Prefeitura de São Paulo do Potengi está com sema_spp em São Paulo do Potengi.
A Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria de Meio Ambiente, realizou na manhã desta terça-feira (24) uma ação especial em alusão ao Dia Mundial da Água, em parceria com a Escola Municipal Vereador Luiz Antônio.
Durante a atividade, foram promovidos momentos educativos, dinâmicas interativas e ações de conscientização com os alunos, destacando a importância da preservação da água e o uso responsável desse recurso essencial para a vida.
A iniciativa reforça o compromisso com a formação de cidadãos mais conscientes e engajados na proteção do meio ambiente. Cuidar da água é cuidar do nosso futuro — e cada atitude faz a diferença. 

Severino Medeiros
Para que a comunidade científica entenda o que o Brasileiro chama de seca no NEBR juntamos a postagem da prefeitura de São Paulo do Potengi-RN, com a Postagem da Frente Parlamentar AMBIENTALISTA do RGN - Um Século de Secas; com o Mapa "brasil visto pelos brasileiros" onde o NEBR se divide em SECA e Preguiça e pela incongruência no que se entende por seca na literatura mundial, fica patente que seca NE é intelectual, ou fruto do analfabetismo científico brasileiro onde a literatura ambiental traduzida dos USA é a letra do samba do crioulo doido; O ministério do meio ambiente e ministério da integração nacional que tratam, hoje, das questões ambientais foram criados em 1.994, depois que aconteceu a Eco 92 no Rio de Janeiro e os BRs tiveram contato pela primeira vez com trabalhos científicos e cientistas que abordam todos os fundamentos com as mudanças climáticas, naturais, que eliminaram 16 espécies de hominídeos, por não SABEREM, e já (em 1.992) se projetava o as consequência da mudança climática estabelecida por conta do que o Homo Sapiens chama de desenvolvimento sustentável, na realidade, na prática, ENVOLVIMENTO INSUSENTÁVEL; Exemplo: São Paulo do Potengi, ás margens do rio Potengi, o RGN, foi criado povoado no Século XVIII com a criação de gado bovino, ovino; plantio de algodão e de lavoura de subsistência na bacia hidrográfica do rio Potengi, que já foi perene, temporário( com água corrente na época das chuvas, e hoje rio seco(até 8 anos sem água corrente no leito); média de 800mm de chuvas/ano e a cada 8 anos o fenômeno El ñino reduzida a oferta de chuvas para 300mm ao ano; SPP tem 60% de agreste e 40% de sertão, a menos de 70km de Natal - RN; o Rio Potengi com 176km de extensão nasce na Serra de Santana (Cerro-Corá-RN) e tem a foz em Natal, um braço de Mar que os Portugueses viram como um Grande Rio caudaloso, permitindo navegação de pequenas embarcações; Com o rio Temporário as enchentes e enxurradas escavavam POÇOS no leito de areia para o gado beber, e cacimbas no leito de areia (1.000L de areia 600L de água) e cacimbões nas nas várzeas; sabe-que que existe uma relação íntima entre a cobertura vegetal e a água no estado líquido, chuvas; Na zona da mata NE, mata atlântica, a massa vegetal vegetal é de 0,80m3/m2, 8.000m3/hectare; no agreste, a área de vegetação de cerrado Nordestino a massa vegetal e 0,50m3/m2; o sertão também tem Cerrado; porém na caatinga do sertão a vegetação varia de 0,10m3/m2 na época das chuvas a 0,02m3/m2 na seca; na zona da mata RN, cerca de 4;000km2, chovia de 1.500mm a 2.200mm/ano; no agreste 800mm/ano, na caatinga 250.000km2 em 8 Estados NE chove em média 600mm/ano, Todavia por não ter SOLO, quarto elemento da Natureza, fica menos de 5% dessa água, razão da semiaridez natural; Hoje, SPpotengi usa água da lagoa do Bonfim, em Nísia Floresta - RN porque em 1.985 foi construído o açude Campo Grande, no rio Potengi, com 230 milhões de m3 de capacidade, para abastecer os municípios da área, entretanto o líquido armazenado tem cor de urina animal (não há decantação), com grande teor de sal - cloreto e nitrato de sócio, e tem odor(fede); em São Paulo do Potengi não existe tratamento de esgotos e todo material excretado pela população urbana vai direto para o Rio Potengi; Quanto ao Livro Um Século de secas, abordado na postagem da Frente Parlamentar ambientalista do RN é uma combinação de outros dezenas de trabalhos que promoveram a seca NE sem fundamento científico, a exemplo de Morte e Vida Severina, O Quinze, Os Sertões, que redundou nos campos de concentração para flagelados, frentes de emergência para flagelados, que no cruzamento dos 2 surgiram os currais eleitorais, onde a miséria, o atraso dar Status, perfeitamente representado no Mapa " o brasil vistos pelos brasileiros", onde o NE é representado por seca e preguiça; a exaustiva exploração de todas as sub regiões do RN, com a eliminação da vegetação para os campos de lavoura e de pastagem do gado eliminou 95% da vegetação na zona da mata (hoje, Grande Natal); 90% no agreste e no sertão - na caatinga não há o que se desmatar; o RN recebeu média de 550mm de chuvas em 2.025, com o governo decretando seca; com El ñino choverá em 2.026 2/3 do que choveu em 2.025; 400mm de chuvas, 400 litros por m2, quatrocentos milhões de litros por km2; a seca tem 2 causas básicas: a água da chuva, solvente e substrato da natureza, quando se precipita no chão vira água no estado lixo; por ser um fluido de baixa viscosidade e grande massa específica tem seu comportamento na Terra baseado em leis físicas da mecânica dos fluidos com tendência a fluir ocupando o recipientes na atmosfera, litosfera e hidrosfera, o que significa dizer que com o aquecimento global em andamento nenhuma obra hídrica no chão, á céu aberto - açude, barreiro, barragem funciona como forma de captar e armazenar água da chuva para o abastecimento urbano e produção de alimentos; além do mais o aquífero do RN, junto a zona da mata e litoral, com dezenas de lagoas e centenas de poços tubulares Vai Salgar por conta da Intrusão SALINA que acontece com o avanço da água salgada do Mar no Continente, ocupando as lacunas deixadas no lençol subterrâneo com a extração da água doce para o abastecimento urbano, enquanto a oferta de chuvas de água doce diminuiu, não suprindo os lençóis; 1/3 do NE ainda recebe 2.000mm, ou 2.000L/m2 de água da chuva por ano; baseando-se em Lei da mecânica dos fluidos há tecnologia para se transferir água do rio Amazonas para afogar a seca, como por exemplo,
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Severino Medeiros
Qual a lição mais importante das secas no Semiárido nos últimos 180 anos?
Desde quando começou a série histórica, em 1845, houve oito períodos de seca prolongada, no Semiárido brasileiro. Em uma série de 180 anos, a seca de 2012 a 2017 foi a mais longa do Brasil.
Por quatro vezes, foi registrado um período de seca de cinco anos consecutivos: 1876-1880, 1901-1905, 1929-1933 e 1979-1983. Por mais de um ano, os biênios 1955-1956 e 1997-1998 e os quatro anos de 1990 a 1993. Com exceção desses oito períodos, houve diversos anos de seca intensa, mas sem sequência de anos, com acúmulo de estresse hídrico e danos na vegetação, sobretudo na Caatinga.
No Livro “Um século de secas”, foi apresentada uma metodologia para analisar as vulnerabilidades da região semiárida. Em particular, as vulnerabilidades das áreas em processo de desertificação, que incluem a degradação das terras, a intensificação das secas, os impactos da mudança climática, além de ações humanas como desmatamento, sobrepastoreio e irrigação, que comprometem os recursos hídricos e a fertilidade da terra.
Essas condições resultam na perda de produtividade da terra, na insegurança alimentar, na pobreza rural, no aumento das desigualdades sociais e em migrações forçadas.
Alguém pode dizer que a seca é um problema recorrente e que não há nada de novo sobre o assunto. Mas a questão é que se desconhece a situação da seca entre 2012 e 2017, bem como seus impactos sobre a população do Semiárido brasileiro, marcada por profundas desigualdades regionais.
Apesar das lições históricas, as instituições públicas continuam sem dispor de um programa de contingência e adaptação aos impactos da seca, que requerem soluções construídas no longo prazo.
ÚLTIMOS EXEMPLARES - O Livro "Um século de secas" se tornou referência para quem tem interesse por seca, Semiárido, mudança climática e desertificação. Para adquirir a obra, de minha autoria com a pesquisadora Catarina Buriti, acessenossa Livraria sem fins lucrativos: https://www.letrasambientais.org.br/sobre-livro
Frente Parlamentar Ambientalista do Rio Grande do Norte
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