Post de Prefeitura de São Paulo do Potengi
Ambos fazem parte da Assistência Social, mas atuam em momentos diferentes da vida das famílias.
Severino Medeiros
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Severino Medeiros
É mentira, Terta; Pantaleão, Chico Anísio, no país do Faz de conta, a falsa informação de terceiro mundo chega ao fim do mundo; Post de Assecom
Como parte da programação da Emancipação Política de Janduís, foi realizado o I Inovar Campo, reunindo agricultores do município para um momento de capacitação, troca de experiências e acesso a informações importantes para o fortalecimento da produção rural.
A programação contou com palestra temática e sorteio de brindes, promovendo conhecimento, incentivo e valorização de quem faz a agricultura acontecer todos os dias em nossa terra.
Da semana da emancipação
política, né? Do nosso
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Severino Medeiros
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Severino Medeiros
É mentira, Terta - Pantaleão, Chico Anísio; No Brasil do Faz de Conta, a mentira é regra; Seu capa Verde não me ilude não; Post de Jeito Nordestino
A Bahia é líder absoluta na produção de sisal no Brasil, responsável por aproximadamente 94,5% de toda a safra nacional e detentora de cerca de 90% da produção mundial. A cultura, conhecida como o "ouro verde do sertão", movimenta milhões.
O cultivo está fortemente concentrado no Território do Sisal, que abrange cerca de 20 municípios no semiárido baiano, onde a atividade é a base da agricultura familiar. O estado baiano produz em média 140 mil toneladas de fibras por ano, cultivadas por milhares de famílias.
A fibra é processada para a fabricação de cordas, fios, cordéis agrícolas, tapetes, carpetes e artesanato. Cerca de metade do sisal produzido é exportado para outros países.
A extração, que no passado era altamente artesanal, modernizou-se com o uso de máquinas desfibradeiras (conhecidas como "máquinas paraibanas"), que elevaram o rendimento diário de um trabalhador de 20 kg para até 400 kg de fibra.
Contudo, o sisal já se tornou parte da cultura do sertão baiano, que teve o município de Santaluz como a primeira cidade a investir no plantio em grande escala do sisal, e espalhou para várias regiões, tornando uma das maiores produtoras de sisal do mundo.
Severino Medeiros
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Severino Medeiros
"Nem q´ eu possuísse terras com 100 léguas de extensão, e se um pé de agave me rendesse um milhão, eu não plantaria nunca essa infeliz maldição; seu capa-verde não me ilude não, não me ilude não".....; letra de uma música popular de meados do século XX quando o sisal foi cultivado em grande escala onde se planta Alimentos no chamado semiárido NE; Zabelê, Touros RN teve o maior plantio contínuo de agave em uma área de 71km2 pertencente a Empresa Portela de Jaboatão dos Guararapes - PE; a Fibra era usada para a construção de cordas para navios; outras partes eram usadas para produção de papel, e até a seiva, altamente ácida, tóxica, era usada na produção de substâncias para a remoção de óleos e ferrugem em metais, vidros, porcelana, mas também aguardente; o plantio e a manutenção da área cultivada manualmente causou muitos acidentes nas pessoas: na respiração, ingestão, toque na pele, cegueira, mas principalmente furadas por seus espinhos longos, com 3cm de comprimento, duros que ao perfurar membros do corpo causava aleijamentos; O surgimento da fabricação da fibra de náilon inviabilizou a fabricação de cordas de agave; outras fibras celulósicas vegetais inviabilizou a produção de papel de agave; Zabelê foi abandonada por muitos anos para agricultura, tendo em vista que o agave, de origem dos desertos secos da Américas do Sul, do Norte e Central injeta sua seiva ácida, tóxica no solo como forma de coletar nutrientes da terra seca, matando a vida do solo - minhocas, microrganismos, alterando o pH e dificultando a drenagem de água da chuva; durante muitos anos a lavoura de milho e feijões plantados após a morte do agave apresentava, quando cozidos, ou mesmo crus, sabor amargo, ácido da seiva do agave; a área da fazenda Zabelê, cerca de 71km2, na região do Mato Grande, com cobertura vegetal de mata atlântica (próxima ao Mar) de 0,60m3/m2 foi completamente desmatada para o cultivo de agave (1.957), forçando outras áreas adjacentes a cultivo do Capa-verde ilusório, e a região do Mato Grande que vai de Touros a Mossoró - RN, mais de 10.000km2, que já foi Celeiros de Alimentos do RN foi devastada, mantida NUA por dezenas de anos, teve o clima alterado, inclusive com a redução do índice pluviométrico, aumentando a fuga nos corpos de vegetais, dos animais; nas lagoas costeiras; Os cacimbões com até 40m de profundidade forneciam água doce para o abastecimento urbano e até para irrigação de lavoura no verão seco, hoje, salgados, ou secos; nessa área existem poços tubulares com 700m de profundidade, como é o Caso da MAISA - Mossoró agroindustrial Sociedade anônima ( foi um plantio de fruticultura irrigada) onde os poços salgaram (imprópria para a vida fora dos Oceanos) e secaram - o volume de água extraída dos poços é milhares de vezes maior que o volume de chuvas ofertadas e drenadas na litosfera predominantemente arenosa; nessa área do Mato Grande estão várias cidade/municípios - Parazinho, Jandaíra, Serra do Mel....Mossoró onde a água dos poços tubulares secaram, ou estão salgada, inclusive salgando também a água das lagoas, a exemplo de Boqueirão em Boacica, Touros - RN; nessa área do Mato Grande (hoje sem mata) dezenas de assentamentos e agrovilas do Incra, Banco do NE, onde o assentado não fica de pé -não tira o sustento da terra, eterno e viciado dependente dos programas paternalistas, nojentos, dos (des)governos BR. "Seu capa verde não me ilude não".
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