Post de Severino
Não basta chover; tem que ter água doce potável no estado líquido.
Assú Todo Dia está com assutododiaextra e igarnrn em Assú/RN. · Seguir
O Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por meio do Instituto de Gestão das Águas do Rio Grande do Norte (IGARN), divulgou nesta quarta-feira (22) o Relatório Volumétrico dos principais reservatórios do estado. O levantamento aponta que as reservas hídricas superficiais acumulam 2.494.733.900 m³, correspondentes a 47,15% da capacidade total de 5.291.480.649 m³.
No relatório anterior, publicado na sexta-feira (17), o volume acumulado era de 2.405.816.687 m³, equivalente a 45,47% da capacidade estadual, indicando incremento de 88.917.213 m³ no período.
O açude Novo Angicos, localizado no município de Angicos, com capacidade para 4.245.061 m³, atingiu 100% da sua capacidade e começou a verter na madrugada desta terça-feira (22). Outro manancial que também está sangrando é o açude Inspetoria, em Umarizal, com capacidade para 3.095.125 m³.
Permanecem com 100% da capacidade os seguintes reservatórios: Campo Grande, em São Paulo do Potengi; o açude público de Marcelino Vieira; o açude público de Riacho da Cruz; o açude público de Encanto; e o açude Tesoura, em Francisco Dantas, além das lagoas de Pium e do Jiqui.
O açude Beldroega, em Paraú, apresentou aumento de 24,75 pontos percentuais, acumulando atualmente 6.999.541 m³, o que representa 86,87% da sua capacidade total, de 8.057.520 m³. No levantamento anterior, o reservatório estava com 5.005.292 m³, equivalentes a 62,12%.
Ao todo, 42 reservatórios monitorados registraram algum nível de recarga. A barragem Armando Ribeiro Gonçalves, maior manancial do estado, acumula 1.005.038.239 m³, correspondentes a 42,35% da sua capacidade total, de 2.373.066.000 m³. No relatório anterior, o volume era de 999.784.117 m³ (42,13%).
A barragem de Oiticica acumula 480.536.922 m³, equivalentes a 64,71% da sua capacidade total, de 742.632.840 m³, ante 420.737.812 m³ (56,65%) registrados no levantamento anterior.
A notícia é do site oficial do @igarnrn
Severino Medeiros
Não basta chover - tem que ter água doce no estado líquido, potável; 80% das doenças da gente vem no LIXO que a gente bebe como se fosse água nos açudes, poços tubulares, cacimbas do rio, canais abertos, na cisterna do beiral da casa, e tal. PROJETO de Captação de água da chuva, junto ao Roçado para suprir a necessidade de Água quando faltar a chuva. Estocar água. Área de Captação de água + Cisterna de armazenamento de água. Estocar água da chuva é o máximo.
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Lavoura, roçado, agricultura, plantação, legumes, cereais fruticultura, hortaliças, cana de açúcar, algodão, tubérculos, capim, gramíneas, ração do gado.
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Dados: Projeto – área de captação de água forrada com lona plástica + cisternas escavadas no chão com camisa de lona e coberta; ÁGUA tal qual vem da Chuva. ESTOCAR água DOCE.
Lavoura diversificada, média de 1.000L de água para produzir 1kg de alimentos, área média de 3m2 de solo, média de 90 dias do plantio à colheita, controle de evaporação do Solo.
COCRI, Criação colaborativa universal do Todo.
Diante da inabilidade do Homem em Produzir alimentos(agropecuária) no semiárido Nordestino de 1.000.000 km2 com 300 a 500mm de chuvas por ano, situação chamada de seca, cantada em prosa e versos nos últimos 300 anos, que culminou com o status de pobreza, miséria, atraso intelectual, com experiências dolorosas dos campos de concentração e de frentes de emergências para flagelados, currais eleitorais, dependência econômica e intelectual de benesses paternalistas governamentais hereditárias e perpétuas, e Considerando que cientificamente não existe Seca, desertificação com 300mm de chuvas ao ano, na literatura mundial. Nós que Fazemos a Fonte Didática e Metodológica para a Ecologia e o Meio Ambiental da Região Nordeste – FEMeA/1.992; montamos este COCRI com informação que justificam a extirpação do processo artificial da seca e da desertificação no Território de 1,5 milhão de km2 da Região Nordeste, e para isso vamos abordar com essa introdução todos os mecanismos criados pela ação do Homem, em 500 anos, por ignorância, ou extravagância, que juntamente com o aquecimento global estão levando a economia, a política, a cultura, e a sociedade brasileira ao caos. A obra hídrica em pauta contorna as questões relacionadas com as leis que regem a água doce das chuvas que fez o Homem nordestino decretar seca com 300 a 500mm de chuvas/ano: 1) a água da chuva vira lixo no Chão, açudes, rios; 2) a água no chão foge como o diabo da cruz, secando rios, lençóis subterrâneos, reservatórios; Essa Obra hídrica pode ser realizada em qualquer lugar e recebe suprimento de água da chuva todos os anos, substituindo as 16 modalidades de obras da indústria da seca. Única água potável no NEBR, de acordo com Gn 2,5. Estocar água da chuva tal qual vem das nuvens é conservar sem perda, contaminação, água doce no estado líquido, Terceiro Elemento, EM QUALQUER LUGAR do NEBR, onde chove mais de 100mm/ano.
Para o abastecimento urbano 100 litros por pessoa ao dia, 40m3/pessoa/ano, EM QUALQUER LUGAR.
São Paulo do Potengi-RN= 17.500 habitantes no Município.
100 litros de água/pessoa/DIA;
+ ou – 40 metros cúbicos/pessoa/ANO;
+ ou – 700.000m3 de água por ano;
Volume de chuvas mínimo= 300mm/Ano;300L/m2, ou
300.000 m3/km2/ano; 700.000:300.000= 2,33 km2 de área de captação de água, ou 233 hectares de área de captação + área para as cisternas, junto, 67 hectares= 300 hectares em 10 PROJETOS
Distribuídos nos 240,425 km2 do território, de acordo com a densidade demográfica na cidade, povoados e assentamentos.
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