De fato; é de direito Saber. Independência, ou morte; Agora é sério! 21 de abril dia de Tiradentes, patrono da Nação BR, o alferes (sub tenente, sub oficial) do Exército imperial, no BR, que se rebelou contra o jugo português, em prol da Independência "ainda que tardia" ( registrado na Bandeira de MG); foi traído porém jamais negou sua vontade de Ter o Brasil independente e soberano; seu corpo foi esquartejado com seus restos mortais exibidos em praças públicas; suas propriedades receberam um banho de SAL para que, nesse exemplo extremo, de morte, nenhum outro movimento de libertação houvesse; decorridos tantos anos desse sacrifício de Tiradentes, a independência e a soberania do BR estão se esvaecendo, antes de consolidarem-se; Não valeu!!!!
Severino Medeiros
Seu doutor, uma esmola, ao o Homem que é são, se não mata de vergonha, mas vicia o cidadão. Liberdade!!!!!O BRASIL E A TRAGÉDIA DO SILÊNCIO, UMA REFLEXÃO FILOSÓFICA
O brasileiro é patife e omisso. Não apenas por não se opor aos impostos sufocantes, mas pela tragédia maior: o silêncio diante daquilo que todos veem diariamente nos três poderes.
Mais de dois mil presos políticos, incluindo crianças e idosos, e se cala.
Sete bilhões em multas para caminhoneiros, e se cala.
Escândalos de corrupção envolvendo ministros do STF, o cancelamento das ações bilionários na Lava Jato, e se cala.
O roubo explícito de bilhões do INSS, envolvendo familiares diretos do Presidente da República, filho e irmão, e se cala.
O absurdo do “empréstimo para bebês e crianças”, uma política que transforma a inocência em dívida, perpetuando a escravidão financeira desde o berço, e se cala..
Esse silêncio não é apenas político, é existencial. É o reflexo de uma sociedade anestesiada, que troca a consciência pela ilusão de bem-estar. Ama pensar que está bem porque come uma “picanha na farinha” com uma cervejinha, enquanto o país se desmorona em sua estrutura moral e institucional.
Essa ilusão cotidiana é o anestésico que mantém o povo passivo, incapaz de parar sem violência, incapaz de se manifestar sem que a Avenida Paulista vire palco político e religioso.
A destruição moral que o Brasil vive não é fruto do acaso: foi metodicamente construída. Desde Vargas, passando por décadas de aparelhamento ideológico, até chegar ao ápice com figuras que consolidaram o comuno-socialismo fascista no poder.
Nem 60 anos seriam suficientes para desconstruir uma mente carcomida por essa engenharia cultural esquerdista.
O brasileiro foi educado a aceitar a corrupção como normal, a acreditar que empreendimento é exploração, que pequenas conquistas individuais fornecidas pelo Estado compensam a degradação coletiva. Essa lógica é o verdadeiro veneno: transforma cidadãos em espectadores ideológicos, e espectadores em cúmplices.
O que está em jogo não é apenas economia ou política, mas a própria identidade nacional. O silêncio não é apenas ausência de voz, é ausência de consciência. É a renúncia ao papel de sujeito histórico!
O Brasil precisa parar!
Precisa romper com a mentalidade de submissão e comodismo, precisa entender que liberdade não se conquista com silêncio, mas com consciência e ação.
A reconstrução moral exigirá coragem, disciplina e uma ruptura cultural profunda, precisará de uma percepção clara de que quase todos foram sistematicamente doutrinados no viés socialista, sem que percebessem esse movimento calculado.
Não será tarefa de um governo ou de um líder isolado, mas de uma geração inteira disposta a enfrentar a verdade: fomos moldados para aceitar a mentira como regra. Enquanto não houver essa mudança de mentalidade, continuaremos prisioneiros de um sistema tirano que se alimenta da covardia coletiva.
O ser humano só se torna livre quando reconhece sua própria responsabilidade. O Brasil só será livre quando cada brasileiro compreender que não basta sobreviver, é preciso existir com dignidade.
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