Post de Severino
A seca que a gente faz sem poder, querer, sem saber, ou por extravagância; Severino Medeiros
·
·
Autor
Uma das 16 modalidades de obras hídricas da indústria da seca - um pequeno açude, barreiro, cujo número passa de 2.000.000 de unidades, em 1.000,000km2 do semiárido; quando a água da chuva bate no chão vira lixo;, porque a água é solvente e substrato da Natureza - água mole em pedra dura....A água da chuva foge daqui como o diabo da Cruz - a água é um fluído de baixa viscosidade e grande massa específica, capaz de escoar e tomar as formas do seus recipientes na Atmosfera, litosfera e hidrosfera; captar e armazenar água da chuva no chão, á céu aberto com o novo clima imposto pelo aquecimento global e El ñino é mais que suicídio - é bestialidade humana.
Severino Medeiros
·
·
Autor
O Brasil nasceu na zona da mata nordestina, com cerca de 100.000km2, em 6 Estados nordestinos, que Pero Vaz de Caminha descreveu como o Paraíso terrestre depois que o Éden, Jardim de Deus despareceu da Mesopotâmia; AQUI EM SE PLANTANDO TUDO DAR. 2 Estados NE, MA e PI tem 360.000km2 de NE Amazônico; não tem como fazer seca em 1/2 da BA; 4 Estados NE - BA-SE-AL-PE são banhados pelos rio São Francisco; a grande maioria dos brasileiros veem o NE como: 1/2 seca, 1/4 festas e 1/4 preguiça, porque não sabem que a seca foi montada, cultivada, cultuada culturalmente por notáveis literatos nordestinos a exemplo (MAL/do mau) de Eça de Queiroz, João Cabral de Melo Neto, e outros que se tornaram notáveis promovendo a estigma de miséria, de desgraça; a seca nordestina dar status; Hoje temos os industriais da seca, que são os nossos dirigentes políticos; e os operários, sanguessugas que sobrevivem as expensas dos programas paternalistas nojentos oficiais; não vamos entrar no mérito da corrupção política, roubalheira, fuxico político, que são fenômenos também culturais, porém mais novos, mas que deve ter sido gerados no "coronelismo NE, nos campos de concentração para flagelados da seca, nas frentes de emergência, no saques ás feiras libres do NE, e nos atuais currais eleitorais, imorais, onde se compra e se vende um voto por 100 reais, sem remorso, sem nenhum sentimento de culpa, sem escrúpulos. Vamos mostrar, registrar como o Governo, a comunidade científica manobram os recursos públicos, a partir do NE, para alimentar a seca e a desertificação no BR, aplaudidos por 50% dos brasileiros e indiferente para o restante; vamos comentar com argumentos científicos, a incongruência entre as medidas adotadas na suposta solução, e que tem como resultado o agravamento do problema. Todo problema tem solução, com uma condição: que conheçamos a ambos.
Post compartilhado

DESEMEBRASIL.BLOGSPOT.COM
Educação Ambiental
Educação Ambiental
Responder
Remover prévia
ao maior rio, o Açu/piranhas que nasce na PB e tem sua foz em Macau-RN, que na maior parte do ano permitia, na época das chuvas, com enchentes, o acesso de pequenas embarcações entre Açu e o Mar. Mas principalmente porque o Rei Janduí, seriema, ema pequena era amigo pessoal do Conde Nassau( na bandeira do Brasil holandês uma seriema bordada, representando o RGN ); O conde Nassau chegou a designar uma equipe de membros da Companhia das Índias a viverem junto do Rei Janduí, em Açu, que além de assimilarem a cultura e a língua, ensinaram técnicas de transposição de água, controle de inundações, enchentes de rios, tratamento de água, e o CULTIVO de lavoura no leito de areia do rio temporário, lembrando que hoje o RN tem 6.000km de rios secos, que antes tinham água corrente no seu leito, no tempo das chuvas, água drenada 600 litros de água para 1.000 L(1m3) de areia, armazenando essa água sem contaminação, com pouca perda(fuga, fluidez) que permitia escavação de cacimbas, mas também lavoura de milho, feijões e batata doce no leito de areia do rio e um sistema de irrigação com essa água na várzea do rio; O português, o escravo africano e o caboclo, civilizados, utilizaram esse sistema de cultivo, e cacimbas no rio do sertão até meados do século XX; mesmo nos anos de El ñino a calha seca do rio recebe diretamente da nuvem 300mm de chuvas/ano, suficiente para criar um lençol freático na areia; hoje existe tecnologia para se reter essa água no local, sem a fluidez natural, por gravidade, dentro da camada de areia, chamada de barragem subterrânea, que tem sido usada, inutilmente, pelo governo e comunidade acadêmica em situações inadequadas.
Responder
Na foto cacimba no leito seco de areia do rio; no tempo do Brasil Holandês duas áreas do RN foram ocupadas: a pequena zona da mata que vai de Ceará-Mirim a Canguaretama, cerca de 4.000km2, incluso a Grande Natal de Hoje, por causa da abundância de chuvas (2.000mm/ano), pequenos riachos perenes, solo de massapê, Junto ao Mar, e dezenas de engenhos que beneficiavam a monocultura da cana-de-açúcar; e AÇU - RN por causa da grande Tribo Janduís., Tapuias, Gês, com o maior lago natural do RN, a Lagoa do Piató junto ao grfande
Responder

Nenhum comentário:
Postar um comentário