m novo golpe digital está assustando usuários de Pix no Brasil. Um trojan bancário nacional está conseguindo desviar transferências em tempo real, sem que a vítima perceba na hora.
Esse malware consegue monitorar tudo o que você digita e enxerga na tela, incluindo chaves Pix, valores e destinatários. Assim, quando a pessoa tenta transferir para um contato de confiança, o vírus troca automaticamente a chave ou o número da conta, mantendo o mesmo valor ou algo bem próximo, tornando o golpe quase imperceptível. Muitos só se dão conta do problema quando verificam o extrato depois. 
A infecção costuma ocorrer por meio de downloads de programas piratas, anexos suspeitos em e-mails, links maliciosos compartilhados em redes sociais ou notificações falsas de atualização. Depois de instalado, o trojan se esconde no sistema, inicia junto com o Windows e pode até desativar o antivírus, garantindo acesso prolongado às operações bancárias da vítima.
Para reduzir o risco, é fundamental manter o sistema operacional e todos os programas atualizados, usar um antivírus confiável com proteção em tempo real e evitar instalar softwares de origem duvidosa. Desconfie de anexos não solicitados e de mensagens que pressionam por cliques rápidos. Antes de concluir qualquer Pix, confira com muita atenção a chave, o nome completo do recebedor e até o banco exibido na tela. 
Outra medida essencial é ativar autenticação em duas etapas sempre que possível e acompanhar com frequência o extrato da conta e as notificações do banco. Detectando qualquer movimentação fora do padrão, entre em contato com a instituição financeira, registre boletim de ocorrência e tente bloquear novas transações. Segurança digital hoje é parte da rotina financeira. 
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