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Junto à RN 104, na subida da Serra de Santana, encontramos esse poço tubular à cata-vento no meio do nada, com um tanque, que indica se destinar à criação de gado bovino (não o vimos gado em lugar nenhum nesse percurso); o líquido proveniente do poço, extraído das entranhas da terra pela bomba de sucção da coluna do cata-vento, e armazenado no tanque, tem uma superfície espelhada, da cor de alumínio; não é salgado, mas tem odor e sabor muito estranhos; como essa área do RN tem muito minérios não seria surpresa se tivesse elementos como césio, selênio, urânio, material radiativo, além de chumbo, alumínio, ferro, ETC, o que significa dizer que a morte do gado (que não vimos) não foi causada somente pela FOME, mas pelas doenças causadas ao INGERIR por muitos dias esse LIXO-liquido. De cada 3 poços tubulares perfurados no agreste e sertão RN nos últimos 60 anos, um não deu em líquido algum até 65m de profundidade, 2 tem um líquido salgado, impróprio para a vida nas terras emersas, sendo que em um desses dois a vazão é tão baixa que não compensa instalar equipamentos para extrair esse líquido das entranhas da terra e a seca continua a todo vapor, mas com pouca água e muito calor.
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