sábado, 17 de outubro de 2026

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Educação ambiental engloba todas as formas de conhecimento do Homem; como ex-flagelado da seca, salvo por milagre, tenho a convicção que a fome. a miséria, atraso no NE foi obra da seca; que a seca não tem nada a ver com falta, ou escassez de chuvas. mas obra de satanás, que usa o Homem como instrumento, desde os grandes escritores que atingiram notoriedade promovendo uma estiagem em 1/3 do NE, no sertão de caatingas, de 8 em 8 anos, por conta de um fenômeno climático, cíclico, que atua por 4 ou 5 meses; a caatinga, semiárido natural por não ter SOLO, quarto elemento, tem 250.000km2 em 8 dos 9 Estados NE; o terreno que se vê é o subsolo raso, recheado de seixos e lajedos emergentes, cinzentos, impermeáveis; a caatinga é ligeiramente ondulada: na caatinga fica menos de 5% da agua da chuva precipitada; assim a vegetação na caatinga de poucos elementos vegetais, com massa de 0,10 a 0,02m3/m2, que não contribui com o clima, exemplificado em Gn 2,5 no dia que Deus fez o céu e a Terra, não havia nenhuma planta na "terra" porque Deus ainda não tinha feito a CHUVA e não existia o Homem lavrador, agricultor, Homo Sapiens; 95% da água da chuva precipitada na caatinga foge, flui imediatamente, porque o Homem não tem competência, capacidade intelectual para construir obras hídricas aptas a captar e armazenar água da chuva em qualquer lugar. em quantidade e qualidade para o abastecimento urbano e produção de alimentos; o volume de água da chuva nos 13.000km2 de sertão de caatingas em PB é (média) de 600mm, ou 600.000m3 por km2 ao ANO; são informações ambientais científicas, reais, porém estranhas nos GIBIS BRs; somos todos responsáveis; somos gerados numa bolsa com líquido amniótico - não é qualquer líquido - a água doce no Estado líquido tem a chuva como fonte única, solvente e substrato da Natureza, um fluido que toma a forma dos seus recipientes na Atmosfera, litosfera e hidrosfera; comemos, bebemos e respiramos água doce no estado líquido, e quanto mais próximos estiverem o Homem e as plantas, melhor qualidade de vida para os 2.
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  • sexta-feira, 16 de outubro de 2026

    Música de Flávio Leandro; a maldita seca NE é desnecessária.

     

     

    Quando o ronco feroz do carro pipa
    Cobre a força do aboio do vaqueiro
    Quando o gado berrando no terreiro
    Se despede da vida do peão
    Quando verde eu procuro pelo chão
    Não encontro mais nem mandacaru
    Dá tristeza ter que viver no Sul
    Pra morrer de saudades do sertão.

    Eu sei que a chuva é pouca e que o chão é quente
    Mas tem mão boba enganando a gente
    Secando o verde da irrigação
    Não, eu não quero enchentes de caridade
    Só quero chuva de honestidade
    Molhando as terras do meu sertão.

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    Eu pensei que tivesse resolvida
    Essa forma de vida tão medonha
    Mas ainda me matam de vergonha
    Os currais, coronéis e suas cercas
    Eu pensei nunca mais sofrer da seca
    No Nordeste do século vinte e um
    Onde até o voo troncho de um anum
    Fez progressos e teve evolução

    Eu sei que a chuva é pouca e que o chão é quente
    Mas tem mão boba enganando a gente
    Secando o verde da irrigação
    Não, eu não quero enchentes de caridade
    Só quero chuva de honestidade
    Molhando as terras do meu sertão.

     

     

     

     

     

     

     

     

    Israel é mais seco que o Nordeste
    No entanto se investe de fartura
    Dando força total à agricultura
    Faz brotar folha verde no deserto

    Dá pra ver que o desmando aqui é certo
    Sobra voto, mas, falta competência
    Pra tirar das cacimbas da ciência
    Água doce que regue a plantação

    Eu sei que a chuva é pouca e que o chão é quente
    Mas tem mão boba enganando a gente
    Secando o verde da irrigação
    Não, eu não quero enchentes de caridade
    Só quero chuva de honestidade
    Molhando as terras do meu sertão.

     

    Eu sei que a chuva é pouca e que o chão é quente
    Mas tem mão boba enganando a gente
    Secando o verde da irrigação
    Não, eu não quero enchentes de caridade
    Só quero chuva de honestidade
    Molhando as terras do meu sertão.