Post de Blog do Silvério Alves
A governadora Fátima Bezerra e a ministra do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), Fernanda Machiaveli, anunciaram, nesta terça‑feira (19), a destinação de R$ 12,5 milhões para o Rio Grande do Norte por meio do programa “Da Terra à Mesa”. O recurso será aplicado no apoio a nove projetos, com a meta de beneficiar 1.259 famílias de agricultores no Estado.
O investimento prevê que cada unidade familiar receba assessoria técnica, formação e itens produtivos avaliados em até R$ 10 mil. De acordo com o MDA, o perfil do público atendido nesta etapa é composto por 50% de mulheres e 20% de jovens rurais.
A governadora Fátima Bezerra explicou que o programa federal integra uma estratégia nacional de formação e estruturação produtiva para a transição agroecológica, com foco na produção de alimentos saudáveis pela agricultura familiar. “É uma estruturação produtiva para fortalecer a produção agroecológica e aumentar, dessa maneira, a geração de renda das famílias que atuam no campo”, disse a governadora.
A estrutura do programa compreende um ciclo que abrange a produção, o beneficiamento até chegar às centrais de abastecimento. Segundo Fátima Bezerra, o processo tem o objetivo de reforçar a segurança alimentar no Rio Grande do Norte.
“É um ciclo que vai da produção ao beneficiamento, passa pelo abastecimento e chega à segurança alimentar. Garantimos, assim, comida saudável para matar a fome do povo e, com isso, gerar renda justa para quem atua na agricultura familiar”, detalhou a governadora.
Segundo a ministra Fernanda Machiaveli, o programa “Da Terra à Mesa” registrou expansão orçamentária nos últimos dois anos, passando de R$ 35 milhões investidos em 2024 para R$ 160 milhões em 2025, no âmbito nacional. “As famílias atendidas poderão decidir como querem aplicar esse investimento em estruturação”, detalhou a ministra.
Severino Medeiros
desemebrasil.blogspot.com.
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Severino Medeiros
Opinião de um Ex-flagelado da maldita seca nordestina;
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Severino Medeiros
80% da massa de alimentos consumidos pelas 3,3 de pessoas no RGN são produzidos em Outras Regiões BR, e até mesmo em outros Estados NE; recentemente 19 e 20/05/26 uma feira da agricultura familiar em S. Paulo Potengi- RN mostrou a insignificância da produção de alimentos no RN; todos os anos morre gado de fome e a pouca lavoura de subsistência de milho e feijão para comer VERDE, nas fogueiras de São João, se perde pela metade; já não se produz algodão que foi a linha MESTRA da economia, fonte de empregos e renda, o ouro branco no campo; grande parte das terras agrícolas do RN estão nos assentamentos do Incra e do Banco da Terra onde o Homem, asssentado, aposentado com um salário mínimo por mês do INSS não quer mais trabalhar, enquanto os jovens acham a agropecuária um serviço PESADO sem futuro; a gente acompanhou a presença e visita da Ministra da agricultura familiar, junto com autoridades locais ao estande de exposição VAZIO em São Paulo do Potengi, tentando justificar a importância da feira como incentivo e apoio á produção de alimentos, com um semblante cínico que causa dó, enquanto autoridades locais exercitavam sua hipocrisia que extrapola a bestialidade; o (desgoverno) RN tem decretado seca com 500mm de chuvas ao ano, a exemplo do ano 2.025, o que é absolutamente estúpido, estranho na literatura ambiental mundial, já que matematicamente 500mm de chuvas equivale a 500.000m3 de água da chuva por km2, um dilúvio como uma lâmina de água de 50cm de espessura; as instituições ditas científicas, a centenas, ainda não fizeram essa conta da ÁGUA, e todas as obras hídricas, cerca de 16 modalidades vão se tornarem inúteis como forma de captar e armazenar água da chuva, com EL ÑINO que reduz a oferta de chuvas no semiárido para menos de 300mm ao ano; Se repetir a situação hídrica de 2.012 a 2.017, nessa área do BR, vão voltar os campos de concentração e frentes de emergência para flagelados, ratificando trechos da letra da música Vozes da Seca do Século XX: seu doutor, uma esmola ao Homem que é são, se não mata de vergonha, mas vicia o cidadão; 80% do Homem do campo e sua família sobrevivem com a aposentadoria do Funrural, sem jamais ter contribuído com a PREVIDÊNCIA, com benesses de invalidez, dependência governamental até para pensar, tolhendo-nos a vontade de ser gente, tirando-nos os exercícios de valores humanos intelectuais evolutivos, criando complexo de vira-latas.
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Maria José Teixeira
Glória a Deus
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Antônia Ribeiro Côka
Que maravilhaa!!!!
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Maria José Teixeira
Glória a Deus!
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