Severino Medeiros
A comunidade acadêmica e governos do RN estão em rota de colisão com a insolvência hídrica, econômica, social do RN; em 2.025 o território RN recebeu média de 450mm de chuvas mais de 24 bilhões de metros cúbicos, ou 450 milhões de litros de água por quilômetro quadrado; de janeiro a julho, período chuvoso as reservas hídricas caíram de 61% para 51% prova inequívoca de que as obras hídricas construídas no chão á céu aberto - barragens, barreiros, açudes NÃO funcionam como forma de captar e armazenar água das chuvas com a situação climática imposta pelo aquecimento global; com El ñino em 2.026 a oferta de chuvas será 2/3 que choveu em 2.025; O RN tem hoje 6.000km de rios secos, inclusive o rio Potengi, o RGN, uma camada de areia recheada de esgotos, lixos e material das fossas putrefatas;; não há qualquer movimento por parte do governo, e/ou comunidade acadêmica para se criar um plano N para se instalar obras hídricas eficientes na função de captar e armazenar água das chuvas atendendo a leis da mecânica dos fluidos que regem o comportamento de sua excelência a água doce no estado líquido; o governo RN decretou seca, em 2.025, em 148 municípios (dos 167) com média de chuvas de 450mm, absolutamente inédito nos 7.537 anos da civilização humana, onde estão subtendidos todos os CRIMES ambientais que uma população humana pode causar ao Ambiente; é triste e desalentador SABER que captando e armazenando-se sem perda, sem fuga, sem contaminação, dos 400mm de chuvas, em 2.026, não haveria seca, enquanto o governo e a comunidade acadêmica insistem na construção de barreiros, cisternas, transposição do lixo-líquido do RSF, poços tubulares com água suja, salgada; dessalinizador; nas páginas da internet as publicações sobre a situação caótica da seca artificial tem, em geral, a proposta de rezar pedindo chuva e outras estripulias espirituais por ignorar que Canaã, hoje, Israel, a terra prometida a Abraão é um deserto de pouca chuva que obrigou seus habitantes fugirem várias vezes para junto do Rio Nilo, no Egito; Os primeiros agropecuaristas, Caim e Abel nasceram na Mesopotâmia, de pouca, chuva, mas entre rios; que a chuva foi criada em Gn 2,5, numa relação inconfundível entre o Reino Vegetal e as plantas; desemebrasil.blogspot.com; medeirosseveriono8@gmail.com
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