domingo, 15 de março de 2026

27062 - cancro de sangue ruim.

 

Post de Alexandro Medeiros


O Presidente Lula recebeu das mãos do comando do Exército Brasileiro um plano ambicioso: cerca de R$ 456 bilhões seriam necessários até 2040 para modernizar a defesa do país e preparar as Forças Armadas para um novo tipo de guerra — a chamada “era dos drones”.
Segundo o projeto apresentado ao governo, o mundo vive uma transformação no campo de batalha. Conflitos recentes mostraram que enxames de drones, inteligência artificial e ataques cibernéticos podem neutralizar exércitos tradicionais em poucos minutos. A preocupação militar é que o Brasil hoje não teria capacidade suficiente para reagir a ataques massivos desse tipo.
O plano prevê investimentos em sistemas antiaéreos modernos, drones militares, inteligência artificial e guerra cibernética. Só a criação de uma nova capacidade de defesa antiaérea de média altitude poderia custar até R$ 90 bilhões, incluindo baterias de mísseis e mais de 500 projéteis para proteger cidades e infraestruturas estratégicas.
Outra prioridade seria o reforço da vigilância das fronteiras com sistemas integrados de radares, sensores e aeronaves não tripuladas — projetos semelhantes ao Sisfron, que já monitora parte da fronteira brasileira.
O plano também fala em modernizar blindados para enfrentar drones, desenvolver mísseis de longo alcance e ampliar a defesa digital, já que ataques cibernéticos hoje são considerados tão perigosos quanto bombas e mísseis.
Nos bastidores de Brasília, o projeto gerou debate: enquanto militares defendem que o investimento é necessário para garantir a soberania nacional diante de novas guerras tecnológicas, críticos questionam o alto custo em um país que ainda enfrenta grandes desafios sociais.
Severino Medeiros
O Brasil pouco cria, mal copia e tudo corrompe, levando vantagem e aplicando o jeitinho, cancro da má índole no sangue ruim; além da preguiça física e mental; jamais terá um prêmio Nobel genuino.
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