sábado, 12 de setembro de 2026

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Post de Ciência em Foco - Curiosidades


A FLORESTA QUE FAZ CHOVER LONGE
A chuva que alcança uma horta em São Paulo pode conter água reciclada pela Amazônia e transportada por milhares de quilômetros na atmosfera. 💧🌳
Os chamados “rios voadores” não são rios com margens definidas, mas grandes fluxos de vapor d’água. Ventos trazem umidade do Atlântico para a Amazônia; parte precipita, é absorvida pelo solo e retorna ao ar pela evaporação e pela transpiração das plantas.
Uma árvore de grande porte pode liberar centenas de litros de água em um dia, dependendo da espécie, do clima, do solo e da estação. Multiplicado por milhões de árvores, esse processo ajuda a abastecer a atmosfera e influencia as chuvas em outras regiões da América do Sul.
Ao encontrar a barreira dos Andes, parte do fluxo de umidade é desviada para o centro-sul do continente. Modelagens científicas indicam uma contribuição amazônica relevante para a precipitação de grandes centros, incluindo São Paulo, mas essa participação varia conforme a época e as condições atmosféricas. 🌎
Na horta, o ciclo continua: parte da chuva infiltra e abastece a umidade do solo e as águas subterrâneas; outra parte escoa até córregos e rios. Cobertura vegetal, matéria orgânica e menor compactação geralmente favorecem a infiltração e reduzem o escoamento superficial.
A floresta recicla umidade. A atmosfera a transporta. O solo a recebe e armazena. A agricultura depende da conexão entre todos esses processos. 🌱
⚠️ Aviso importante
A expressão “rios voadores” é uma analogia científica. Nem toda chuva do Sudeste vem da Amazônia: oceanos, circulação atmosférica, relevo e outras áreas continentais também participam de sua formação. O desmatamento pode enfraquecer a reciclagem de umidade, mas seus efeitos variam no espaço e no tempo e continuam sendo estudados.
Você imaginava que a água da sua horta pudesse ter atravessado parte do continente pelo ar?
Fontes
• Journal of Climate — transporte de umidade entre a Amazônia e o sul do continente• JGR Atmospheres — reciclagem da umidade amazônica• PNAS — sistema hidroclimático Andes–Amazônia–Atlântico• Embrapa — cobertura do solo e infiltração de água
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desemebrasil.blogspot.com
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  • O Vegetal é o quinto Elemento da Natureza tal é seu comprometimento com o equilíbrio do clima, principalmente com o 3º Elemento - água doce no estado líquido, porque tem 65% de água no corpo, coletada do SOLO por intermédio de suas raízes E nas suas atividades metabólicas TROCA água com o SOLO, com a Atmosfera, com outras formas de vida, hidrosfera, litosfera; Por isto avalia-se a desertificação de uma área pela ausência de elementos vegetais, em densidade, variedades de espécies, porte; para se ter uma ideia concreta do comprometimento da cobertura vegetal com os Elementos do clima, sabe-se que nos Oceanos que cobrem mais de 70% da superfície terrestre o Reino Vegetal é pouco representado(se comparado a esse elemento nas terras emersas) PORQUE: não tem Solo, Luz solar, ventilação; não tem os gases (independentes) da atmosfera; a água é salgada, imprópria para a Vida vegetal e animal no Continentes; em qualquer parte da "terra" onde tem SAL, não chove (origem da água doce no estado líquido) a ida animal e vegetal não tem VEZ, como é o caso dos desertos de sal, gelados; no Atacama, Saara; como é o caso de açudes, reservatórios outros, lençol subterrâneo no semiárido nordestina; O Sal cloreto de sódio é do Mar, mas, o cloro e o sódio é do chão, e micronutrientes, independentes, dos corpos de vegetais e de animais; Sal demais mata a vida, inclusive nos Oceanos, como é o caso do Mar Morto; o Homem usa o Sal para conservar a carne morta sem ataque de insetos e/ou de microrganismos da decomposição; O Homem come, bebe e respira água doce água doce no estado líquido; Beber, respirar, ou comer água com sal é sangue e cabeça doentes. Foto; o sal do líquido do poço tubular destrói (desintegra) até as paredes de alvenaria e todo ferro.
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  • Hummmmm, inaginem o planeta Terra sem a água, oceanos vazios. O planeta ficaria bem estranho, com um buraco enorme.

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