Pandemia –
miséria e corda, prisão e pobreza.
A Humanidade está
sendo atacada e abatida por um microrganismo que recebeu o apelido de
corona-vírus, desde novembro de 2.019; a corda que nos prende, amarra, sufoca,
enforca submetendo-nos a regras que tira nossa liberdade e independência de ser
gente; em prisão domiciliar que nos impede de trabalhar, praticar laser ao ar
livre, passear; impede o convívio com as pessoas na igreja, na rua;
distanciamento social, interrupção das relações com amigos, familiares; não há
produção de bens, consumindo muito alimento, remédio, exaurindo nossas riquezas
e esgotado as economias dos países; o CORONA nos ataca, e por vezes nos mata,
quando tem acesso a nossa corrente sanguínea; mas o corona-vírus tem vários
prontos fracos que nos permitem criar mecanismos tecnológicos para isolá-lo do
nosso corpo, ou seja, impedindo que entre em nosso corpo atingindo a corrente
sanguínea: 1) o vírus não tem sistema próprio de locomoção; 2) o corona é
levado a nosso nariz, boca, e raramente chega aos olhos de duas formas: a) por
nossas mãos depois que estão infectadas; b) pelo ar infectado com o vírus de uma pessoa no
espirro, na tosse, ou na emissão de voz, desde que a pessoa infectada esteja a
menos de 2m de distância da gente; o Corona vírus só causa danos a nossa saúde
se for introduzido no nariz, boca, e por vezes nos olhos, e mais em nenhum
outro órgão, ou parte do nosso corpo.
Em 8 meses de pandemia não há remédio, nem vacina, e todas as
supostas medidas de prevenção são de improviso; falhas, inseguras.
Baseando-nos nas citadas fraquezas funcionais do corona, e
conhecendo recursos tecnológicos para isolar o vírus, impedindo do mesmo entrar
em nosso corpo humano, construímos o equipamento composto de capacete e máscara
que iremos descrever; o capacete em acrílico cobre toda a cabeça e a máscara
cobre toda face a partir dos ouvidos, olhos, nariz, boca, queixo. Todo o
equipamento permite-se lavar internamente e desinfetar externamente em água
corrente.
Na parte frontal da máscara se ver 3 mangueiras
transparentes, sendo 2 da respiração, ligadas a 2 filtros no cinturão, e uma
mangueira ligada a um depósito, também no cinto, por onde se pode beber e
ingerir alimentos líquidos.
Dentro da máscara a respiração com um alojamento para o nariz
e outro para a boca; o alojamento do nariz ligado pela mangueira a um dos
filtros; o alojamento da boca ligado por 2 mangueiras, sendo uma para um dos filtros da respiração e a
outra para o depósito de agua, ou de alimentos líquidos. O material filtrante
nos 2 filtros da Inspiração e da expiração é um bolo de tecido algodão tipo
gaze usado na medicina para proteção de ferimentos, embebido com uma combinação
de 3 substâncias, em forma de pasta, pomada, extraídas de 3 plantas de alto
poder antivírus – da cânfora, do eucalipto e o mentol do
hortelã; sabendo-se que os 3 componentes são voláteis, ou seja, vaporiza dos 2
filtros para os alojamentos do nariz e da boca dentro da máscara; a ideia é
inspirar o oxigênio do ar externo pelo filtro do nariz e expelir o dióxido de
carbono pelo filtro da boca. Existe um controle externo para o acesso do canal
de água, ou de alimentos líquidos para a boca; Nesse filtros também não passa
poeira, nem fumaça; o material filtrante exala o mentol tanto para dentro da
máscara como pela abertura ao ambiente externo, repelente para insetos e
microrganismos. O microrganismo que ocasionalmente chegar ao filtro MORRE
instantaneamente na pomada cânfora/eucalipto/mentol.




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