sábado, 16 de maio de 2026

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 Gilbués. Piauí

Severino Medeiros
desemebrasil.blogspot.com.
Severino Medeiros
na caatinga, semiárido natural do NORDES Porque não tem SOLO, quarto Elemento, e como tal fica menos de 5% da água da chuva precipitada, com baixíssima massa vegetal, e poucas espécies de animais, condição de DESERTO de pouca, ou nenhuma vida; Santana do Matos RN foi escolhido/a por unanimidade para DEPÓSITO do LIXO nuclear do BR, tendo em vista uma área compacta, contínua de 5.000 km2 de caatingas; nessa cobertura e varredura de fotografias AÉREAS apareceu a Serra de Santana, uma elevação de 500 a 700m de altitude, no centro do RN, com uma massa vegetal de Cerrado, uma chã com cerca de 80 km2 onde estava o MAIOR cultivo de fruticultura do RN, de então, portando área PRODUTIVA; a falta de lugar para o lixo NUCLEAR desarmou o grupo de estudo, e encerrou a produção de energia nuclear no BR. Outra situação com relação ao desastre Eco ambiental, social, político que leva o BR ao Caos aconteceu com os primeiros agropecuaristas que deram início a Civilização humana, na Mesopotâmia, Ásia, chamados Caim e Abel, primeiros filhos de Eva-e-adão, narrativa Ampla, com credibilidade, descrita nos Capítulos 3 e 4 da Bíblia Judaica/cristã. Juntando-se com as postagens transcritas aqui sobre o fenômeno climático El ñino, seria matéria completa para se entender
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Severino Medeiros
Usar, gastar, consumir a Terra; O ciclo climático mais perigoso da Terra começou oficialmente.
Novos modelos climáticos para 2026 projetam um evento El Niño que pode rivalizar com o mais mortal da história registrada.
Um poderoso El Niño está ganhando força no Pacífico equatorial, com modelos climáticos indicando que ele pode se tornar um dos eventos mais intensos da história moderna.
Cientistas estão traçando paralelos alarmantes com o extremo El Niño de 1877, um evento catastrófico que desencadeou quebras de safras e fomes globais, resultando em dezenas de milhões de mortes. À medida que a água excepcionalmente quente se espalha pelo oceano, ela interrompe a circulação atmosférica, alterando os padrões de chuva e as condições climáticas extremas a milhares de quilômetros de distância.
Este não é apenas um fenômeno local; é uma enorme perturbação global que coloca em risco a segurança alimentar e hídrica mundial simultaneamente.
A principal preocupação para 2026 é a sinergia entre este Super El Niño e a atual linha de base do aquecimento global causado pela ação humana. Com as temperaturas oceânicas globais já em níveis sem precedentes, este evento iminente poderá amplificar ondas de calor, secas e inundações a níveis nunca antes vistos.
Desde o colapso da pesca e o branqueamento dos recifes de coral até a ameaça às redes de energia e ao abastecimento de alimentos, o potencial para falhas sistêmicas é elevado. Embora as previsões continuem a evoluir, a crescente confiança entre os pesquisadores serve como um alerta crucial para que as nações preparem suas infraestruturas e sistemas de saúde pública para um período de extrema volatilidade climática.
Severino Medeiros
desemebrasil.blogspot.com
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Severino Medeiros
O fenômeno natural em questão sofreu uma transformação drástica com a situação do aquecimento global, deixando os institutos "do tempo" endoidecidos; antes do Século XX El ñino (apelido para o Menino) acontecia periodicamente a cada 8 anos, anunciado (ou previsto) no mês de dezembro (nascimento de Jesus) e atuava durante até 6 meses; quanto ao aquecimento de parte da água do O. Pacífico, outra loucura: atribui-se aos Ventos Alísios originários de regiões quentes da Terra, ignorando-se; 1) o vento, ar em movimento horizontal que acompanha o relevo da Terra e do Mar nasce em consequência da diferença de temperaturas entre duas áreas adjacentes, da área potencialmente fria para a área mais quente, com a área quente atuando como exaustor; 2) nenhum vento é capaz de aquecer a grande massa de água dos Oceanos; 3) El ñino e La ñina, respectivamente aumento e redução da temperatura da superfície da Água do O. Pacífico junto a A. do Sul tem a VER com as atividades vulcânicas no chamado cinturão de fogo, que inclui vulcões permanentes, periódicos e ocasionais, dentro do Oceano e no Continente da América do Sul; asa atividades vulcânicas oceânicas aquece a água a partir do fundo do Oceano, reduzindo á medida que avança para a superfície sujeita ao esfriamento pelos ventos e pelas chuvas, enquanto as atividades vulcânicas no Continente lançam lavas vulcânicas a 11 km de altitude, mudando a temperatura atmosférica e consequentemente gerando VENTOS; o Estudo correto de La ñina e El ñino tem a ver com as atividades vulcânicas no cinturão de fogo; El ñino aumenta a oferta de chuvas em várias áreas do BR, porém reduz as chuvas no semiárido para 200 a 300mm/ano, que na literatura BR significa seca; a estação chuvosa no semiárido acontece no período de janeiro a junho, em 60 dias com El ñino e 120 dias com La ñina, portanto a alteração no índice pluviométrico do semiárido em 2.026, de janeiro a junho já está definido, média de 400mm, áreas recebendo 600mm e outras áreas recebendo menos de 300mm, enquanto outras áreas do BR onde a estação chuvosa começa em maio, junho, vai chover pra dar nado com El ñino; El nino pode atuar durante 1,000 dias como aconteceu a partir de 1.877 a 79; estudos meteorológicos tem de buscar o comportamento DO TEMPO na variação do aquecimento global que tem a ver com 5 Elementos, todos relacionados com as atividades do envolvimento insustentável do Homem.
Ao Ler o Nome Gilbués, Piauí, nesta Postagem, como um desastre ambiental, social, econômico provocado pelo Uso da terra, do solo, da água, na agricultura paleolítica, nos veio á tona duas situações idênticas a ser consideradas em um estudo científico sobre o envolvimento insustentável do caos, que leva o BR á primeira área da Terra ao apocalipse; comecemos pelas situações mais recentes: na década de 80, Século XX, a comunidade acadêmica e governos estudavam a possibilidade de aumentar a geração de energia nuclear, ampliando de 2 usinas nucleares em Angra dos Reis, RJ, para 9 usinas por todo o BR, mas se deparavam com a inexistência do necessário espaço para os depósitos do lixo nuclear, e para tal os técnicos e cientistas buscavam uma área inóspita, improdutiva, com baixa densidade demográfica, um lugar que pudesse ser isolado, sem perda econômica, social, ao mesmo tempo que em caso de vazamento nuclear não causasse tantos danos, á vida, ao ambiente, como veio a acontecer depois em Chernobyl, na Ucrânia, antiga União Soviética; três áreas em estudo estavam no chamado semiárido: Cabaceiras PB, Gilbués, PI e Santana do Matos RN; a partir de fotografias aéreas (feitas com aviões providos de câmaras fotográficas e filmadoras) um grupo de cientistas, inclusive estrangeiros, reunidos no escritório da SUDENE, Recife PE estudavam milhares de fotos e filmes dessa 3 áreas do NE para apontar a mais seca (pouca chuva) sem SOLO, quarto Elemento; Gilbués, PI teve o SOLO fértil e úmido destruído pela agropecuária paleolítica, enquanto que Cabaceiras PB e Santana do Matos RN estõa
Superfã
MariaElena Balaguer
Fotaça 👏👏👏
Superfã
Silvana Floriano
Impressionante
Maria Etelvina Campos Vilela
Luz e sombra e cor. Foto realmente linda!
Roberto Castello
Puxa, Piaui,!
Superfã
Tiago Gomes Dos Santos
Surreal 😱😱
Ana Luisa Monteiro
Que lugar!!!
Superfã
Marcelo Reis
Bela foto.
Elizabete Motta
Linda !!!!!

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