segunda-feira, 27 de abril de 2026

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 Post de João Bosco


O PREPARO DO “CAUÍM” PELOS INDÍGENAS DA IBIAPABA – ANO DE 1860: “Existem ainda nos arredores de São Benedito alguns amadores da cerveja tapuia, a qual é preparada segundo os preceitos tradicionais dos tempos passados; eles observam-se com tal rigor que o mesmo rei Girvino se entusiasmaria se assistisse ao processo; e algum filósofo faria por certo uma longa dissertação sobre o instinto do homem, e o caso não é para menos: ver gente bruta praticar aquilo que a ciência só descobriu após profunda peleja tendo por campeões os Berzedins, os Liebig, os Wõhler, e muitos outros que tais. As usanças dos Pitiguares de Filipe Camarão vão se perdendo no meio de outro embrutecimento maior, a que uma administração cega quer dar o nome de civilização. Vamos consignar os restos dessas usanças, fragmentos dispersos, que só muito superficialmente pudemos colher atenta a rapidez com que viajamos; sirvam de apontamentos que possam ser completados mais tarde por quem não fôr obrigado a fugir perante o tal fantasma (Orçamento) que nos trazia de corrida S1. Comecemos pelo cauim: é este uma beberagem fermentada, que embriaga como a garapa azeda, a cerveja, o vinho, a aguardente, etc. Os selvagens a fabricam para seus dias festivos, para as locubrações e mistificações dos Pajés, os mais refinados charlatães, e finalmente para beberem durante o serviço das roças. A matéria de que se faz por aqui o cauim é a mandioca, mesmo desta não usam qualquer variedade indistintamente: a mais apreciada é a tapessima, que se cultiva especialmente para esse fim. Dizem as índias velhas que ela se distingue das outras pela propriedade particular de curar leucorréias. Arrancam num dia a mandioca, e só a empregam no seguinte quando ela começar a púbar; o cauim obtido dela neste estado é amarelento, e afirmam que mais saboroso do que o branco, que resulta da raiz fresca. Logo que querem dar começo à fabricação, raspam as raízes e lavam-nas bem, e cortam pequenas rodelas que levam a cozinhar em um grande caldeirão ou pote, no fundo do qual botam uma porção de palha solta, ou trançada, a fim de que se não queime a mandioca; é porém, de supor que o motivo dessa prática seja outro; para que a ebulição se faça tranqüila, e não por saltos: assim procedem os químicos quando querem destilar ácido sulfúrico, por exemplo, em que não usam de palha mas de aparas de platina. Mantém-se a fervura até que a mandioca amoleça, o que às vezes dura 24 horas. Estando ela porém, ensoada, isto é aguada, como se dá durante o inverno, por mais que se cozinhe sempre se conserva dura: neste caso depois de suficientemente cozidas levam os pedaços ao pilão, onde são pisados, depois tornam a ser misturados com a água, em que ferveram. Se porém, a mandioca estava enxuta, e amoleceu bem, deixam-na simplesmente esfriar”.
Trecho do livro “Os Manuscritos do Botânico Freire Alemão” ano de 1860, p. 348. Foto: imagem de ilustração colhida na Internet.
Por João Bosco Gaspar, pós-graduado em História, Cultura e Patrimônio, Tianguá Ceará
Severino Medeiros
300m3 X 86.400 segundos, de água desperdiçado no Mar pelo Rio Parnaíba a 65km da seca no Ceará -BR
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Severino Medeiros
desemebrasil.blogspot.com.

Severino Medeiros
Fruto de investigação e portanto não é instinto. mas, intuição psíquica/espiritual/sobre natural, científica que nenhum animal irracional pode ter. Porém a ciência é infinita e dinâmica, e engloba todas as formas de energias que vão além do universo; o acesso dominante depende da aproximação com a Fonte onipotente, onipresente, onisciente; o Homem nasce irracional como todos os animais porém latente em SI todos os ingredientes para ter A Razão; é uma questão de exercícios de qualidade na intelectualidade, na cultura, utilizando o Ambiente, Meio como instrumento; a Humanidade instituiu o prêmio Nobel para distinguir, ao seu Ver, pessoas que se destacam pelo saber, criando, produzindo meios, recursos para a evolução e qualidade de vida de todos; Israel, israelitas, judeus reúnem o maior número de pessoas premiadas; não é por acaso que a Civilização Humana surgiu há 7.538 anos com a espécie adâmica, quando o Homem já estar na Terra a cerca de 1,5 milhão de anos; não é por acaso que no meio desse povo surgiu o único Homem que atingiu a condição de Homo Sapiens, Sapiens - SABE QUE Sabe, cidadão do Universo; a maior prova e falta de perspectiva de que o Brasil venha a ter prêmio Nobel está em estipular e manter uma SECA artificial no Brasil da água DOCE e das chuvas; No território BR chove todos os dias do ano; o volume de água da chuva que se precipita no BR, por ano é matematicamente suficiente para abastecer os 8,5 bilhões de humanos por mais de 100 anos ( 1.000.000m3 X 8.511.000km2); a 65km do Ceará o Rio Parnaíba desperdiça no Mar, diariamente 300m3 X 86.400m3 de água - transferir essa água pelo litoral nivelado (cota única) até Fortaleza - CE obedece a leis da mecânica dos fluidos - água é um fluido de baixa viscosidade e grande massa específica; todo fluido é capaz de escoar e tomar a forma do seu recipiente; enquanto isso o CE é pioneiro na criação dos campos de concentração e frentes de emergência para flagelado, currais eleitorais; briga para canalizar o LIXO líquido do RSF para o CE, quer dessalinizar a água do mar para se BEBER, quando o mínimo de chuva que cai no CE é de 300.000.000 de litros por km2 ao ANO; a evolução mal direcionada do Homem pode levá-lo a autodestruição; 16 outras espécies de Hominídeos desapareceram da Terra por não SABER; o Brasileiro cria pouco, copia mal e corrompe tudo; a criação da seca nordestina pelos industriais e operários merecem um reconhecimento; o prêmio Ferradura.
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