMAS DE ARGILA POR CONTA DA AGRICULTURA) do total da água 97 %  (??????) estão nos oceanos, 2% nas calotas polares e 1% da água doce nem toda é  potável , há quem estime  que O Brasil detém 12% da água doce disponível  no mundo, sendo 3% no nordeste e 80% na região amazônica onde está localizada apenas 5% da nossa população. MAS A ÁGUA DOCE DAS CHUVAS É A ÚNICA ÁGUA POTÁVEL DA TERRA; TODOS OS ANOS O BRASIL RECEBE UM VOLUME DE ÁGUA DAS CHUVAS QUE DAR PARA ABASTECER A HUMANIDADE DURANTE 113 ANOS; NÃO PRECISA DE TRATAMENTO FILTRAGEM; NÃO HÁ QUALQUER DISPÊNDIO DE ENERGIA PARA CAPTÁ-LA - BASTA ABRIR A BOCA, NO TEMPO DELA, NA DIREÇÃO DO CÉU;
          
"Em 2025 a maioria da população do planeta enfrentará condições de abastecimento
 fracas ou catastroficamente fracas".
9. Projeto de Integração Nacional  - Considerando que o problema da água, envolve  uma necessidade básica,  com a visão de um bem finito e precioso para a vida, ele deve ser encarado com a devida prioridade e competência, para isso, é necessário que se crie um órgão especifico com status de ministério para gerencia-lo -  um Ministério de Recursos Hídricos- que englobaria todas as instituições técnicas e científicas correlatas. ( CHEGA DE TANTOS MINISTÉRIOS: QUEM NÃO CONHECE O PROBLEMA NÃO CONHECE A SOLUÇÃO; A SECA NORDESTINA É CULTURAL; NADA A VER COM ESCASSEZ DE ÁGUA, ESCASSEZ DE CHUVAS)
O Brasil detém 12% da água doce do mundo  mal distribuída. ÁGUA DOCE, POTÁVEL, SÓ CAPTANDO-SE E ARMAZENANDO-SE DIRETAMENTE DAS NUVENS; SE A ÁGUA TEM CONTATO COM O CHÃO, OU PARTE DELE, VIRA LIXO. O desabastecimento não é um problema do Nordeste ele se faz notar nas grandes capitais (EM BELÉM, PARÁ, QUE JÁ FOI CHAMADA CAPITAL MUNDIAL DA ÁGUA DOCE, HOJE SÓ TEM LIXO-LÍQUIDO0 como é o caso  de São Paulo, é verdade que os problemas não são os mesmos do Nordeste, mas ha falta de planejamento e racionalização do uso dos recursos disponíveis. Hoje contamos com ferramentas poderosas (ENTENDA-SE DINHEIRO PÚBLICO NO RALO) para o planejamento o GPS o GIS e as imagens de satélite em 3D, que nos guiarão pelos caminhos das águas (BLÁ, BLÁ, BLÁ, ETC). A estratégia no país seria de mapear as depressões e depósitos subterrâneos (DEPÓSITO DE LIXO SUBTERRâNEO) para onde seriam direcionados todo o excesso (DE LIXO-LIQUIDO) de água (???????) das cheias e dos períodos de inverno, servindo de pulmões (POBRES DIABOS) para o abastecimento de água nos períodos secos.

10- Projeto setorial do Nordeste:  Além das transposições do São Francisco, Tocantins e outros estudos de viabilidade de interligações. Aprofundar os pequenos e médios açudes (UMA IDEIA DE JERICOS QUE JÁ TEM 200 ANOS) para diminuir o espelho d’água com a finalidade de minimizar  a evaporação e construir mais cisternas. A perfuração de poços (OUTRA IDEIA DE JERICOS coPIADA do USA) é um problema que merece uma abordagem mais realista, pois contrariando a visão de alguns que afirmam que o problema da água será resolvido pela perfuração de poços, temos de considerar que, 75% do semi­árido estão situados na formação geológica do cristalino, onde as vazões são geralmente baixas e as águas subterrâneas são muito duras, isto é, impróprias para o consumo humano, pela grande concentração de sais dissolvidos(SAL, SAL) necessitando passar por um processo de dessalinização (NÃO FUNCIONA). Estes poços podem ser utilizados em locais de baixo consumo. Os outros 30% do semiárido estão situados na formação sedimentar, aí então, poderemos ter boas chances na exploração das águas subterrâneas Como vemos o projeto das águas é muito mais complexo do que a transposição do rio São Francisco, uma vez que, a mesma não vai abranger todo o Nordeste. É preciso planejar para o futuro, criar um sistema integrado competente de distribuição e uso racional dos nossos recursos hídricos, sem interesses paroquiais e que funcione em beneficio de todos, dirigido por técnicos experientes, sem vinculação eleitoral(  NO ANO 2.017 ESTAS BESTAS QUE TIVERAM ESSA IDEIA ESTARÃO COM AS CABEÇAS Á PRêMIO - QUEM VIVER, VERÁ); 

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 . 1) Embora a transposição de água de rios seja absolutamente desnecessária no Brasil, Um Projeto de água para um Projeto de Vida foi idealizado para salvar partes da Terra que morre de fome e sede, mesmo dispondo de todos os elementos para Executar essa ideia, podendo-se afirmar que Um Projeto de Água para um Projeto de Vida divide o conhecimento científico da Humanidade em dois tempos: Antes e depois dessa ideia genial;----------............................................................................................................................................................................. 2) O Brasil, país continental com mais de 8,5 milhões de km², é a única parte do Planeta Terra que não precisa dessa ideia de transposição de água de rios, por que: a) Teve, Tem e Terá 2/3 de toda água doce da Terra: recebe 2/3 das chuvas precipitadas nos 29% da Terra ocupados pelas terras emersas; toda água da Terra veio ou vem de um regime de chuvas que começou há 2,5 bilhões de anos; até o ano 2.200 da Era Cristã TODA água doce da Terra será no estado líquido, 2/3 no Brasil, e POR ISTO metade da Humanidade estará aqui; a outra metade, no restante das terras emersas, depende exclusivamente da captação e armazenamento de água doce diretamente das chuvas, o que significa dizer que "Um Projeto de água para Um Projeto de Vida" não teria qualquer utilidade para resolver o problema da escassez de água doce na Terra, visto que a litosfera e hidrosfera estarão altamente contaminada, tornando a água de lagos, rios, açudes, poços artesianos imprópria para se beber, tomar banho, lavar a roupa, lavar os alimentos, cozer os alimentos, irrigar as plantas........, após a guerra nuclear iminente;............................................................................. ...................................................................................... 3) Para o Homem sofrer o menor impacto dos vetores da guerra (ou desastre nuclear involuntário, por erro de operação, fenômenos atmosféricos, climáticos, sísmicos) nuclear é manter, Já, uma cobertura vegetal com massa vegetal maior que 1m³/m², e só há um jeito para se criar e manter essa cobertura vegetal salvadora: captar e armazenar, sem lixo, sem matéria orgânica, sem petróleo, sem veneno, sem fumaça, carvão, fuligem; sem perda, sem fuga, mantendo-se inalterada, a ÁGUA das Chuvas, com pH menor que 8 e maior que 5; No NEBR a água das chuvas tem pH de 6.4; ..................................................................................... ..................................................................................... Um Projeto de Água para um projeto de Vida foi elaborado em 1.994 com o Nome "Esboço Polivalente para se extirpar a seca nordestina"; no Ano 2.000 recebeu a denominação atual, e foram feitas emendas e cortes do Projeto anterior, exatamente pela grande mudança que aconteceu nas duas fontes de água - RSF e Parnaíba, tendo em vista a perda na vazão de água, e aumento no teor de contaminação da água desses rios;----- ..................................................................................... A Sorte da Humanidade está lançada, aqui; É assimilar e aplicar as informações, ou MORRER!

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UM PROJETO DE ÁGUA PARA UM PROJETO DE VIDA


1)      Água doce para acabar com a deficiência de água no Nordeste semiárido;
2)      A água doce será captada no mar – Na foz do rio, água que seria desperdiçada no Mar, transformada em água salgada. O rio São Francisco DESPERDIÇA (em 1.994) DIARIAMENTE, no mar do Nordeste, 86.400 x 2.000 = 172.800.000 m³ de água doce – 3 vezes o volume de água necessário para acabar com a sede da seca Nordestina.
3)      A água será conduzida pelo litoral em um canal de pedras/cimento, fechado, enterrado, nivelado (cota única) de 1.571.000 x 50 x 4 = 314.200.000 m³, sendo 50.000.000 m³/dia 24 horas de água doce para o semiárido, conduzida do litoral para o sertão em 30 lances de canos  de 50 cm de diâmetro, com a energia elétrica gerada com a força motriz das ondas do mar; 1.840.000 m³/dia de água para o abastecimento das cidades litorâneas (complemento). Água conduzida pelo canal/dia para irrigação da lavoura, pasto do gado e abastecimento das cidades 51.840.000 m³, ou 600 m³ por segundo (complemento à água do período chuvoso).
Informações sobre o mar, como fonte de energia (elementar): com a força motriz das ondas do mar e com as correntes marinhas o mar gera 1/3 de toda energia elétrica consumida na Terra. No mar do Nordeste pode-se gerar 5.000 Kw/hora em 10.000 m² de mar (ondas). O Nordeste tem duas correntes marinhas. No Maranhão existe (em 1.994) uma hidroelétrica na corrente marinha. Pernambuco (ITEP) é pioneiro, no Brasil, no aproveitamento da força do mar para gerar energia elétrica. O mar é, em muitos países, a única fonte de energia para gerar energia elétrica. Há, também, a energia eólica e da Luz Solar (energia solar). 
1)      Informações sobre os mapas a seguir: sertão de caatingas 500.000 km²; semiárido artificial 375.000 km ²; área úmida e fértil – BA 244.000 km²; MA 290.000 km²; PI 72.000 km²; CE 25.000 km²; PE 13.000 km²; AL 11.000 km²; SE 9.000 km²; PB 9.000 km²; RN 3.000 km²; Total 675.000 km²; Nordeste Amazônico 350.000 km², zona da mata 90.000 km² + brejos, vales e partes da Bahia, com 2.000 litros de água da chuva por metro quadrado/ANO, dessas sub-regiões.

 Convenções: 1) Nordeste Amazônico; 2) zona da mata; 3) semiárido; 4) litoral; 5) área úmida (2.000 mm de chuvas ao ano). E evolução da seca de 1.970 a 1.984 -300 a 400 mm de chuvas.

Desenvolvimento – Texto preciso e conciso.
a)  Transferir água doce excedente no Nordeste Amazônico para acabar com a escassez de água doce no Nordeste semi-árido;
b)  Captar e distribuir 600m³ de água doce, por segundo;
c)  Compatibilidade de um canal de água doce no litoral de água salgada; e no sertão de água salobra/salgada.
d)  Descrição:

1)  custos; 2) benefícios; 3) disponibilidade da água doce; 4) necessidades; 5) distribuição (critérios); 6) transferência da água do canal para o sertão – fonte de energia, mecanismos, força natureza; 7) área irrigada – lavoura e pasto para o gado; 8) abastecimento das cidades do litoral e do semi-árido; 9) Dupla, tripla utilidade do canal.

(A): Transferir água doce excedente no Nordeste para acabar com a seca cultural no semiárido.
1)  água doce desperdiçada no Mar, diariamente (média) pelos rios Gurupi, Turiaçu, Pindaré, Grajaú, Mearim, Itapecuru, Parnaíba e São Francisco – 400.000.000 m³ ou 4.600m³ de água doce por segundo;somando-se com a água dos rios temporários= 4.000.000.000m³/DIA.
2)  Área em situação de semi-aridez (em 1.994) – sertão 500.000 km², com inverno inferior a 500 mm ao ano, água subterrânea salobra/salgada (80%), água salobra/salgada em 60% dos açudes, barragens; uma seca de 3 em 3 anos (até 400mm de chuvas) que pode durar 3 anos; semi-árido artificial criado pelas agressões ambientais de 1.950 a 2.000 – 375.000 km²; litoral seco – da foz do rio Parnaíba a Touros no RGN, mais de 800 km de extensão, onde a água subterrânea é salobra/salgada e apenas dois rios  parcialmente perenizados – Jaguaribe/Orós, Açu/Armando Ribeiro Gonçalves;
3)  Volume de água doce necessário para reverter o processo de desertificação, neutralizar a salinidade da água salobra, viabilizar o desenvolvimento do litoral seco, fomentar a agricultura irrigada e formação de pasto para o gado bovino, caprino, ovino... 600 m³ de água doce, por segundo ou 51.840.000 m³/dia.

(B): Captação e distribuição da água doce:
Captar a água doce da foz do rio (água que seria desperdiçada no Mar, transformada em água salgada) para injetar água doce (transfusão) no litoral e semiárido.

A curto Prazo

Ligar a foz do rio São Francisco à foz do rio Parnaíba, por intermédio de um canal assentado no litoral, com 1.571 km de extensão, captando, nos dois rios, 600 m³/segundo, abastecendo-se o litoral e, com a força motriz das ondas do Mar, empurrar a água para o sertão, através de 30 lances de canos PVC 50 cm  de diâmetro.
1)  Captar a água doce na foz de um rio é aproveitar a água doce no Mar – é a única forma de se utilizar a água doce, sem provocar degradação ambiental;
2)  O rio corre para o Mar – os rios caudalosos do Nordeste têm a foz no litoral nordestino;
3)  O canal poderia conter o avanço do Mar nas terras emersas, mas, em princípio, o canal seria instalado a 200 metros da água do Mar, exatamente para não sofrer com a maré cheia, COM FAIXA PARA O LAZER. O canal pode ser enterrado no litoral;
4)  O litoral é a área mais densamente povoada do Nordeste e vai haver problemas no abastecimento de água, até 2.010, entre a foz do rio Parnaíba e a foz do rio São Francisco.

Em LONGO PRAZO (se necessário)
O canal seria estendido ao Maranhão, no litoral, para captar a água dos outros rios caudalosos do Nordeste; estendido na direção da Bahia para distribuir água no semiárido SE/BA, mas também para captar a água doce nas fozes de rios da zona da mata baiana,
5)  Litoral é um terreno nivelado, em cota única, que não interfere no movimento (correnteza) da água no canal nivelado, e o escoamento (sem aceleração) acontece em obediência às leis da mecânica dos fluídos:

a)  todo fluído é capaz de escoar;
b)  o fluido sempre toma a forma do seu recipiente;
c)  a água é um fluido de baixa viscosidade e grande massa específica;
d) a coluna d água já exerce pressão de escoamento. Para acelerar a correnteza da água no canal, empregam-se dispositivas eletrônicas acionadas pela força motriz das ondas do Mar, correntes marítimas, energia solar, eólica;

6)  O litoral é um terreno que suporta grande peso, sem deformação, areia sobre pedras; no litoral não há obstáculos naturais (a força da água do Mar não permite). O canal pode ser lançado em uma vala cavada na cota 10(acima do nível do Mar);
7)  Pelo litoral o canal contorna os obstáculos do maciço nordestino, podendo-se levar a água ao sertão, até a cota 150, em 330 km de canos lançados em umas das várzeas de rios secos, terreno compacto, de inclinação suave, protegido das enchentes casuais. O material usado na construção do canal: pedras, cimento, areia lavada e ferro; a pedra e a areia estão a 5 km do Mar, em toda extensão do litoral; o calcário, para fabricação de cimento é a pedra mais abundante no sertão; o ferro vai, apenas, para a tampa do canal.
8)  Para conduzir água do canal (litoral) para o sertão, ou acelerar a correnteza da água do canal, a força motriz das ondas do Mar é aplicada em duas versões: gerar energia elétrica para as bombas, ou aplicar a força motriz em um dispositivo de compressão, semelhante a um compressor de ar;
9)  Um canal de dupla utilidade. O canal pelo litoral tem duas funções: conduz a água do excesso para a escassez e armazena a água em toda extensão de 1.571 km, sem perda por evaporação no Ar ou infiltração no solo.
10)       O Canal assentado no leito da praia, ou enterrado, terá, nos dois casos, uma base acima do leito dos rios que o abastecem; neste caso, deve-se levantar, com uma barragem, a lâmina d água do rio, para que permita introduzir, por gravidade, a água no canal;
11)       Tripla utilidade do canal. O canal, pelo litoral, é um caminho e um depósito de água de 1.571 km de extensão, 50 m de largura, 4 metros de altura, quase em linha reta, assentado em terreno plano, poderia receber, em seu teto, uma rodovia, ímpar no mundo, ligando 5 Capitais nordestinas, dezenas de cidades litorâneas, um visual fantástico, com segurança, economia, encurtando distancia, com alto retorno financeiro com o turismo;
12)       a tecnologia empregada no canal é do domínio público, desde os primórdios da Humanidade. Não há desapropriação de terras, como aconteceria em outras áreas.
13)       Pelo litoral, o canal é uma obra definitiva, caso um dos rios venha a morrer, com a degradação ambiental de 4º mundo. Necessitamos de 51.840.000 m³ de água doce, por dia, enquanto os rios do Nordeste desperdiçam, no Mar, 400.000.000 m³ de água doce/dia.
14)       Pelo litoral o canal pode ser estendido a todos os (9) estados nordestinos. Todos têm seu mar;
15)       os rios temporários do sertão, agora, rios secos, já não recebem água em suas várzeas. Isto permite o lançamento de canos, em 30 rios secos, sem obstáculos, atingindo-se o divisor de águas – base do maciço nordestino, na cota 150;
16)       Existem centenas de rios temporários com a foz no litoral. A escolha dos 30 rios, para os 30 lances de canos, depende da necessidade de água para abastecer as cidades ribeirinhas e irrigação das várzeas desses rios. Ao atingir a cota 150, a água volta em caneletas de tijolos/caliça, irrigando as várzeas dos rios com cota inferior a 150, por gravidade.

C): Compatibilidade de um canal de água doce para o litoral de água salgada e o semi-árido com 80% de água salgada:
1)  a vida de água doce se estabelecerá no litoral, melhorando o ambiente; a fauna e a flora expulsas no sertão, pela água salgada, serão restabelecidas; com a transfusão de água doce, a água salgada/salobra perde a salinidade – mesma concentração de sal para maior volume de água. Há também o fator suprimento;
2)  Conduzir a água excedente em um lugar, pra outro onde ela é deficitária, dento da mesma região física e política, sem provocar danos à flora ou á fauna, nem degradar os bens naturais;
3)  Construir um caminho e um depósito de água doce de  314.200.000 m³, utilizando, na construção, material abundante no próprio meio,onde o canal é instalado;
4)  Conduzir e armazenar água doce entre dois pontos (fozes dos rios são Francisco e Parnaíba) para suprir a deficiência de água doce EM TODO O PERCURSO de 1.571 km;
5)  Conduzir a água doce através de um terreno nivelado que não interfere na correnteza da água nem exige melhoramentos do solo;
6)  Conduzir água a uma distância de 330 km do Mar para cobrir uma área de 350.000 km², atingindo-se, com os  canos, a cota 150, no divisor de águas, no centro do sertão;
7)  Utilizar a força motriz, descomunal no nordeste, das ondas do mar, força da natureza, disponível em toda a extensão do canal, para conduzir a água do canal para o sertão. Há, também, outras fontes de energias no Nordeste;
8)  utilizar a água doce na foz dos rios, junto ao Mar, conduzindo-a pelo litoral SEM ÁGUA DOCE e rebatendo-a para o sertão, transformar 200.000 km² de terras secas em terras férteis e úmidas;
9)  Um caminho e um depósito de água doce que pode abastecer, simultaneamente, 1.000.000 de quilômetros quadrados do semi-árido, em 9 Estados do nordeste;
10)       mostrar ao Mundo como aproveitar a água doce da terra impedindo-a de transformar-se em água salgada, viabilizando, assim, a Vida nas terras emersas.

(D): Descrição.
1)  Custos: o material para a construção do canal de pedras, areia lavada, água doce, estão a menos de 10 km do litoral; a pedra calcária, para a fabricação de cimento, está no sertão; o ferro será empregado, apenas, na confecção da tampa do canal. O canal é uma obra rústica que não exige mão de obra especializada. Se o canal é “enterrado” a vala para instalação do canal é cavada na areia do litoral; Os custos dessa obra serão inferiores aos de uma rodovia ou ferrovia construídas em terrenos acidentados, com aterros e cortes (da mesma dimensão); 2)Benefícios: nenhuma outra obra trás tantos benefícios. É a redenção do Nordeste; 3)Disponibilidade da água doce:na foz do Rio São Francisco e Parnaíba – 2.700 x 86.400 = 233.280.000 m³/dia.No canal 1.571.000 x 50 x 4= 314.200.000 m³;4)Necessidade da água doce no litoral e semi-árido:
-Efetivo humano.....20.000.000 – 20 litros de água/dia, por indivíduo;
-gado (diversos).......60.000.000 :1.000 x 20= 1.600.000 m³/dia.
-Total/dia 51.600.000 m³(complemento ao período chuvoso)
5) aceleração da água do canal (celeridade):
-correnteza exigida – volume (m³)/seg.600.= 3m/seg.
Área do canal (m²) 200.  
6)Força da natureza leva água ao semi-árido:
-a água doce do canal, junto do Mar, cota 5 ( base a 5m acima do nível do Mar) vai ser empurrada até o sertão, na cota 150, em 30 lances de canos de  50cm e 330km de extensão; no litoral coberto pelo canal 1.571:30  + ou -  1 lance de canos a intervalo de 53km; A força motriz das ondas do Mar, no Nordeste, poderia levar, por pressão, a água do canal, á cota 1000 que é a maior altitude do relevo nordestino;há outras fontes de energia no NE.
7)Distribuição da água no semi-árido:
a)  População humana da cidade e do campo – 20 litros de água/dia, por indivíduo; a população humana está, sempre, junto dos rios.
b)  Irrigação nas várzeas dos rios secos.

-Lavoura permanente – fruticultura e extrativos: algodão, cana-de-açúcar;
-De pequeno ciclo – legumes e cereais;
-Pasto para o gado;
-Um litro de água doce/dia para 4 m² de área.(para manter a umidade do solo após a estação chuvosa)


E) A Conclusão.
Com a transfusão de água doce para o sertão de água salobro-salgada a flora e a fauna de água doce vão ser restauradas; com a manutenção da cobertura vegetal nas várzeas dos rios do semiárido (200.000km²), lavoura e pasto do gado, reduz-se a evaporação de água do solo, mantendo-se a umidade; evita-se a erosão e lixiviação; controlam-se os ventos e a temperatura; protege-se o solo dos raios ultravioletas do Sol.
A cobertura vegetal das várzeas dos rios (20%) traz benefícios para as caatingas e cerrados circundantes, melhorando a oferta de chuvas na área.
Com água doce abundante no semiárido a produção de alimentos é suficiente já que há outros bens favoráveis - Luz Solar, Ar Atmosférico e solo agrícola, tirando essa incumbência do Rio São Francisco, que estará salvo do assoreamento que o mata, e assim, pode continuar sua missão precípua de produzir energia elétrica para o Nordeste.
As várzeas dos rios secos do semiárido, com água doce abundante, têm tudo para celeiro do Brasil.
Com a injeção de água doce no semiárido - 50.000.000m³/dia, a água salobra vai Ter a salinidade reduzida porque isto é o inverso do processo que transforma água doce em água salobra.
Os 30 lances de canos de 50 cm de diâmetro totalizam um diâmetro de 15m e uma área circular de 176,7m² para conduzir 50.000.000m³ de água doce do canal litorâneo para o interior do semiárido, por dia de 24 horas. O dia tem 86.400 segundos, o volume de água deslocado, por segundo é 50.000.000:86.400=578, 7m³ por segundo, que na área circular de 176m² são 3,27 metros por segundo - celeridade da água.
O volume de água no canal cheio é de 314. 200.000m³ e o volume de água utilizada no abastecimento das cidades e na irrigação de lavoura é 51. 840. 000m³ por dia.
Apresentamos, neste texto, a 2ª opção para se acabar a famigerada seca cultural nordestina. De fato, é patente, que todos os dias desperdiçam-se no Mar do Nordeste, em média, 4.000.000.000m³ de água doce, suficiente para lavar toda a Região e produzir alimentos para os 60.000.000 de nordestinos. Só por isso podemos afirmar que a seca nordestina é uma farsa, ou melhor, é fruto do analfabetismo cientifico brasileiro.

Este texto foi produzido pela Fonte Didática e Metodológica para a Ecologia e o Meio Ambiental da Região Nordeste (FEMeA) em 1.994, com o título Esboço do Projeto Polivalente para Extirpar a seca Nordestina; no ano 2.000 recebeu emendas e cortes para adaptar-se a novas condições ambientais, sociais e econômicas nesta Região, recebendo a denominação “Um Projeto de Água para Um Projeto de Vida”. A 1ª opção é captar-se e armazenar-se, sem perda, sem fuga, sem contato com o chão 5% dos 4.000m³ de água H²O das chuvas precitadas, em média, por hectare, ao ano, no semiárido de 1.000.000km². o restante do Nordeste ainda recebe 2.000 litros de água da chuva, por metro quadrado, ao ano.

(As) Damião Severino de Medeiros, coordenador da FEMeA.

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 Publicação de CBN Caruaru


CBN Caruaru 
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6 d 
A Petrobras anunciou ter encontrado a presença de hidrocarbonetos em um poço exploratório do bloco Aram, em grande profundidade (abaixo do nível do mar) na camada pré-sal da Bacia de Santos (SP). A presença de hidrocarbonetos indica uma provável presença de petróleo no local.
O ponto em que hidrocarbonetos foram identificados (poço 4-BRSA-1395-SPS) fica em alto mar a cerca de 1.760 metros de profundidade. A distância equivale à altura do Pico do Machadão na Serra da Mantiqueira (MG) e está a cerca de 245 quilômetros do litoral, extensão duas vezes e meia a distância entre Santos e a capital paulista. Ainda é desconhecida a capacidade de produção do local.
“O poço está em perfuração e o intervalo portador de hidrocarboneto foi constatado através de perfis elétricos, indícios de gás e amostragem de fluído, que serão posteriormente caracterizadas por meio de análises laboratoriais. Esses dados permitirão avaliar o potencial e direcionar as próximas atividades exploratórias na área”, explica a Petrobras.
Confira esta e outras notícias completas no cbncaruaru.com (link na bio)
#petrobras#baciadesantos #petroleo
Pode ser uma imagem de texto que diz "RPETROBRAS74 BR ETROBRAS74 CBN Caruaru Petrobras ident identifica tifica possível presença de petróleo na Bacia de Santos"
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Damião Medeiros
Petróleo é o segundo lixo da Natureza(depois do lixo nuclear); onde tem petróleo In natura, ou queimado não tem atmosfera respirável, não tem água potável, não tem Solo Orgânico mineral, não tem vida; os organizadores da COP nº 30 em Belém - PA afirmam que nas outras 29 COPs discutiram a adesão da Humanidade a eliminação das causas do aquecimento global, entre as quais a queima de combustíveis fósseis e incineração da cobertura vegetal para os campos de pastagem do gado e lavoura; desta feita (COP 30) traz estudos (e origem de recursos) para a aplicação de energias limpas; recentemente descobriram grande campo de petróleo na bacia do rio Amazonas, no BR, e o fogo incendiário, agropecuário/BR nunca foi tão intenso na cobertura vegetal da região Norte, secando a água também do Pantanal; o governo BR já se mostrava interessado em explorar esse petróleo, e não sabe como apagar o fogo BR; A Humanidade não tem tecnologia segura para explorar petróleo sem desastres ambientais,e não tem capacidade para explorar minérios, principalmente radioativos, sem contaminação; o BR é a maior extensão de terras da Terra que tem as mais eficientes e incomensuráveis fontes de energias limpas; No Oceano ( praia) BR tem: Luz do Sol, Ventos, correntes marinhas, força-motriz das ondas dos Mar; temos ainda muitos rios caudalosos, todos com a foz no Oceano BR. O mundo sabe que esses recursos mal explorados faz do BR uma BOMBA.