quarta-feira, 4 de novembro de 2026

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 Post de Memoria


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Dezesseis reservatórios monitorados no Rio Grande do Norte estão com menos de 10% da capacidade de armazenamento. Entre eles, três têm menos de 1% do volume total, segundo relatório divulgado nesta segunda-feira (26) pelo Instituto de Gestão das Águas do Rio Grande do Norte (Igarn).
A situação mais crítica é a do reservatório Passagem das Traíras, em São José do Seridó, que registra apenas 0,03% da capacidade. Também estão abaixo de 1% o Dourado, em Currais Novos (0,06%); e o Itans, em Caicó (0,36%).
Outros reservatórios apresentam volumes reduzidos, como Jesus Maria José, em Tenente Ananias (1,20%); Alecrim, em Santana do Matos (1,37%); Zangarelhas, em Jardim do Seridó (1,97%); Totoró, em Currais Novos (2,31%); e Esguicho, em Ouro Branco (3,92%). A lista inclui ainda Currais Novos (3,85%); 25 de Março, em Pau dos Ferros (4,51%); Boqueirão de Parelhas (6,67%) e Caldeirão de Parelhas (6,78%), ambos em Parelhas; Sabugi, em São João do Sabugi (6,90%); Santo Antônio de Caraúbas, em Caraúbas (8,59%); São Gonçalo, em São Francisco do Oeste (9,34%); e o Mundo Novo, em Caicó (1,24%).
Reservas hídricas do RN estão em 45,78%
Apesar do baixo volume em parte dos mananciais, as reservas hídricas superficiais do estado acumulam 45,78% da capacidade total. São aproximadamente 2,42 bilhões de metros cúbicos de água armazenados, de um total possível de 5,29 bilhões de m³.
A barragem Armando Ribeiro Gonçalves, maior reservatório do estado, registra 36,09% da capacidade, com 856,4 milhões de m³. Já Oiticica, em Jucurutu, acumula 68,37%; Santa Cruz do Apodi, em Apodi, tem 66,76%; e Umari, em Upanema, registra 55,84%.
No total, nove reservatórios estão com mais de 80% da capacidade. Três atingiram 100%: Flechas e Arapuã, em José da Penha, e Lagoa de Pium, em Nísia Floresta.
O Igarn realiza o monitoramento dos volumes armazenados nos reservatórios potiguares para subsidiar o planejamento e a gestão dos recursos hídricos no estado.
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📄 Tribuna do Norte
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  • Com 450 mm de chuvas nos + 53.000km2 do RN, em média em 2.026, segundo a Emparn; enquanto as lagoas na zona da mata RN estão com mais de 40% de água, no sertão e agreste RN açudes secos, inclusive o Armando Ribeiro Gonçalves, no rio Açu/Piranhas que nasce no agreste PB e tem a foz em Macau-RN, encheu e sangrou pela última vez no ano 2.009 mostrando que o suprimento feito pela água da chuvas é menor do que a água que sai desse reservatório para abastecer 1/2 RN e timidamente para irrigação de lavoura; a relação de lagoas com mais de 1.000.000m3, duas das quais, APODI e Piató estão secas;Esta é uma lista das lagoas existentes no estado brasileiro do Rio Grande do Norte:
    · Lagoa Grande
    · Lagoa Amarela
    · Lagoa Azul
    · Lagoa Boa Água
    · Lagoa Carnaúba
    · Lagoa da Estrada
    · Lagoa de Apodi
    · Lagoa de Arituba
    · Lagoa de Extremoz
    · Lagoa de Genipabu
    · Lagoa de Jacumã
    · Lagoa de Piató
    · Lagoa de Pitangui
    · Lagoa do Bonfim
    · Lagoa do Carcará
    · Lagoa do Hiola
    · Lagoa do Jiqui
    · Lagoa do Pium
    · Lagoa Ferreiro Grande
    · Lagoa Lagoa Seca
    · Lagoa Papari
    · Lagoa Papeba
    · Lagoa Papebinha
    · Lagoa Redonda
    · Lagoa Urubu; em 2.026 dois fenômenos naturais, aquecimento global e El ñino, estão tirando água do AR, das nuvens, do SOLO, dos reservatórios, dos corpos de vegetais, dos corpos de animais, e se El ñino somente passou a atuar a partir de junho 2.026 significa dizer que não interferiu na oferta de chuvas do sertão e agreste RN que vai de janeiro a junho, o que mostra que a redução na oferta de chuvas sem El Ñino e sem La ñina deveria ser de 800mm, dando a entender que a redução de 800mm para 450mm em 2.026 no agreste e sertão foi obra do aquecimento global; na zona da mata RN que vai de Ceará-Mirim a Canguaretama o período chuvoso vai de janeiro a julho permitindo-nos entender que El ñino e aquecimento global atuaram juntos reduzindo a oferta de chuvas em 50%, menor que 500mm, MAS ainda não está figurado porque El ñino e aquecimento global não secaram as LAGOAS: 1) a umidade do AR nessa área perto do Mar é maior que 70%, enquanto no sertão RN gira em torno de 40%; as nuvens de chuvas são formadas na atmosfera do Oceano e chegam ao litoral RN bastante densas, carregadas com água, que vai se desgastando á medida que se desloca pelo continente RN, podendo ser extinta, sem chuvas no sertão; O terreno da zona da mata RN é predominantemente dunas de areia e tabuleiros de areia, que além de absorver integralmente os 800m de chuvas, a evaporação de água é relativamente baixa, se comparado ao sertão e agreste de terreno argiloso, seixos de pedras e lajedos emergentes; o mesmo acontece, comparativamente, com as lagoas da zona da mata e açudes do sertão; no sertão e agreste baixa umidade do AR, ventos secos, menor oferta de chuvas com El ñino e Aquecimento global, maior perda de água dos corpos dos vegetais, dos corpos de animais, SOLO, reservatórios, rios; Hoje o RN tem 6.000km de rios secos, enquanto dentro da Grande Natal tem 4 rios perenizados com esgotos que abastecem as lagoas, entre os quais o Pitimbu; Nós, Fonte Didática e Metodológica para a Ecologia e o Meio Ambiental da Região Nordeste - FEMeA/1.992 temos a convicção científica de que a seca oficial no RN com mais de 300mm de chuvas ao ano é injustificável, e com a introdução comparativa entre a situação hídrica no agreste e sertão, com as lagoas na pequena área de cerca de 4.000km2 de zona da mata, com o mesmo volume de chuvas, ao mesmo tempo, com os mesmos fenômenos climáticos, é uma lição que a Natureza passa ao Homem Nordestino que cria e mantém uma seca que significa fome, miséria, atraso, déficit hídrico com 450mm de chuvas ao ano. Vamos utilizar essa INTRODUÇÃO para mostrar cientificamente como matar a seca RN afogada com 300mm de chuvas ao no, apresentando obras hídricas eficientes, eficazes que não estão no GIBI BR, nem fazem parte da Indústria da seca, informações que vem sendo divulgadas de muitas formas no BR e no Mundo, a exemplo das correspondências a seguir.
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