quarta-feira, 2 de abril de 2025

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Durante os meses de fevereiro e março do corrente, postamos várias vezes nesse período o desperdício  do dinheiro público em buracos escavados, sem critérios técnicos, nos lotes de terras dos assentados do INCRA no RN, cuja finalidade era alimentar a corrupção, ao mesmo tempo moeda podre na compra de votos; para os dirigentes desses órgãos envolvidos na maracutaia - INCRA, EMATER, Prefeitos, secretarias de agricultura, presidentes de associações dos assentamentos, os cabos eleitorais, um pedaço de dinheiro de acordo com o grau da função(e pela importância do órgão); para o assentado inocente, incauto, bastante conversa para convencê-lo de que a obra (buraco á céu aberto, ao leu) vai juntar água das chuvas para que no verão de 10 meses - Jun/13 a Mar/14 o gado possa beber dentro do lotes de terras, e  até produzir alimentos irrigados com essa água;
Na fotografia um dos milhares de buracos  feitos por órgãos do governo federal, no NE,  nos lotes de terras dos assentamentos; o buraco feito no chão em março de 2.013 recebeu 24mm de chuvas dia 17 de abril/13, e a fotografia feita em 21 de abril/13, mostra a mancha, a marca  acima da lâmina de água, que representa a perda de água por evaporação, extraída pelo vento, infiltrada no terreno, em 4 dias apenas; fica claro, evidente, que a perda de água por evaporação, no atual clima do semiárido é 11 litros de água por metro quadrado, ao DIA; Em 2.013 o intervalo entre duas chuvas, no semiárido NE é de até 33 dias; se nos próximos 20 dias não chover nessa área toda essa água desaparece; Mas o pior é que os custos de cada buraco desses é de 5 mil reais; imaginem o desperdício de dinheiro público em 2 milhões desses buracos nos diversos assentamentos do INCRA no semiárido de 890.000 km². O desmamento feito (como veremos em postagens seguintes) é 20 vezes maior do que a área ocupada pela obra (buraco), já que para os técnicos a vegetação reduziria o fluxo de água para a depressão do terreno do buraco no chão; na realidade  mais um desastre ambiental, pela erosão.

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 DESMENTINDO  a Estória do Brasil.


  Hoje se completam 513 anos que um povo estranho, de pele branca invadiu intencionalmente esta terra dos tupiniquins, ou Pindorama, habitantes  há cerca de 20 mil anos, que na época da invasão branca tinha mais de 3 milhões de pessoas;

A intencionalidade da invasão está patente em fatos, dos quais enumeramos dois: 1) Portugal, nação fundada por volta de 1.100 é pequeno (menor que PE), pobre em recursos minerais e naturais, grande parte de terras semiáridas, de baixa produtividade, o que obrigava seu povo a se aventurar nos mares na atividade comercial, o que lhe rendeu conhecimentos marítimos; 2) O Espanhol Vincent Yanes Pinzon havia visitado o que hoje é o Brasil (por mais de uma vez),  inclusive esteve em Touros-RN, 10 ou mais anos antes da invasão portuguesa; alguns portugueses souberam dessa façanha e convenceram Pinzon a participar de um jogo de mesa regado a vinho português, e lá pras tantas, quando Pinzon estava embriagado conseguiram arrancar informações detalhadas do acesso à terra tupiniquim.

Depois de viajar vários dias em caravelas sob o comando do Cabral, aportaram na BA, onde foram bem recebidos pelos “da terra”, graças à troca de espelhos por penas de papagaios, de tucanos, e outros;  Os invasores portugueses pensaram ter chegado a uma ilha, mas ao subiram no monte Pascal, BA, e olhando para o sertão viram terras sem fim, com matas e águas infindas, um verdadeiro paraíso terrestre, comparado ao seu minguado e miserável Portugal; aqui pregaram um lenho, cruz de madeira, símbolo de sua religiosidade ingênua, vazia, cruz que pesa até hoje nas terras tupiniquins. Durante mais de 100 anos o Brasil foi invadido por outros povos – franceses, holandeses, espanhóis;

A partir de 1.501  Portugal enviou várias missões exploradoras, inicialmente explorando o pau-brasil, madeira que lhes pareceu da cor de brasa, fogo que até hoje é a principal causa da destruição do Brasil.

Em 1.534 dividiu parte do Brasil em capitanias hereditárias, cedendo-as a degredados e aventureiros com alguns recursos financeiros, que além de buscarem riquezas, pagavam por seus crimes, correndo risco de ser comidos pelos “da terra”; pessoas sem escrúpulos (com raras exceções), ditatoriais, criavam as leis e a ordem em suas possessões, donos de tudo e de todos; Mas o Brasil levou uma vantagem em ser invadido e explorado pelos portugueses: os homens  se deitam com mulher de qualquer cor, a partir da puberdade; suas mulheres preferiam os “da terra”, carne nova, aos seus maridos ranzinzas, envelhecidos; Inicialmente os invasores tentaram explorar os “da terra” obrigando-os a trabalhar como escravo na lavoura, algo impossível a quem viveu por milhares de anos colhendo da terra, dos rios e dos mangues todo o alimento que precisam, o que faziam até como lazer, aventura; a vida dos “da terra” é baseado em reproduzir-se, nascer, comer e morrer.

Na impossibilidade de escravizar os “da terra” os invasores exploradores portugueses foram buscar os filhos pretos da África, que sendo mais atrasados culturalmente já eram escravos na sua própria terra, sendo vendidos, trocados pelos seus “senhores pretos” por qualquer bugiganga; sendo embarcados em direção ao Brasil em condições mais cruéis do que os animais de estimação do capitão do navio. Ao chegar ao Brasil esse povo, embora continuasse na escravidão, encontraram um verdadeiro paraíso terrestre, contrastando com seu continente negro física, cultural e religiosamente;

A estas alturas do tempo, o homem de origem portuguesa, agora BRASEIRO, tinha uma nova cor (escurinha) de mulher para levar pra cama e se reproduzir, ao mesmo tempo em que suas mulheres dispunham de homens mais bem dotados física e sexualmente para o lazer na cama; ao dividir a cama com seu “senhor”, com sua “senhora” o(a) escravo(a) passava à condição de “cria da casa grande” e já não morava na promiscuidade da senzala. A volúpia sexual portuguesa contagiou a todos, e assim surgiram os mamelucos, mulatos, cafuzos e outros; a colônia BR continuava exaustivamente explorada, desgovernada, até que em 1.807 o pobre e desprotegido Portugal foi invadido pelas tropas  francesas de Napoleão Bonaparte, forçando a família real (D. João) e corte portuguesa a fugirem para o Brasil guarnecida pela marinha inglesa que para esse serviço cobrou um preço muito alto pago com ouro e pedras preciosas do Brasil; por essa circunstância forçada, indesejada, da vinda da família real o Brasil passou a condição de reino unido de Portugal e Algarves; por imposição de Portugal D. João VI foi obrigado a voltar a Portugal, deixando aqui como regente o seu filho D. Pedro I, português e príncipe de Portugal; ao se despedir D. João disse-lhe: filho, se o Brasil se separar de Portugal antes seja pata Ti que me há de respeitar, do que para um desses aventureiros; nesse diálogo de D. João está subtendido dois fatos que serão revelados em primeira mão: que (me) há DESRESPEITAR, foi o que aconteceu, como veremos a seguir – desrespeito com Portugal; os “aventureiros” a que se referia D. João era sua própria mulher Carlota Joaquina que proclamava abertamente destronar D. João, considerado por ela um “bunda mole”;

O Príncipe D. Pedro I herdou todas as mazelas portuguesas, inclusive as doenças, entre as quais epilepsia; boêmio, fanfarrão, mas sexualmente viril, deitando na calada da noite com qualquer  Uma;

Em setembro de 1.822 D. Pedro viajou para São Paulo com sua guarda de segurança, hoje os Dragões da Independência que fazem a segurança do Palácio do Planalto; foi a SP para apaziguar a população local que vivia em pé de guerra, uns defendendo a monarquia anárquica vigente, e outra parte defende a anarquia pura e simples; ao receber um comunicado de Portugal, intimando-o a voltar à corte portuguesa, onde o tio queria usurpar o trono,  o príncipe D. Pedro sofreu um ataque de epilepsia, e ao acordar do mal, meio desorientado, ergueu a espada e gritou: independência ou morte (não se sabe se a independência seria a cura da doença que o acometia e poderia matá-lo); De fato o Brasil continuou dependente de Portugal e de outros povos, ao mesmo tempo que suas riquezas minerais e naturais continuaram evadindo-se; de qualquer forma a tal independência não teve a participação popular.

Em 1.889 o regime monárquico brasileiro estava em frangalhos, endividado com a Inglaterra, enfrentando guerras internas e externas, batalha entre dois partidos políticos pela escravidão fragilmente extinta em 1.888; Diante dessas circunstâncias, meia dúzia de brasileiros rebeldes, agitadores resolveram procurar um marechal moribundo, o Deodoro da Fonseca, amigo do Imperador D. Pedro II (e da monarquia), convencendo-o de que diante do fracasso do regime monárquico o  Brasil deveria imitar outros países, inclusive os  EEUU, e proclamar a república; Foi mais uma virada na vida do Brasil sem a participação popular; por falta de competência política, e considerando que a república brasileira foi um golpe militar, embora sem combate, os dois primeiros Presidentes da República foram os marechais Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto;

De lá para cá o Brasil já passou por duas ditaduras, e com raríssimas exceções tem sido dirigido por aventureiros, irresponsáveis, corruptos, depravados que mesmo eleitos pela vontade popular não deixa de ser regimes de exceções nas democracias; Mas toda regra tem exceção: no Brasil de hoje há liberdade de expressão para se DESMENTIR A ESTÓRIA DO BRASIL.

25038

 

Neste ângulo fotográfico alguns prédios abandonados, deteriorados da sede da cooperativa agrícola do assentamento Lagoa Nova, em Riachuelo-RN; as terras de Lagoa Nova foram uma fazenda de criação de gado que faliu; essa fazenda pertenceu ao ex-governador  Juvenal Lamartine que governou o RN de 1.928 a 1.930, jornalista e advogado natural de Serra Negra - RN, cassado pela ditadura de Getúlio Vargas em 1.930; Na década de 70, quando o Brasil chegou a ser a 7º potência econômica da Terra, o então governo militar, na ânsia de fazer o País crescer a qualquer custo, distribuiu, sem qualquer critério técnico científico, dinheiro público, fácil, para empreendimentos; Como se diz no NE: quem atira com a pólvora alheia não faz  a mira e não mede a distância - atira-se a esmo.Foi assim que nasceu a ideia de se plantar cana-de-açúcar nesta área, criando-se uma estrutura milionária (com o dinheiro público, empréstimos sem retorno), inclusive uma usina para moer a cana e produzir aguardente (e outros produtos da cana-de-açúcar); tudo ia muito bem, até que veio  seguidos anos de secas, ou melhor, com baixa oferta de chuvas (menor que 300L/m²) nos anos de 1.991, 92, 93, 95, 97,98, 99, inviabilizando a monocultura da cana-de-açúcar, e toda estrutura montada, inclusive os maquinários, tornou-se lixo; certamente nenhum empreendedor investiria nessa massa falida; foi aí que os proprietários, naturalmente orientados por cabeças políticas maquiavélicas, demoníacas, teve a ideia de CONVIDAR as pessoas de Riachuelo-RN para "invadirem" sua propriedade, e assim obrigar o governo federal a comprar a propriedade para o assentamento do INCRA, como de fato aconteceu, mas impôs uma condição: deveria ser comprada com a"porteira fechada", o que significa dizer que TUDO dentro da propriedade seria  avaliado, e convertido em moeda, inclusive as sucatas de  máquinas,  onde a ferragem da usina foi comprada por 1,5 milhões de reais, descontados do financiamento agrícola que seria feito às 240 famílias assentadas; Em tempo: essa ferragem da usina foi vendida no "ferro velho", no peso, em 2.002 por 150 MIL reais (10% do valor), mas o dinheiro da venda não se reverteu aos verdadeiros donos - os assentados que pagaram pelo lixo.

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Um entre os milhares de pequenos açudes construídos nos lotes dos assentados do INCRA no semiárido nordestino, vendo-se aqui (na fotografia) em 21-04-2.013 o buraco no chão no assentamento Lagoa Nova- Riachuelo- RN, que representa outros 200 buracos destes, nesse assentamento em 2.013, ao custo de 3 a 5 mil reais cada, sob auspícios do INCRA, EMATER, Governo RN, Governo municipal local, PRONAF, SINTRAF, sindicatos dos trabalhadores rurais, Etc, Etc; na parede de areia se vê claramente a mancha deixada pela água que já sumiu de 17 para 21 de abril, 4 dias; se vê também a erosão causada na parede de areia, mas também na represa devido a água que escorreu para o porão, ponto mais baixo do açude; considerando o grau de evaporação de água no novo clima do semiárido, ou seja, 11 litros por m² ao dia, toda essa lama desaparecerá se nos próximos 10 dias não chover nesta área. As agressões reveladas com essa ideia de jericos são várias: 1) o desmatamento com lâmina de trator em uma área 20 vezes maior o que a área que seria ocupada pela represa do açude; 2) o terreno tem um declive de 15% e é arenoso, facilitando a erosão pela água das chuvas, mas também pelo vento; 4) com uma chuva de 50mm em 24 horas todo esse buraco será soterrado pela erosão; 5) a lâmina do trator arranca as plantas pelas raízes, mas assim também arranca todo solo, deixando o terreno no subsolo pedregoso, rígido, ou em lajedos, situação reforçada pela erosão; assim não nascem plantas, não gera vida, inutilizando-se uma área significativa nos lotes de terras de 15 hectares, de cada assentado. É de fato um desastre ambiental, mas não traz qualquer benefício, a não ser para os funcionários e dirigentes dos órgãos citados, que, com raríssimas exceções recebem propinas da empresa proprietárias das máquinas - tratores, retroescavadeiras empregadas na obra.

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Um pequeno reservatório da água proveniente das chuvas de abril/13 no semiárido RN, quase natural; na depressão do grande lajedo um banco de terra trazida pelo vento em milhares de anos; o Homem usou essa terra para fazer uma parede (no fundo) criando um pequeno açude; o lajedo, impermeável,  capta água das chuvas, e, por gravidade, a água vai para a depressão enchendo o pequen barreiro com qualquer chuvinha; em 2.013, apesar das baixas precipitações a partir de janeiro, esse barreiro já encheu várias vezes, mas como sua água está sendo utilizada para o gado beber (nesse período) e há residências próximas (na área rural), o volume de água acumulado é, como vereos na postagem a seguir, meos de 50% de sua capacidade; mas uma lição ficou para quem quer viver com a pouca chuva no semiárido: impermeabilizar a área de captação de água, de modo a aproveitar  3 a 5% da água precipitada, por ano. assim tem-se água doce para tudo, em todo lugar.

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Dando continuidade as postagens iniciadas em 28-04-2.013 sobre o desastre ambiental, social, econômico, administrativo no assentamento Lagoa Nova, em Riachuelo-RN, que certamente servirão de subsídios para desenvolvimento de estudos e debates em Faculdades de administração de empresas, da ciência da Economia, filosofia, sociologia, agronomia, botânica, Etc, já que mostramos com textos e imagens toda decadência dessa propriedade que já foi uma fazenda de gado pertencente ao um ex-governador do RN, por cerca de 80 anos, até a década de 60; foi um grande  empreendimento financiado pelo governo federal para o plantio e beneficiamento da cana-de-açúcar; na fotografia o açude Lagoa Nova construído pelo fazendeiro Juvenal Lamartine há mais de 70 anos, sendo considerado o primeiro grande açude particular construído no RN, e o único dessa propriedade que não seca com um verão de 11 meses, sem chuvas, e hoje soterrado, e totalmente  inútil devido a salinidade da água por cloreto e nitrato de sódio,  impróprio para o abastecimento doméstico, e nocivo para irrigação da maioria das plantas; por conta desse desastre ecológico/ambiental (com a salinização da água) toda várzea do rio (único da propriedade) Camaragibe, cerca de 8 km², ou 800 hectares, está salinizada, terra preta, de alta fertilidade e grande espessura ficou CINZA por conta do salitre, aonde só nascem a árvore algaroba e a grama pirrichil; as várzeas dos rios são também as maiores depressões do terreno no semiárido, e portanto gozam de benefícios, como por exemplo: mantém a umidade por conta da menor agressão dos ventos secos, e menor incidência de luz solar; as plantas nativas dessas várzeas de rios são as mesmas do cerrado circundante, todavia o porte e a condensação indivíduos arbóreos permitem uma massa vegetal 2 vezes maior do que nas partes altas(redução de evaporação); foram as primeiras terras desmatadas na área para a agricultura intensiva e plantação de capim para alimentar o gado no verão seco; até à década de 50 as várzeas do Camaragibe, nessa propriedade, tinham lavoura de milho e feijão durante a estação chuvosa, mas havia fruticultura permanente - coqueiros, goiabeiras, mangueiras, fruta do conde, e até melancia e jerimum no verão. Até à década de 60 essa propriedade tinha 40% de matas nativas preservadas, com plantas típicas de CERRADO - umburana, angico, aroeira, catingueira, mulungu, cumaru, cardeiro, facheiro, e também plantas de caatinga: pereira, velame, marmeleiro, xiquexique, macambira. O plantio de cana-de-açúcar foi feito exclusivamente em  600 dos 800 hectares de várzeas do Camaragibe , atrás do açude Lagoa Nova, já que durante o verão as canas seriam irrigadas com  a água salobra do açude; a cana-de-açúcar, uma gramínea, suporta água ligeiramente salobra, ou terras ligeiramente salinizadas; até então a água do açude era salobra, enquanto que  a salinização das terras da várzea era muito baixa, e isolada; à medida que as secas se intensificaram na década de 90 - 1.991,92,93,95,97,98,99, o açude não recebia água das chuvas, quando a oferta de chuvas é menor que 300mm/ano; no longo verão desses anos, 70 a 80% da água desse açude fugia por evaporação, extraída pelo vento seco, sugada pela terra seca; à medida que a represa vai perdendo água, a salinidade aumenta; com o verão prolongado mais água era extraída (pelo SIFÃO) do açude para irrigar a cana-de-açúcar (da parede do açude para baixo), até o colapso total: não tem água para irrigar a cana-de-açúcar; A década de 70 (1.970+), época do plantio de cana-de-açúcar foi muito bem servida de chuvas; na década de 80 tivemos apenas 2 anos com oferta de chuvas inferior a 300mm/ano, nesta área do agreste RN.

 

O mesmo açude da postagem anterior vendo-se o ônibus na BR 304, que também é a parede de terra deste açude da fotografia, vendo-se um represamento considerável de água das chuvas de 2.013, mas considerando-se as baixas e distanciadas precipitações esse acúmulo de água só é possível por que a impermeabilização da estrada, com asfalto, dispinibiliza para o açude uma área de captação de água das chuvas de 6.000 m²; O açude em pauta estar na área rural; o fato dessa água ser proveniente (captada) pelo leito de asfalto da BR, alfalto derivado de petróleo, BR por onde circulam 2.000 veículos/dia, com pneus de borracha que se desgastam no atrito com o asfalto; com respingos de combustíveis e graxas; com pó de ferrugem, e pó do desgaste do atrito entre as peças móveis de ferro e aço, essa água estaria contaminada para o abastecimento urbano, mesmo no suposto tratamento; Já para o gado beber, é risco calculado; Mas a água acumulada traz benefício ao clima.