Um observador perspicaz identifica, nessas obras, além de crimes ambientais, ecológicos, econômicos, sociais, a fragilidade intelectual e cultural dos brasileiros, primeiro dos governantes que são ludibriados, como sendo obras úteis; segundo a comunidade acadêmica que vai a uma faculdade (curso técnico/científico de terceiro grau) estudar a projetar, arquitetar essas obras fantasiosas, inúteis como forma de captar e armazenar água das chuvas; terceiro, o Homem local é facilmente convencido por equipes do governo e institutos, Ongs, de que as obras serão úteis na sua propriedade, e mesmo decorrido muito anos, testemunhando o fracasso da ideia, continua facilmente iludido podendo encontrar em uma pequena propriedade rural até 4 modalidades das 16 modalidades desenvolvidas.
sexta-feira, 18 de março de 2022
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