quarta-feira, 20 de maio de 2026

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 Princesa 90 FM

O Governo do Estado, por meio do Instituto de Gestão das Águas do Rio Grande do Norte (IGARN), monitora 69 mananciais responsáveis pela segurança hídrica dos municípios potiguares. O Relatório dos Volumes dos Reservatórios, divulgado nesta segunda-feira (18), aponta que 30 reservatórios apresentaram recarga após as últimas chuvas e outros três açudes atingiram 100% da capacidade total.
O açude Flechas, localizado no município de José da Penha, registrou aumento de 33,98% no volume armazenado, atingindo sua capacidade máxima de 8.949.675 m³ e iniciando vertimento (sangria) neste domingo (17).
Outro reservatório que alcançou 100% da capacidade foi o açude Rodeador, situado entre os municípios de Umarizal e Rafael Godeiro. O manancial começou a sangrar no último fim de semana após receber recarga de 20,92%. Sua capacidade total é de 21.403.849 m³.
O açude Gangorra, em Rafael Fernandes, também atingiu a capacidade máxima e sangrou no último sábado. O reservatório possui capacidade para 10 milhões de metros cúbicos e registrou aumento de 18% no volume acumulado em relação ao relatório anterior.
Além dos reservatórios que atingiram o volume máximo, outros açudes tiveram recargas expressivas. O açude Brejo, em Olho D’Água do Borges, apresentou aumento de 69,96% no volume acumulado. O reservatório passou de 813.297 m³ (12,61%) para 5.326.417 m³, o equivalente a 82,57% da sua capacidade total, que é de 6.450.554 m³.
Já o açude Tourão, em Patu, acumula atualmente 4.976.636 m³, correspondentes a 62,32% da capacidade total de 7.985.249 m³. No relatório anterior, divulgado na última quarta-feira (13), o manancial estava com 1.264.428 m³, ou 15,83% da capacidade, representando uma recarga de 46,49%.
Atualmente, 22 reservatórios monitorados pelo IGARN encontram-se com 100% da capacidade total. As reservas hídricas superficiais do Rio Grande do Norte acumulam atualmente 2.852.806.444 m³, o equivalente a 53,87% da capacidade total dos reservatórios monitorados, que é de 5.295.422.524 m³.
Apesar das recargas registradas, dez reservatórios permanecem com volumes inferiores a 10% da capacidade total.
Severino Medeiros
desemebrasil.blogspot.com
Severino Medeiros
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Severino Medeiros
Na Maquete do PROJETO de captação de água da chuva, armazenada junto da área de captação, pode ser executado em qualquer lugar (até na areia da praia) destina-se á captação de armazenamento de água para o abastecimento urbano, portanto tal qual vem da chuva no seu tempo; no caso do Exemplo de São Paulo do Potengi - RN que necessita de 700.000m3 para abastecer a população do MUNICÍPIO de 17.500 habitantes, por ANO, prevendo-se 300mm por ano, ou 300L/m2, a área de captação de água seria de 233 hectares, mais 67 hectares para as cisternas de armazenamento dessa água, que pode ser dividido em 10 projetos para bem distribuir a água na cidade, povoados e agrovilas; observar que o PROJETO tem uma cerca de tela de arame, uma tela de nylon malha fina, área de captação de água forrada(impermeabilizada) com lona plástica BRANCA; cisternas forradas (camisas) manta plástica, e cobertas; a ideia é que o volume de água da chuva captada não tenha barro, esgoto, lixo, petróleo, veneno, massa orgânica viva, ou decomposta; não tenha cor, odor; com pH entre 6 e 8; as dimensões do projeto: área de captação (m2), cisternas de armazenamento (m3) se baseiam no volume de chuvas (litros, mm, m3) e o número de pessoas (do município). 100 litros por pessoa ao dia ,ou 40m3 por pessoa ao ano. O Projeto pode ser instalado em terreno com declive de até 30%; na escolha da área da instalação do Projeto: 1) distância com a área urbana, evitando contaminação, e reduzindo os custos com a transposição entre a fonte e a área de Utilização; 2) cuidados com a lona da área de captação - perfuração com pedras, paus, ressecamento, cor branca, espessura(200 micras); 3) cisternas forradas e cobertas para evitar poeira, insetos e outros animais; 4) as cercas evitam acesso de animais; a cerca de tela de arame tem um rodapé de plástico chumbado no chão para evitar acesso de animais rastejantes; a cerca de tela de náilon evita poeira e insetos; 5) após as cisternas cheias a lona da área de captação de água deve ser recolhida ao abrigo, segurança contra ressecamento, ferimento, sujeira, devendo ser utilizada no próximo inverno. Dentro d`água o plástico dura dezenas de anos na cisterna. Enquanto a oferta de chuvas no semiárido for maior que 200mm ao ano, a seca é injustificável. A gente tem 80% de água no sangue e 90% na massa encefálica; beber água DOENTE é sangue e cabeça DOENTES.
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Severino Medeiros
RN com 80% do seu território oficialmente semiárido recebeu durante a estação chuvosa de janeiro a maio 1.000mm em 1/5 RN, 500mm em 2/5 RN e 300mm no restante RN, sem El ñino, sem La ñina; El ñino começa a atuar em junho quando a estação chuvosa do semiárido já terá acabado, não interferindo no volume de chuvas, porém somando-se á ação do aquecimento global, vai forçar a fluidez da água (fuga) nos corpos dos vegetais, nos corpos de animais, nos reservatórios no chão, á céu aberto - açudes, barragens, barreiros, canais abertos; no solo, no AR, sem contribuir com a formação de nuvens; se hoje a fuga de água no açude é de uma lâmina de água de 8mm por dia, em agosto não será menor que 20mm de lâmina de água por dia; se hoje a fuga de água do SOLO é de 2L/m2/dia, em agosto não será menor 5 litros por m2 de solo ao dia, equivalente a fuga da água de uma chuva de 5mm por dia; essa matemática com relação ao comportamento da água doce das chuvas no novo clima com El ñino e o aquecimento global exige aplicação de tecnologias na captação e armazenamento de água das chuvas onde chove menos de 600mm/ano, água para o abastecimento urbano e produção de alimentos; El ñino pode atuar por 1.000 dias, quando a oferta de chuvas no semiárido não passa de 400mm ao ano, MAS as plantas e os animais da litosfera necessitam de água todos os dias; somos seres vivos de água doce, potável, no estado líquido; comemos, bebemos e respiramos água doce; onde tiver água salgada fora dos Oceanos a vida animal e vegetal não tem VEZ, PROJETO de Captação de água da chuva, junto ao Roçado para suprir a necessidade de Água quando faltar a chuva. Estocar água. Área de Captação de água + Cisterna de armazenamento de água. Estocar água da chuva é o máximo.
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Lavoura, roçado, agricultura, plantação, legumes, cereais fruticultura, hortaliças, cana de açúcar, algodão, tubérculos, capim, gramíneas, ração do gado.
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Dados: Projeto – área de captação de água forrada com lona plástica + cisternas escavadas no chão com camisa de lona e coberta; ÁGUA tal qual vem da Chuva. ESTOCAR água DOCE.
Lavoura diversificada, média de 1.000L de água para produzir 1kg de alimentos, área média de 3m2 de solo, média de 90 dias do plantio à colheita, controle de evaporação do Solo.
COCRI, Criação colaborativa universal do Todo.
Diante da inabilidade do Homem em Produzir alimentos(agropecuária) no semiárido Nordestino de 1.000.000 km2 com 300 a 500mm de chuvas por ano, situação chamada de seca, cantada em prosa e versos nos últimos 300 anos, que culminou com o status de pobreza, miséria, atraso intelectual, com experiências dolorosas dos campos de concentração e de frentes de emergências para flagelados, currais eleitorais, dependência econômica e intelectual de benesses paternalistas governamentais hereditárias e perpétuas, e Considerando que cientificamente não existe Seca, desertificação com 300mm de chuvas ao ano, na literatura mundial. Nós que Fazemos a Fonte Didática e Metodológica para a Ecologia e o Meio Ambiental da Região Nordeste – FEMeA/1.992; montamos este COCRI com informação que justificam a extirpação do processo artificial da seca e da desertificação no Território de 1,5 milhão de km2 da Região Nordeste, e para isso vamos abordar com essa introdução todos os mecanismos criados pela ação do Homem, em 500 anos, por ignorância, ou extravagância, que juntamente com o aquecimento global estão levando a economia, a política, a cultura, e a sociedade brasileira ao caos. A obra hídrica em pauta contorna as questões relacionadas com as leis que regem a água doce das chuvas que fez o Homem nordestino decretar seca com 300 a 500mm de chuvas/ano: 1) a água da chuva vira lixo no Chão, açudes, rios; 2) a água no chão foge como o diabo da cruz, secando rios, lençóis subterrâneos, reservatórios; Essa Obra hídrica pode ser realizada em qualquer lugar e recebe suprimento de água da chuva todos os anos, substituindo as 16 modalidades de obras da indústria da seca. Única água potável no NEBR, de acordo com Gn 2,5. Estocar água da chuva tal qual vem das nuvens é conservar sem perda, contaminação, água doce no estado líquido, Terceiro Elemento, EM QUALQUER LUGAR do NEBR, onde chove mais de 100mm/ano.
Para o abastecimento urbano 100 litros por pessoa ao dia, 40m3/pessoa/ano, EM QUALQUER LUGAR.
São Paulo do Potengi-RN= 17.500 habitantes no Município.
100 litros de água/pessoa/DIA;
+ ou – 40 metros cúbicos/pessoa/ANO;
+ ou – 700.000m3 de água por ano;
Volume de chuvas mínimo= 300mm/Ano;300L/m2, ou
300.000 m3/km2/ano; 700.000:300.000= 2,33 km2 de área de captação de água, ou 233 hectares de área de captação + área para as cisternas, junto, 67 hectares= 300 hectares em 10 PROJETOS
Distribuídos nos 240,425 km2 do território, de acordo com a densidade demográfica na cidade, povoados e assentamentos.
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