Post de Segredos do Jardim Verde
Uma árvore adulta e bem desenvolvida processa e liberta para a atmosfera uma quantidade de água surpreendentemente elevada todos os dias, através de um processo contínuo chamado evapotranspiração.
A água absorvida pelas raízes sobe até às folhas através de um tecido especializado chamado xilema, e evapora depois para o ar através de pequenos poros na superfície da folha, chamados estomas, que a planta abre e fecha para regular esta perda de água.
Dependendo da espécie, do tamanho da árvore e das condições climáticas do dia, uma árvore grande pode libertar várias centenas de litros de água em forma de vapor num único dia quente, um volume que a maioria das pessoas nunca associaria a uma única planta.
Este processo tem um efeito de arrefecimento directo e mensurável: a evaporação da água absorve energia térmica do ambiente circundante, contribuindo para reduzir a temperatura do ar imediatamente junto à copa da árvore, um efeito que se soma à simples sombra projectada pelas folhas.
Este mecanismo é um dos factores centrais por trás do papel das florestas na regulação do clima local e regional, e explica em parte por que razão zonas com maior densidade arbórea tendem a registar temperaturas mais amenas.
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A cobertura vegetal é o quinto Elemento da Natureza tal é seu comprometimento com o Equilíbrio do clima: energia luminosa e calorífica do Sol, água no estado líquido e chuvas; atmosfera respirável; SOLO orgânico mineral; é uma Lei física, mas principalmente da CRIAÇÃO; a caatinga é semiárido natural do NE porque não tem SOLO, quarto Elemento ficando menos de 5% dos 600mm (média)de chuva ao ano. mas se os 4 Elementos e suas variáveis atmosféricas são INTERDEPENDENTES a cobertura vegetal da caatinga varia de 0,10m3/m2 durante a estação chuvosa e 0,02m3 por m2 na seca(sem chuvas); no tempo de El ñino a estação chuvosa de até 90 dias é menor que 300mm/ano; 5% de 300 = 15 litros por m2 ao ano, situação de deserto: os arbustos liberam as folhas prematuramente para reduzir dependência com a água que não existe ao alcance das raízes, e sem clorofila o tecido lenhoso externo é cinzento - macambira morre, xiquexique seca, juriti se muda; a caatinga NÃO É SEMIÁRIDO HÍDRICO como se registra nos GIBIS BR; as várzeas dos rios do sertão de caatingas são as terras mais férteis do NE, armazenando no solo mais de 30% da água da chuva precipitada, gerando uma massa vegetal nativa semelhante a da mata atlântica, zona da mata com 0,70m3/m2, hoje, devastada; a areia lavada do leito desses rios recebe água das enxurradas, MAIS a água da chuva precipitada diretamente da nuvem/chuva, 600 litros de água absorvidos (esponja) em 1.000L (1m3) de areia; o relevo ondulado e terreno pedregoso (impermeável) da caatinga é a causa de tantos rios(hoje, secos) no sertão, visto que 95% da água da chuva fogem (flui )da caatinga 92 horas após a chuva; a caatinga, CLAREIRA cinzenta na língua Tapuia (gês) tem cerca de 250.000 km2 em 8 Estados NE, tecnicamente excelente para execução de PROJETOS de captação e armazenamento de água da chuva; chove no mínimo 300.000m3 por km2, ao ano; 300.000 X 250.000= 75.000.000.000 - setenta e cinco bilhões de m3 de água da chuva, por ano, mais que no Aquíferos Guarani; a seca não é física, mas sobejamente cultural, intelectual, seca cerebral. Maquete do Projeto de captação e armazenamento de água
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Mas, só funciona se tiver água no solo. E só há água no solo com chuvas.
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