Post de Severino
22 de março Dia Mundial da Água, instituído pela ONU durante a Eco 92 no RJ, BR, a maior área contínua da Terra contemplada com água doce no estado líquido e chuvas.
Severino Medeiros
O Planeta Terra foi criado há 4,5 bilhões de água, mas durante 1,1 bilhão de anos não havia água; a água no estado gasoso chegou pronta na Terra, adequada para o estabelecimento dos microrganismos unicelulares, todavia a água no estado líquido foi criada na Terra, com as CHUVAS, terceiro Elemento na ordem de criação, para gerar VIDA complexa do reino vegetal, primeiramente, e depois vida animal. Nós, humanos comemos, bebemos e respiramos água doce no estado líquido e por isso a Humanidade está encurralada em 13% da superfície da Terra onde tem água doce no estado líquido; na Terra existem desertos secos, desertos de sal, desertos gelados onde chove pouco, ou nada; a vida no estado gasoso somente microrganismos, no estado sólido é reduzida, diminuta; existe a vida de água salgada nos Oceanos e a vida de água doce nos Continentes - terras emersas; todos os dias chove no território brasileiro, mais de 3.000mm ao ano na Amazônia BR e no mínimo 300mm ao ano no chamado semiárido NE; o Rio é uma artéria da Terra por onde circula a substância básica da seiva da planta e do sangue dos animais, sua excelência a Água doce no estado líquido, presente no sangue humano em 80% e na massa encefálica 90%;; as plantas e os animais do Brasil precisam de água todos os dias, assim é na agricultura e na pecuária; todos os rios do Brasil já foram caudaloso/perene/intermitente; temporários quando tem água corrente no tempo das chuvas, e rio seco quando se passam mais de 2.000 dias sem água corrente no leito, e rio morto quando se passam mais de 5 anos sem água corrente, já que a ausência de água na sua bacia hidrográfica faz a vida animal e vegetal desaparecer; O volume de chuvas, a estrutura geológica, temperatura, cobertura vegetal são fatores condicionantes de o rio ser perene, temporário, ou seco, ou morto no Brasil; na zona da mata nordestina, mata atlântica TODOS os rios foram caudaloso/perenes no tempo do "descobrimento" graças a 2.000mm de chuvas ao ano, morros de massapê meio impermeáveis e uma cobertura vegetal de 0,80m3/m2, alta umidade do AR por estar próximo ao Mar. Na caatinga do sertão o relevo ondulado, com serras de pedras, chove em média 600mm ao ano, MAS por não ter SOLO, quarto Elemento da Natureza fica menos de 5% das chuvas precipitadas, a massa vegetal é diminuta e 95 da água da chuva precipitada nesse terreno pedregoso escorre por gravidade imediatamente para as depressões do terreno, onde está a maior concentração de rias e riachos, por área, no BR (ver mapa RN)
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Severino Medeiros
Se não tem água corrente no rio o açude, a barragem, o barreiro não toma água, além do que o aquecimento global força a fuga (fluxo) da água para a atmosfera, drenada embaixo da represa, e sugada pelos ventos secos e terra seca na área, potencializado quando não há cobertura vegetal como quinto Elemento da Natureza, altamente comprometido com o equilíbrio do clima; esses rios do semiárido é uma calha recheada de areia, onde 1.000 L de areia (1m3) absorve e armazena 600 litros de água; todos os anos chove no mínimo 300 litros de água da chuva por m2 ao ano na calha de areia, criando um lençol freático de 50cm de espessura; com as enxurradas, enchentes a camada de areia fica saturada com água; essa água foge pouco por evaporação, porém flui por gravidade dentro da camada de areia, podendo ter o fluxo de água barrado por uma parede de argila (meio impermeável) transversal, de barreira a barreira, chamada de barragem subterrânea, criando, assim, um lençol de água abastecido todos os anos, e pelo número de rios do Mapa acima, 6.000km de rios com largura (da calha) média de 20m, 5 metros de espessura, cada metro cúbico de areia armazenando 600 litros de água, um descomunal AQUÍFERO de água doce distribuído por todo RN; com água doce na camada de areia da cala do rio pode-se escavar cacimbas (ver foto 2) e fazer agricultura, como aconteceu com os índios tapuias (Gês) do vale do Rio Açu, no tempo do Brasil Holandês, uma peixeirada na seca; Sugestão da barragem subterrânea.
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