N, a seca, a água e a insignificante produção de alimentos
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Vamos nos deter explanando o caso do RGN que tem hoje oficialmente mais de 90% do seu território em semiaridez, e do semiárido NE, a maior porcentagem de área em estado adiantado de desertificação artificial. Ver mapas da hidrografia. Comparemos a representação do esqueleto dos rios nos 2 mapas com as bacias hidrográficas, principais - Apodi/Mossoró e Açu/Piranhas com não menos de 80 rios de mais de 40km de extensão no mapa 2 mais antigo em escala numérica e gráfica maior e não mais que 40 rios afluentes nas duas bacias no mapa mais recente; 3 outras bacias, a exemplo do RGN, o Potengi, e 5 pequenos riachos na zona da mata RN, Grande Natal, a exemplo do Pitimbu e Maxaranguape perenizados com esgotos; o RN Hoje tem 6.000km de rios secos, mortos, apesar de ter recebido um volume de chuvas de 30 bilhões de m3 de água em 2.025 e 25 bilhões de m3 de água das chuvas em 2.026; todos os açudes, barragens, barreiros, cerca de 200.000 unidades no RN são construídos em rios riachos; com a fluidez dobrada da água dos reservatórios, pela ação do novo clima imposto pelos fenômenos El ñino e aquecimento global, os 5 bilhões de m3 da reserva oficial estará reduzida a 1,5 bilhão em dezembro de 2.026, e considerando que El ñino permanece atuando, a estação chuvosa de 2.027 no território RN estará reduzida a 20 bilhões de m3 de água, inviabilizando as obras hídricas no chão, á céu aberto; comparando os 2 mapas da hidrografia do RN no mapa mais antigo, de maior escala, não aparecem os rios da bunda do Elefante do outro mapa, por ser insignificantes para representação nessa escala gráfica; Trata-se do sertão do Mato Grande, onde o terreno ligeiramente plano, predominante arenoso absorve 100% da água da chuva de 700mm/ano. entre Touros e Mossoró, cerca de 12.000km2, que já foi celeiro de alimentos; pelas leis da física que regem o comportamento da água na Terra era de se esperar que essa água da chuva facilmente drenada tivesse criado um lençol de grande volume de água, como em um aquífero como o de Natal, zona da mata RN, com terreno de dunas e tabuleiros de areia; De fato em todo Nato Grande cavava-se cacimbões com 30 metros de profundidade, com água doce; em Mossoró, nessa área existiu o grande Projeto de agricultura irrigada, a exemplo da MAISA - Mossoró/agroindustrial/sociedade/anônima com poços de 1.000m de profundidade, que salgaram, ou secaram baseado numa lei da física que funciona até ba ciência da Economia = a procura maior que a oferta, OU de onde se tira e não se repõe, acaba; a procura pela água do poço é maior que o suprimento feito pela água da chuva; na Política e na literatura ambiental BR o déficit hídrico no RN é o apocalipse, entretanto de acordo com as leis da mecânica dos fluidos o brasileiro é o único povo da Terra que faz seca com 300mm de chuvas ao ano no Nordeste e com 1.000mm de chuvas ao ano na Amazônia; quer dizer que a seca no BR é cultural, déficit intelectual, quando a água da chuva vira lixo no chão e foge daqui como o diabo deveria fugir da cruz; assim, bicho, nem Jesus Cristo daria jeito nesse TROÇO infiliz; vamos botar esse texto(e imagens) de educação ambiental cientifica aos cuidados do Grupocidadao190, e para todo Mundo saber, publicar em desemberasil.blogspot.com
Informação de educação ambiental na visão de um ex-flagelado da seca, que saiu da ampola. Tudo a ver sobre a evolução do déficit de água doce, com o crescimento da seca e desertificação artificiais, no NE, de 1.950 a 1.970, detalhando na imagem como catástrofe proporcionou o avanço nas áreas úmidas: zona da mata e Nordeste Amazônico em cada Estado.



