sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Sertão (da internet é FALSO).
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

1)O sertão, também conhecido como sertão nordestino, é uma das quatro sub-regiões da Região Nordeste do Brasil, sendo a maior delas em área territorial. Estende-se pelos estados de AlagoasBahiaCearáParaíbaPernambucoPi-auíRio Grande do Norte e Sergipe.
2)Ao contrário dos demais semidesertos do mundo, o sertão não margeia um grande deserto, mas sim zonas úmidas. Isso explica suas peculiaridades biomáticas e sua atipicidade demográfica. Compreende as áreas dominadas pelo clima tropicalsemiárido (quente e seco)  apresentando temperaturas médias elevadas, entre 25 ºC e 30 °C (ultrapassando os 42 ºC nos dias mais quentes somente no Raso da Catarina na Bahia e no centro-sul do Piauí) e duas estações bem definidas: uma chuvosa e outra seca. 3)As chuvas concentram-se em apenas três ou quatro meses do ano, e pluviosidade no Sertão atinge a média de 750 milímetros anuais, sendo que em algumas áreas chove menos de 500 milímetros ao ano.
História     
4)Há duas versões para explicar a origem da palavra Sertão durante a colonização do Brasil pelos portugueses. A primeira sustenta que ao saírem do litoral brasileiro e se interiorizarem, perceberam uma grande diferença climática nessa região semiárida. Por isso, a chamavam de "desertão", ocasionado pelo clima quente e seco. Logo, essa denominação foi sendo entendida como "de sertão", ficando apenas a palavra Sertão. A segunda versão, mais confiável, descreve a palavra como sendo derivada da palavra latina "sertanus", que significa área deserta ou desabitada, que por sua vez deriva de "sertum", que significa bosque.
5)O primeiro processo do país de interiorização ocorreu nessa região, entre os séculos XVI e XVII, com o deslocamento da criação de gado do litoral, devido à pressão exercida pela expansão da lavoura de cana-de-açúcar, que era o principal produto de exportação da economia colonial. A área foi conquistada por povoadores de origem europeia com escassos recursos e o desenvolvimento da pecuária possibilitou o desbravamento nos sertões. Os caminhos de boiadas assim criados permitiram a articulação e o intercâmbio entre o litoral nordestino e o interior, dando origem a diversas cidades. O rio São Francisco constituiu uma via natural de entrada para o Sertão, ampliando a extensão da área envolvida nessas trocas.


Cabaceiras, no sertão da Paraíba, possui o menor índice pluviométrico do Brasil, com apenas 350 milímetros de chuva por ano.

savana estépica, chamada no Brasil de caatinga, é a vegetação predominante do sertão - 50% do sertão de 500.000 km2.
6)O Sertão é a sub-região que apresenta o menor índice pluviométrico de todo o país. A escassez e a distribuição irregular das chuvas nessa área devem-se, sobretudo, à dinâmica das massas de ar e, também à influência do relevo. As chuvas geralmente ocorrem entre os meses de dezembro e abril. Porém em certos anos, não ocorrem precipitações nesse período e a estiagem pode se prolongar dando origem às secas.
7)Os mecanismos indutores de pluviosidade na região são a umidade da Amazônia, a Zona de Convergência Intertropical e as frentes frias que organizam instabilidades sobre o Sertão. Entretanto, observa-se a irregularidade na atuação desses sistemas meteorológicos devido a inúmeros fatores. Seu período chuvoso depende crucialmente da temperatura no Oceano Atlântico e da ocorrência dos fenômenos El Niño e La Niña. As áreas que apresentam menor pluviosidade estão localizadas no Vale do São Francisco, entre a Bahia e Pernambuco, e nas escarpas do planalto da Borborema, no estado da Paraíba.
8)A ocorrência das secas está diretamente relacionada ao fenômeno do aquecimento das águas do Oceano Pacífico,  nas proximidades da costa oeste da América do Sul, denominado El Niño. Esse aquecimento do Pacífico ocorre em períodos irregulares de três a sete anos, interferindo na circulação dos ventos em escala global, e consequentemente, na distribuição das chuvas no Sertão nordestino. Elas acarretam grandes prejuízos aos proprietários rurais, que perdem suas lavouras e criações, e à população em geral, que sofre com a falta de alimentos e água potável nessa sub-região do Nordeste. A área atingida pela seca equivale a três vezes o estado de São Paulo.
9)As chuvas esporádicas e o auxílio emergencial não podem fazer esquecer a necessidade de se criarem alternativas eficazes para combater o problema. Uma alternativa para garantir água durante a seca na zona rural são as cisternas, com capacidade para 15 mil litros custa cerca de R$ 1,8 mil e podem abastecer uma família de cinco pessoas por sete a oito meses de estiagem.

10)Mapa dos municípios que compõem o clima semiárido brasileiro conforme delimitação feita pelo Ministério da Integração Nacional em 2005.
Polígono das Secas      
Com o propósito de facilitar ações para combater as secas e amenizar os seus efeitos sobre a população sertaneja, o governo federal delimitou em 1951, o chamado Polígono das Secas.
11)Inicialmente, o Polígono abrangia cerca de 950 000 quilômetros quadrados, estendendo-se pelas áreas de clima semiárido. Entretanto, após a ocorrência de grandes secas, a área do Polígono foi ampliada, alcançando parte do estado de Minas Gerais, também atingido pelas estiagens.
12)Diversos órgãos do governo são responsáveis pelo combate às secas, especialmente o DNOCS (Departamento Nacional de Obras Contra as Secas), que coordena programas de irrigação, construção de poços artesianos e açudes, bem como outras funções, visando amenizar os problemas da população.
13)Caatinga       
Estepe, chamada de Caatinga no Brasil, é a vegetação predominante em todo Sertão e em parte do Agreste. Ela ocupa as áreas de clima semiárido, resistindo às secas através de adaptações naturais, é um tipo de vegetação xerófila de semidesertos.
Demografia   
Centros urbanos   

14)Fortaleza no Ceará é a única capital nordestina localizada na região geográfica do Sertão.

Petrolina em Pernambuco é sede do maior aglomerado urbano do interior sertanejo.

15)Vitória da Conquista na Bahia é a maior cidade interiorana do Sertão.
O seu maior polo geopolítico e civilizacional fica na sua parte mais setentrional e costeira, ou seja, Fortaleza, que também é uma das nove capitais da região.
O sertão também conta com importantes centros urbanos que exercem significativa influência na região, tais como: PicosPedro IIOeiras e São Raimundo Nonato no PiauíJuazeiro do NorteSobralIcó e Crato no CearáMossoróCaicóAssu e Currais Novos no Rio Grande do NortePatosSousaCajazeiras e Pombal na ParaíbaPetrolinaSerra TalhadaAraripina e Arcoverde em PernambucoDelmiro GouveiaSantana do IpanemaSão José da Tapera e Pão de Açúcar em Alagoas; e Vitória da ConquistaJuazeiroJequié e Barreiras na Bahia.
16)Regiões metropolitanas    
O sertão possui seis regiões metropolitanas oficiais, sendo a mais importante a Região Metropolitana de Fortaleza. Segue abaixo a população de cada uma. Os dados são de 2010.

NOTA: Fortaleza não é sertão – é litoral e brejos de baixadas.




No dicionário da língua portuguesa sertão é um lugar longe do mar, ou afastado do litoral.




Na colonização do NE os colonizadores, feito caranguejos, ficaram no litoral; Macaíba, RN que está a menos de 10 km do Mar seria sertão, ou seja, lugar longe do Mar.




Na prática, e pelas características físicas e biológicas o sertão estar a 90km do Mar; No RN, PB PE AL SE BA  existem o agreste e zona da mata entre o litoral e o sertão de caatingas; no CE e PI existem os brejos de baixadas e brejos de altitudes entre o sertão de caatingas e o Mar.




Aproveitamos o texto da Wikipédia (na internet) e fizemos cortes e emendas para torná-lo real, confiável.




Abaixo, o termo cultura (agrícola), citando a competição entre a zona da mata e o sertão pelo cultivo de cana-de-açúcar, o que é uma inverdade: 1) no sertão o cultivo de cana de açúcar só nos brejos de baixadas e de altitude, como é o caso do CE e PI que não tem zona da mata. 2) no agreste RNPBPEALSEBA se cultivou cana de açúcar nos BREJOS; CE e PI não tem agreste.




No MA não tem sertão de caatingas, porém tem brejos de altitudes e de baixadas.



Cultura    
17)O sertão compete com a Zona da Mata pelos melhores carnavais da região (FALSO). O mesmo ocorre com o São João, já que o Agreste possui os maiores, porém o sertão compete com muitos dos melhores festivais, dentre os quais se destacam o de Patos e Mossoró. No litoral semiárido, também existe a cultura do jangadeiro setentrional, tido como o arquétipo do cearense, mas que não reflete tanto o sertanejo meridional, sem litoral. O principal ritmo nativo do Sertão é o forró.

Espetáculo "Chuva de Bala" nos festejos juninos de Mossoró, Rio Grande do Norte.
Muito embora não seja divulgado na grande mídia, a região do sertão é farta no tocante à cultura da poesia popular. É imensa a quantidade de pessoas com habilidade na arte da rima e no improvisar de versos. Através desses repentista, algumas canções tornaram-se conhecidas nacionalmente: como exemplo, a música "Mulher nova bonita e carinhosa", conhecida na interpretação da cearense Amelinha e do paraibano Zé Ramalho é de autoria do cantador repentista pernambucano, Otacílio Batista. Outro exemplo é a música "A volta da asa branca", de autoria de Zé Dantas, outro sertanejo pernambucano, da cidade de Carnaíba.
A cultura norte-mineira é uma das mais ricas do Brasil e se difere em cada região, mas se baseia em festas religiosas e folclóricas como levantamento de mastro e os famosos Catopês das Festas de Agosto em Montes Claros. Tem forte influência das lendas e crenças que rondam o Rio São Francisco nas cidades ribeirinhas como JanuáriaPiraporaManga entre outras. Na região do Grande Sertão Veredas, existe a forte tradição da Folia dos Três Reis Magos, que acontece todos os anos no início do ano: os foliões passam de casa em casa e são servidos pão de queijo feito no forno caipira, pinga e café. Uma grande festa na casa de um dos foliões ou devoto fecha a celebração. O vale do Jequitinhonha é também bastante rico culturalmente.
Cronologia    
·         Século XVII: O sertão é a última região a leste de Tordesilhas a ser conquistada aos nativos (curiosamente a costa de latitude similar foi das primeiras a tal - a questão hidro-geológica explica bastante), no entanto a pioneira na grande pecuária que se desenvolve nas principais bacias da zona (São Francisco, Jaguaribe, Piranhas-Açú, alto Paraíba, etc).
·         Século XVIII: Um colono luso-nordestino radicado na estepe franciscana lidera os emboabas rumo a vitória contra os paulistas na direção do alto São Francisco.

Patos na Paraíba, uma importante cidade do Sertão Nordestino.
·         Século XIX: A decadência da pecuária é compensada pelo boom do algodão exportado para o noroeste inglês a exemplo de Liverpool.
·         Século XX: Grandes levas de sertanejos pós-boom do algodão vão na direção da Amazônia onde conquistam o Acre, mas também vão a outros biomas do próprio Nordeste nas sedes estaduais e outras regiões (principalmente SP). Muitas personalidades e famosos de várias zonas do país fora da estepe descendem diretamente de sertanejos em várias gerações.
·         18)XXI: A transposição do rio São Francisco gera novas expectativas para o retorno da estepe a grande economia interna e externa a exemplo do que já ocorre na bacia do Jaguaribe, Açú, São Francisco, dentre outros, onde há forte exportação de frutas tropicais para o mercado do norte europeu e até mesmo a única zona vinícula semi-equatorial do mundo, com duas safras por ano. Este vinho único descende de sementes ítalo-estadunidenses, já que as trazidas da Itália para o planalto meridional (região inicial de plantio) não se adaptaram as condições destas longitudes americanas.

Para tornar esse texto (acima) da Wikipédia real, com credibilidade, enumeramos cada tópico, de 1 a 18, e agora vamos á informação científica:
1)   Sertão de caatingas = sertão do NE em 8 Estados; o MA tem sertão, mas não tem caatingas;
2)   A caatinga inserida no sertão é uma infinidade de clareiras, semiárido natural do NE porque não tem solo; no sertão há também brejos de altitudes úmidos, cerrados, várzeas férteis de rios;
3)   Média de 750mm ao ano é fantasia; nos  últimos 3.000 anos a oferta de chuvas variou de 300mm (em 1 ano) a 1.100m (em um ano) , média de 500mm ao ano, para a qual a flora e a fauna estavam adaptadas, sofrendo com 300mm e com 1.100mm ao ano;
4)    No tempo da colonização o sertão NE recebia um volume de chuvas maior do que em 90% de Portugal; fora da caatinga a flora e a fauna do sertão foi mais significativa do que em 80% da Europa;
5)   Pressão da cana de açúcar da zona da mata NE;
6)   O índice de chuvas no sertão NE foi maior do que nos pampas gaúchos; todos os anos chove no sertão, no mínimo 300mm em 60 dias de estação chuvosa;
7)os indutores de pluviosidade foram inibidos pelo desmatamento bestial
8) tem a ver também com a temperatura da água do Oceano Atlântico;
9)O governo e a comunidade não criaram qualquer alternativa para se disponibilizar de água no verão seco do sertão que pode durar 240 dias;
10) são 1.133 municípios em 900.000 km² do sertão, do agreste, dos brejos e até da zona da mata; com MG chega-se a 1.200.000km².
11) foram criados dezenas de órgãos federais e estaduais supostamente para resolver o problema da escassez de chuvas no verão, BESTAS e MULAS que oficializaram a indústria da seca;
12) só existe caatingas no sertão;
13) Fortaleza não tem qualquer característica de sertão – nem geográfica, nem ecológica, nem ambiental, nem atmosférica;
14)Vitória da Conquista - BA é agreste e não tem caatingas;
15) a única região metropolitana no sertão é Teresina-PI, mas não tem caatinga;
16) – Falso;
17)transposição do rio São Francisco? Jamais funcionará como preconizado;
18) A seca nordestina não tem nada a ver com escassez de chuvas – é criada e mantida pela ignorância e extravagância, ou melhor, analfabetismo científico BR; o texto da Wikipédia deu prova cabal desta afirmativa (ratifica). 

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

O BR nasceu aqui, e pode finalizar aqui

Tempo 4 – O Brasil nasceu AQUI.

A Zona da Mata é uma sub-região que fica no litoral da Região Nordeste do Brasil que se estende do estado do Rio Grande do Norte até o sul da Bahia, formada por uma estreita faixa de terra para os padrões continentais do Brasil. O nome “Zona da Mata” deve-se à Mata Atlântica que originalmente cobria a região, mas atualmente está quase extinta.
Sua área concentra seis das nove capitais da região (Natal, João Pessoa, Recife, Maceió, Aracaju e Salvador). É a zona mais urbanizada, industrializada e economicamente desenvolvida da Região Nordeste. Latitudinalmente pode ser subdividida em setentrional (polarizada pelo eixo Natal-João Pessoa), central (polarizada pelo eixo Recife-Maceió) e meridional (polarizada pelo eixo Salvador-Aracaju).
O povoamento desta região é muito antigo, sendo ocupada por vários povos paleo-índios até que por volta do século XV levas migratórias de povos de línguas tupi ocuparam o litoral.
Esta região foi muito disputada inicialmente por franceses e portugueses na sua parte mais ao norte acima de Olinda, depois por holandeses e espanhóis durante a União Ibérica. E só mais de um século e meio depois da sua descoberta pelos portugueses seria finalmente por estes controlada plenamente.
Na época colonial, instalou-se nessa área o empreendimento de exportação das indústrias de açúcar. As condições ecológicas eram ideais para o cultivo da cana. Os solos, férteis e escuros conhecidos como massapê, cobrem os vales dos rios, que ficaram conhecidos como "rios do açúcar". Vários desses rios são intermitentes, pois suas nascentes localizam-se no interior tropical semiúmido de altitude.
Cronologia por século     
·         XVI : A zona da Mata é uma das primeiras regiões do país a serem invadidas pelos europeus.
·         XVI: A zona da Mata se torna o motor da economia mercantil do Brasil, graças a exportação de açúcar.
·         XVII: As invasões holandesas criam em parte da Zona da Mata uma civilização atípica os vizinhos então iberizados denominada América Holandesa ou Nova Holanda. Suas principais cidades são Mauristaadt, Frederickstaad e Nova Amsterdam. A zona da Mata perde a supremacia pecuarista para o Sertão.
·         XVIII: Guerra dos Mascates.
·         XIX: O ciclo do açúcar começa a apresentar sinais de decadência graças ao açúcar da beterraba. O algodão passa a emergir como força econômica na região graças a guerra civil nos EUA. O Sertão e Agreste nessa altura ganham um novo peso pós-pecuaria com o agravante da queda do açúcar mas graças aos portos de escoamento importante pólo comercial e proto-industrial.
·         XX: Regional, a Zona da Mata passa a ser o principal núcleo industrial e comercial do Nordeste Sulamericano.
·         XXI: Superando certa estagnação e decadência das últimas décadas do século XX, a Zona da Mata passa a crescer acima da média do país.     


Fragmento de Mata Atlântica em Olinda, Pernambuco.
vegetação original na zona da mata era predominantemente Mata Atlântica. É uma área com alto nível de urbanização, além de concentrar os principais centros regionais do Nordeste. No setor agrícola, destaca-se as grandes propriedades de tabacocana-de-açúcar e cacau. Existe uma larga produção agrícola, devido ao solo fértil (massapê). Nas últimas décadas dessa região, tem ocorrido crescimento industrial impulsionado por incentivos fiscais estaduais.
Seu clima é tropical úmido com temperaturas que rondam entre os 20 e os 30 graus positivos, pouco descendo abaixo dos 20 graus, embora nas longitudes menos costeiras temperaturas abaixo dos 20 graus não sejam tão incomum, graças a continentalidade sem a influência maior das correntes marinhas equatoriais e tropicais. Também sobe pouco acima dos 30 graus, ao contrário do bioma sertão na mesma latitude e outros biomas de latitude e umidade similar no sudeste asiático.
·         Estende-se do litoral a 200 km para o interior.
·         Apresenta regularidade de chuva.
·         Culturas: cana-de-açúcar, cacau, tabaco e lavoura de subsistência.
Costa         
A zona da mata nordestina possui a maior variedade costeira do Brasil indo desde a costa de dunas no RN, passando pela costa das falésias na PB, costa dos arrecifes em PE, costa das lagunas ou região dos lagos que deu nome ao estado alagoano, praias de planícies e extensos coqueirais em SE e grandes recortes costeiros de água morna o ano inteiro na Bahia e outros estados. Há também zonas de transição entre tais tipos de costa e também "ilhas" de um tipo "infiltradas" na zona de outro padrão costeiro
Demografia    

Capitais da Zona da Mata vistas à noite a partir do espaço.
As cidades mais emergentes da Zona da Mata são as suas menores sedes metropolitanas, já que o crescimento desordenado nas últimas décadas trouxe demasiados problemas a Salvador e Recife comparáveis aos enfrentados pelas duas maiores capitais do Sudeste (São Paulo e Rio de Janeiro). As regiões metropolitanas de NatalJoão Pessoa e Maceió são importantes centros urbanos desta zona geográfica, tendo as três população superior a um milhão de habitantes. As regiões metropolitanas de João Pessoa e Aracaju foram as que mais cresceram na sub-região segundo o último censo; a primeira na zona da mata setentrional e a segunda na zona da mata centro-meridional.
Na última década, segundo o IBGE, a Região Metropolitana de João Pessoa ultrapassou a de Maceió em população, tornando-se a quarta maior desta zona geográfica. A Região Metropolitana de Natal é o terceiro maior aglomerado urbano da Zona da Mata, após as regiões metropolitanas do Recife e de Salvador. De acordo com o último censo, Natal cresceu muito no meio da última década, mas desacelerou seu crescimento com o estouro da bolha imobiliária e a crise externa de 2007, já que dependia da captação de moeda externa dos investidores de fora em seus imóveis e setor turístico. Ao mesmo tempo capitais da zona da mata de porte similar que não dependiam tanto do capital externo quanto Natal no seu setor imobiliário e turístico, seguiram padrões divergentes. Enquanto Maceió cresceu menos e foi ultrapassada como região metropolitana, João Pessoa e Aracaju mantiveram alto crescimento, conseguindo a primeira crescer mais no Nordeste Setentrional e Oriental e a segunda chegar cada vez mais próximo do seu primeiro milhão de habitantes na sua metrópole. Ambas cresceram mais de 22,5% na última década segundo a revista Veja.
Assim dentro da Zona da Mata, há a Zona Açucareira, Recôncavo Baiano (zona do tabaco) e Zona do Cacau.
Economia  


Salvador é o terceiro município mais populoso do Brasil e o mais populoso do Nordeste e Zona da Mata.
No início da colonização, a Zona da Mata não era dominada completamente pelas plantações de cana. A população das cidades e das fazendas necessitava de alimentos. Por isso, uma parte das terras ficava reservada para cultivo de milhomandiocafeijão e frutas. Também existiam pastagens para a criação de gado. Essas terras eram os tabuleiros, áreas um pouco mais elevadas situadas entre os vales de dois rios sub tropicais como no sul
Como os solos dos tabuleiros são menos úmidos e mais pobres que o massapê, não eram usados para o plantio da cana. Assim, inicialmente, toda a produção agrícola e até a pecuária localizavam-se na faixa úmida do litoral, onde se instalaram sítios familiares produtores de alimentos e fazendas de gado.
Porém, a produção de cana crescia à medida que aumentavam as exportações de açúcar para a Europa. As sesmarias se dividiam entre os herdeiros dos primeiros proprietários. Cada um deles criava novos engenhos, que necessitavam de mais cana.
Muita coisa mudou na agricultura da Zona da Mata desde a época colonial. A escravidão deu lugar ao trabalho assalariado dos bóias-frias. Os antigos engenhos foram substituídos por usinas de açúcar e álcool. Mas a cana-de-açúcar permaneceu como produto principal da faixa litorânea do Nordeste.
Mas a cana-de-açúcar não é a única cultura da Zona da Mata. No litoral da Bahia, principalmente na área do Recôncavo Baiano, nas proximidades de Salvador, apareceram importantes culturas de tabaco. No sul da Bahia, na área das cidades de Ilhéus e Itabuna, concentraram-se as fazendas de cacau. Além disso, a produção de frutas vem adquirindo importância na Zona da Mata. Há várias frutas nativas do Nordeste - como o caju, o cajá, a mangaba e a pitanga - que servem para fazer deliciosos sucos e doces. Outras frutas, provenientes das áreas tropicais do Oriente - como a graviola, a jaca e a manga - adaptaram-se muito bem aos solos e climas nordestinos, destacando-se que a estabilidade da temperatura (que em geral varia entre 25°C e 30°C) na região é um aspecto positivo importante.
A Zona da Mata é também a sub-região mais industrializada do Nordeste brasileiro, sendo a Região Metropolitana do Recife e a Região Metropolitana de Salvador as áreas em que a indústria é mais forte e diversificada.
Destaca-se a produção de aços especiais, produtos eletrônicos, equipamentos para irrigaçãobarcosnavios, cascos para plataformas de petróleochipssoftwaresautomóveisbaterias e produtos petroquímicos, além de produtos de marca com valor agregado.
Polo Petroquímico de Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador, é o maior complexo industrial integrado do Hemisfério Sul. Abriga, entre outras empresas, uma fábrica da Ford, a primeira montadora de automóveis da Região Nordeste.
Complexo Industrial Portuário de Suape, na Região Metropolitana do Recife, abriga empresas como o Estaleiro Atlântico Sul (maior estaleiro do Hemisfério Sul) e central de logística da General Motors. A Fiat lançou em Suape, no final de 2010, a pedra fundamental de sua nova fábrica, a terceira da marca na América Latina. A pedra fundamental da Refinaria Abreu e Lima foi lançada em 2005.
Cultura    

A Zona da Mata nordestina foi o berço dos principais ritmos do país a exemplo do frevo, maracatu, samba de roda do recôncavo, bossa nova, axé, arrocha e outros. O trio elétrico também tem origem na zona da Mata, como também alguns intérpretes da música brasileira tais como Caetano Veloso, Maria Betânia, Alceu Valença, Marina Elali, Herbert Viana e muitos outros.
O samba de roda foi transferido duas vezes do recôncavo ou zona da mata meridional para o Rio de Janeiro. Primeiro na transferência de mão de obra dali para a zona cafeeira em Vassouras, mas essa transferência acabou ficando apenas no interior e não chegando a capital. Na segunda leva migracional já na primeira República a que realmente transferiu esse tipo de percussão para tal cidade.
Carnaval
Por ser uma das regiões mais antigas do Brasil, encontram-se muitos dos carnavais mais tradicionais do país, os carnavais mais badalados ficam em Recife, Olinda e Salvador.
Ver também


vegetação original na zona da mata era predominantemente Mata Atlântica. É uma área com alto nível de urbanização, além de concentrar os principais centros regionais do Nordeste. No setor agrícola, destaca-se as grandes propriedades de tabacocana-de-açúcar e cacau. Existe uma larga produção agrícola, devido ao solo fértil (massapê). Nas últimas décadas dessa região, tem ocorrido crescimento industrial impulsionado por incentivos fiscais estaduais.
Seu clima é tropical úmido com temperaturas que rondam entre os 20 e os 30 graus positivos, pouco descendo abaixo dos 20 graus, embora nas longitudes menos costeiras temperaturas abaixo dos 20 graus não sejam tão incomum, graças a continentalidade sem a influência maior das correntes marinhas equatoriais e tropicais. Também sobe pouco acima dos 30 graus, ao contrário do bioma sertão na mesma latitude e outros biomas de latitude e umidade similar no sudeste asiático.
·         Estende-se do litoral a 200 km para o interior.
·         Apresenta regularidade de chuva.
·         Culturas: cana-de-açúcar, cacau, tabaco e lavoura de subsistência.



 oficialmente conhecida pela “civilização” quando Pedro Álvares Cabral aportou em Porto Seguro, BA, em 22 de abril de 1.500, com o primeiro documento histórico do BR –a Carta de Pero Vaz de Caminha, escrivão da frota de Cabral, enviada imediatamente a Portugal, que apesar do seu reduzido conteúdo, mas fiel, descreveu para o velho Continente, Europa, a verdadeira “terra prometida”, com recursos naturais, VIDA e belezas incomparáveis a qualquer outra área da Terra conhecida até então; NB: se a zona da mata NE, de riquezas mil, não tivesse sido tão agredida, descaracterizada, nenhuma outra parte da Terra poderia receber o título de TERRA PROMETIDA citada em livros religiosos, como presente do Criador do Universo. A zona da mata é a área com maior densidade demográfica do NE e, portanto a mais agredida; nenhuma outra área do BR permaneceria “de pé” com 517 de destruição “humana”; alguns recursos naturais foram eliminados, extinguiram-se 85% da cobertura vegetal, 95% da ecologia, e todas as variáveis atmosféricas foram alteradas, para pior: 1) os rios, antes perenes, os que não secaram, foram contaminados pelo progresso??? 2) o solo foi eliminado, ou esgotado; 3) os lençóis de água subterrâneas tiveram o volume reduzido, ou contaminados. Aumentou o teor de evaporação; a poluição atmosférica é dantesca; hoje a zona da mata RN tem o segundo maior bolsão de miséria do NE.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Para a vida chegar AQUI – tempo 2.
Dados comparativos entre a seca NE e a involução, ou evolução da Humanidade.
Na linha evolutiva da vida na Terra, primeiramente a vida microscópica na seguinte ordem, no tempo: 1) Reino Monera – algas e bactérias; as bactérias podem ter vindo de outros corpos siderais, porém as algas são seres terráqueos; 2) vírus; 3) fungos; 4) protistas, seres unicelulares; a ordem cronológica da origem desses seres obedece à adaptabilidade às condições a...
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Para a VIDA chegar AQUI teve o início, o Meio com um FIM(finalidade, ou extinção).
Tempo 1.
Em 7.528 da chamada civilização humana a Terra sofreu, ou gozou de uma transformação maior do que em 1,5 milhão de anos da origem do Hominídeo neste Planeta; e mesmo nesse pequeno intervalo de tempo de “civilização” tivemos vários estágios evolutivos em termos de adaptabilidade ás condições ambientais/climáticas; o Homem nasce o mais frágil dos animais, e apesar de ter os ingredi...
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Que loucura!

Estudo meteorológico no NE parece a letra do samba do criou doido.
Últimas e principais notícias, reportagens especiais, sobre economia, política, saúde e cultura dos…
DIARIODONORDESTE.VERDESMARES.COM.BR|POR HONÓRIO BARBOSA - COLABORADOR
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Damião Medeiros Ninguém se entende quando se tratam da ciência ambiental; poderia ser também a descrição da Torre de babel BR; que loucura!