quarta-feira, 25 de março de 2026

27086

 Prefeitura de São Paulo do Potengi está com sema_spp em São Paulo do Potengi.

💧 Secretaria de Meio Ambiente promove ação pelo Dia Mundial da Água
A Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria de Meio Ambiente, realizou na manhã desta terça-feira (24) uma ação especial em alusão ao Dia Mundial da Água, em parceria com a Escola Municipal Vereador Luiz Antônio.
Durante a atividade, foram promovidos momentos educativos, dinâmicas interativas e ações de conscientização com os alunos, destacando a importância da preservação da água e o uso responsável desse recurso essencial para a vida.
A iniciativa reforça o compromisso com a formação de cidadãos mais conscientes e engajados na proteção do meio ambiente. Cuidar da água é cuidar do nosso futuro — e cada atitude faz a diferença. 🌎✨
Severino Medeiros
Para que a comunidade científica entenda o que o Brasileiro chama de seca no NEBR juntamos a postagem da prefeitura de São Paulo do Potengi-RN, com a Postagem da Frente Parlamentar AMBIENTALISTA do RGN - Um Século de Secas; com o Mapa "brasil visto pelos brasileiros" onde o NEBR se divide em SECA e Preguiça e pela incongruência no que se entende por seca na literatura mundial, fica patente que seca NE é intelectual, ou fruto do analfabetismo científico brasileiro onde a literatura ambiental traduzida dos USA é a letra do samba do crioulo doido; O ministério do meio ambiente e ministério da integração nacional que tratam, hoje, das questões ambientais foram criados em 1.994, depois que aconteceu a Eco 92 no Rio de Janeiro e os BRs tiveram contato pela primeira vez com trabalhos científicos e cientistas que abordam todos os fundamentos com as mudanças climáticas, naturais, que eliminaram 16 espécies de hominídeos, por não SABEREM, e já (em 1.992) se projetava o as consequência da mudança climática estabelecida por conta do que o Homo Sapiens chama de desenvolvimento sustentável, na realidade, na prática, ENVOLVIMENTO INSUSENTÁVEL; Exemplo: São Paulo do Potengi, ás margens do rio Potengi, o RGN, foi criado povoado no Século XVIII com a criação de gado bovino, ovino; plantio de algodão e de lavoura de subsistência na bacia hidrográfica do rio Potengi, que já foi perene, temporário( com água corrente na época das chuvas, e hoje rio seco(até 8 anos sem água corrente no leito); média de 800mm de chuvas/ano e a cada 8 anos o fenômeno El ñino reduzida a oferta de chuvas para 300mm ao ano; SPP tem 60% de agreste e 40% de sertão, a menos de 70km de Natal - RN; o Rio Potengi com 176km de extensão nasce na Serra de Santana (Cerro-Corá-RN) e tem a foz em Natal, um braço de Mar que os Portugueses viram como um Grande Rio caudaloso, permitindo navegação de pequenas embarcações; Com o rio Temporário as enchentes e enxurradas escavavam POÇOS no leito de areia para o gado beber, e cacimbas no leito de areia (1.000L de areia 600L de água) e cacimbões nas nas várzeas; sabe-que que existe uma relação íntima entre a cobertura vegetal e a água no estado líquido, chuvas; Na zona da mata NE, mata atlântica, a massa vegetal vegetal é de 0,80m3/m2, 8.000m3/hectare; no agreste, a área de vegetação de cerrado Nordestino a massa vegetal e 0,50m3/m2; o sertão também tem Cerrado; porém na caatinga do sertão a vegetação varia de 0,10m3/m2 na época das chuvas a 0,02m3/m2 na seca; na zona da mata RN, cerca de 4;000km2, chovia de 1.500mm a 2.200mm/ano; no agreste 800mm/ano, na caatinga 250.000km2 em 8 Estados NE chove em média 600mm/ano, Todavia por não ter SOLO, quarto elemento da Natureza, fica menos de 5% dessa água, razão da semiaridez natural; Hoje, SPpotengi usa água da lagoa do Bonfim, em Nísia Floresta - RN porque em 1.985 foi construído o açude Campo Grande, no rio Potengi, com 230 milhões de m3 de capacidade, para abastecer os municípios da área, entretanto o líquido armazenado tem cor de urina animal (não há decantação), com grande teor de sal - cloreto e nitrato de sócio, e tem odor(fede); em São Paulo do Potengi não existe tratamento de esgotos e todo material excretado pela população urbana vai direto para o Rio Potengi; Quanto ao Livro Um Século de secas, abordado na postagem da Frente Parlamentar ambientalista do RN é uma combinação de outros dezenas de trabalhos que promoveram a seca NE sem fundamento científico, a exemplo de Morte e Vida Severina, O Quinze, Os Sertões, que redundou nos campos de concentração para flagelados, frentes de emergência para flagelados, que no cruzamento dos 2 surgiram os currais eleitorais, onde a miséria, o atraso dar Status, perfeitamente representado no Mapa " o brasil vistos pelos brasileiros", onde o NE é representado por seca e preguiça; a exaustiva exploração de todas as sub regiões do RN, com a eliminação da vegetação para os campos de lavoura e de pastagem do gado eliminou 95% da vegetação na zona da mata (hoje, Grande Natal); 90% no agreste e no sertão - na caatinga não há o que se desmatar; o RN recebeu média de 550mm de chuvas em 2.025, com o governo decretando seca; com El ñino choverá em 2.026 2/3 do que choveu em 2.025; 400mm de chuvas, 400 litros por m2, quatrocentos milhões de litros por km2; a seca tem 2 causas básicas: a água da chuva, solvente e substrato da natureza, quando se precipita no chão vira água no estado lixo; por ser um fluido de baixa viscosidade e grande massa específica tem seu comportamento na Terra baseado em leis físicas da mecânica dos fluidos com tendência a fluir ocupando o recipientes na atmosfera, litosfera e hidrosfera, o que significa dizer que com o aquecimento global em andamento nenhuma obra hídrica no chão, á céu aberto - açude, barreiro, barragem funciona como forma de captar e armazenar água da chuva para o abastecimento urbano e produção de alimentos; além do mais o aquífero do RN, junto a zona da mata e litoral, com dezenas de lagoas e centenas de poços tubulares Vai Salgar por conta da Intrusão SALINA que acontece com o avanço da água salgada do Mar no Continente, ocupando as lacunas deixadas no lençol subterrâneo com a extração da água doce para o abastecimento urbano, enquanto a oferta de chuvas de água doce diminuiu, não suprindo os lençóis; 1/3 do NE ainda recebe 2.000mm, ou 2.000L/m2 de água da chuva por ano; baseando-se em Lei da mecânica dos fluidos há tecnologia para se transferir água do rio Amazonas para afogar a seca, como por exemplo,

Severino Medeiros
Frente Parlamentar Ambientalista do Rio Grande do Norte
LAPIS - Laboratório de Análise e Processamento de Imagens de Satélites
·
Srdteoposn7
h
07l084gi575
4
lg4210t61t92gcttm1594a
hgtu7ml3125a9
·
LAPIS - Laboratório de Análise e Processamento de Imagens de Satélites
odstopenrSi
h
8f7
3733imi8791mil12a6mia0f
4
4gc523f9l2m710u261lf
·
🔥 Qual a lição mais importante das secas no Semiárido nos últimos 180 anos?
.
☀️ Desde quando começou a série histórica, em 1845, houve oito períodos de seca prolongada, no Semiárido brasileiro. Em uma série de 180 anos, a seca de 2012 a 2017 foi a mais longa do Brasil.
.
🧿 Por quatro vezes, foi registrado um período de seca de cinco anos consecutivos: 1876-1880, 1901-1905, 1929-1933 e 1979-1983. Por mais de um ano, os biênios 1955-1956 e 1997-1998 e os quatro anos de 1990 a 1993. Com exceção desses oito períodos, houve diversos anos de seca intensa, mas sem sequência de anos, com acúmulo de estresse hídrico e danos na vegetação, sobretudo na Caatinga.
.
🌵 No Livro “Um século de secas”, foi apresentada uma metodologia para analisar as vulnerabilidades da região semiárida. Em particular, as vulnerabilidades das áreas em processo de desertificação, que incluem a degradação das terras, a intensificação das secas, os impactos da mudança climática, além de ações humanas como desmatamento, sobrepastoreio e irrigação, que comprometem os recursos hídricos e a fertilidade da terra.
.
🌿 Essas condições resultam na perda de produtividade da terra, na insegurança alimentar, na pobreza rural, no aumento das desigualdades sociais e em migrações forçadas.
.
📗 Alguém pode dizer que a seca é um problema recorrente e que não há nada de novo sobre o assunto. Mas a questão é que se desconhece a situação da seca entre 2012 e 2017, bem como seus impactos sobre a população do Semiárido brasileiro, marcada por profundas desigualdades regionais.
.
📡 Apesar das lições históricas, as instituições públicas continuam sem dispor de um programa de contingência e adaptação aos impactos da seca, que requerem soluções construídas no longo prazo.
.
📚 ÚLTIMOS EXEMPLARES - O Livro "Um século de secas" se tornou referência para quem tem interesse por seca, Semiárido, mudança climática e desertificação. Para adquirir a obra, de minha autoria com a pesquisadora Catarina Buriti, acessenossa Livraria sem fins lucrativos: https://www.letrasambientais.org.br/sobre-livro
Nenhuma descrição de foto disponível.

Nenhum comentário:

Postar um comentário