Post de Chico Mulungu
Único bioma exclusivamente brasileiro, a Caatinga ocupa cerca de 10% do território nacional e sustenta a vida de aproximadamente 28 milhões de pessoas. Contudo, 10 milhões de hectares já enfrentam degradação severa. “As áreas afetadas pela desertificação somam cerca de 18% no país e atingem, aproximadamente, 39 milhões de pessoas. Não podemos tratar isso como um mito. Estamos falando de qualidade de vida, alimentação, água e do futuro de milhões de famílias”, afirmou o pesquisador Aldrin Pérez, do Instituto Nacional do Semiárido (Insa).
A desertificação diz respeito ao processo de degradação da terra, segundo o professor Bartolomeu Israel de Souza, do Departamento de Geociências da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). “As principais formas dessa deterioração estão associadas a como o homem gerencia as terras. O desmatamento excessivo e contínuo é a principal delas, pois causa a diminuição da retenção de água no solo, da fertilidade, da fauna no local, o que reduz a produção agrícola e aumenta a pobreza”, explicou. Já as mudanças climáticas entram nessa conta para intensificar os processos causados originalmente pelo homem.
Na Paraíba, onde a desertificação ameaça grande parte do território, o desafio se torna ainda mais urgente. De acordo com a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), o estado possui, aproximadamente, 54 mil km2 de áreas suscetíveis à desertificação (ASDs), dados que representam 95% do território estadual. As regiões mais críticas concentram-se no Cariri, no Seridó e em partes do Sertão paraibano.
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Texto: Camila Monteiro
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Severino Medeiros
Fonte Didática e Metodológica para a Ecologia e o Meio Ambiental da Região Nordeste - FEMeA/1.992
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Severino Medeiros
arrancar dinheiro público para investir nesses TROÇOS, sem qualquer objetivo de que funcionassem como tal, mais 20 milhões de unidades dessa indústria da seca de 1.990 a 2.015, que os autores, idealizados denominavam como quem bota nome em cachorros. O falso argumento nas bestiais ideias, e facilidades, sem fiscalização, como o dinheiro público é desperdiçado reforçaram a corrupção - os industriais e operários contaminam e alimentam mais de 1/2 de brasileiros; essas "obras", Cancros, na realidade concorrem para ampliar a área de desertificação NE, o sertão de 500.000km2 em 1.970, para 1.000.000km2 em 2.017. O Brasil cria pouco, copia mal e corrompe tudo; governadores NE estão decretando seca oficial em seus Estados com média de 500mm de chuvas ao ano, 500 milhões de litros de água da chuva por km2; 8 Estados do NE estão entre os 10 menores IDH do BR porque a seca dar status; é seca cerebral, intelectual a seca NE não tem nada com falta de chuvas, mas porque o Homem ainda estar, com relação á água, e produção do alimentos no NEBR, em estágio rudimentar do mesmo nível do primeiro agricultor (Gn 4) que tocou fogo no Éden e secou os rios Gion, Fison e o Eufrates, na Mesopotâmia, Ásia; o RN tem hoje 6.000km de rios Secos; o Rio é artéria da Terra por onde FLUI a substância básica da seiva da planta e do sangue dos animais; Em Todo rio foi criado uma calha pela água corrente da chuva na depressão do terreno; rio seco é rio morto porque a vida animal e vegetal no leito e na bacia hidrográfica precisa de água doce no estado líquido todos os dias; em todos os rios RN chove todos os anos no mínimo 200mm no seu leito de areia; 1m3 (1.000L) de areia absorve e armazena 600L de água; mesmo não tendo chuva em volume para a água correr (correnteza) na superfície saturada de água, a água da chuva precipitada diretamente da nuvem e drenada vai FULIR por dentro da camada de areia, por gravidade, obedecendo a mecânica dos fluidos; uma obra hídrica eficiente consiste em RETER esse fluxo de água na calha do rio para agricultura e abastecimento urbano; 1 bilhão de m3 de areia nos cerca de 6.000km de calhas de rios captar e armazena todos os anos 600 milhões de m3 de água; ver modelo, lógico, maquete de nossa propriedade intelectual; em PB aos cuidados do Poeta Chico Mulungu; Instituto Nacional do Semiárido (Campina Grande - PB); Universidade Federal do semiárido (Mossoró - RN); IGARN - Instituto de Gestão das águas no RN.
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Severino Medeiros
A Terra tem desertos naturais secos, gelados e de Sal; intrinsecamente deserto significa escassez, ou ausência de vida, em consequência do desequilíbrio de 2 dos 4 elementos da Natureza porém se os Elementos são interdependentes a tendência do colapso é crescer até atingir a condição da Terra no primeiro bilhão de anos de existência: árida, vazia, em trevas; Para essa condição de desertificação na se repetisse o Criador que faz tudo a partir do Nada, estabeleceu vida Inteligente em um ser vivo da Terra, dotando-o de Espírito sobre natural, que em Sendo Essência do Criador onipotente, onipresente, onisciente é cidadão do Universo, mesmo que a Terra se exploda; a Caatinga, semiárido natural do NE Porque não tem SOLO, quarto elemento, significa CLAREIRA cinzenta - na língua Tapuia (Gês), áreas com até 2.000m2 sem plantas permanentes (arbustos e cactos); o terreno que se vê é o subsolo repleto de seixos e lajedos emergentes, CINZENTOS; mas de acordo com a literatura ambiental dos GIBIS BR chove em média 600mm por ano no sertão de caatingas, podendo acontecer de o El ñino, fenômeno atmosférico natural que reduz o índice pluviométrico, permanecer por 1.000 dias; Por não ter Solo menos de 5% da água das chuvas precipitadas ficam na caatinga, reduzindo a cobertura vegetal a 0,10m3/m2 e poucas espécies; O sertão de caatingas (o mesmo volume de chuvas) tem uma infinidade de rios e suas várzeas, devido ao relevo e caatingas impermeáveis de pedras - o sertão e agreste RN com 48.000km2 tem mais de 100 rios com mais de 60 km de extensão, as terras mais férteis do NE com uma cobertura vegetal de 0,70m3/m2 (a mesma da zona da mata onde nasceu o BR) com mais de 200 espécies vegetais (hoje, devastada); na calha de areia e nas várzeas dos rios dentro da caatinga fica no mínimo 50% dos 600L (médio) de água da chuva por m2/ano: 300L/m2 na várzea de SOLO de sedimentação com até 10 de espessura(como na Mesopotâmia de Eva-e-adão) e 30L/m2/ano a caatinga responde cientificamente a diferença da massa vegetal no cerrado, agreste, várzeas de rios e caatinga NE, com o mesmo VOLUME de água das chuvas ao ano = a planta necessita de água doce no estado líquido, todos os dias, e escolhe o lugar para nascer e viver de acordo com os 4 Elementos da Natureza e suas variáveis atmosféricas; É bom ressaltar e registrar aos Incautos que de acordo com Gn 2,5 a Planta é o quinto Elemento da Natureza, tal é seu comprometimento com a água doce no estado líquido, e consequência com o Equilíbrio do clima; que para CRIAR vida diversificada evitando que a desertificação avance com o desequilíbrio ambiental em toda região NE é preciso o Homem cidadão do Universo CRIAR SOLO e estocar água doce das chuvas nos valores requeridos pela vida, o que a Natureza não o fez certamente para testar a Evolução intelectual do único ser que pode ostentar Vida inteligente na Terra; fora disso é vitimíssimo covarde, inútil, ou crimes hediondos contra O Brasil, contra a Humanidade, e contra o Próprio Criador - do terceiro mundo para o fim do mundo no fogo da Geena do Armagedorn.
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Severino Medeiros
Desde 1.999 o governo e comunidade acadêmica brasileiros vem sendo pressionados a adotar medidas para suspender o processo de desertificação do sertão nordestino; isto surgiu em 1.992, na Eco 92, no RJ, que também estimulou a criação dos ministérios meio ambiente e Amazônia legal e ministério da integração nacional, em 1.994 no governo FHC; criadas também na C. Deputados comissões correlacionadas, todos os órgãos presididos por políticos que não tem a menor ideia de quantos quilos de feijão se produz por hectare; quantos litros de água doce no estado líquido, e quantos dias do plantio á colheita do milho; a Literatura ambiental BR copiada dos USA em 1.992 é incongruente com a política agrícola, com a produção de alimentos no chamado semiárido NE de 1.000.000km2 no que se refere à luz solar, disponibilidade de chuvas (tempo e mm), SOLO, teor de fluidez da água doce; solvente, substrato da Natureza, leis envolvidas com a mecânica dos fluidos: baixa viscosidade e grande massa específica; a literatura ambiental BR é a letra do samba do crioulo doido; nas escolas de agronomia, biologia se prega informações sobre biomas, produção de alimentos (agropecuária) no NE que se parecem com um mundo alienígena; na década de 70, Século XX o governo e comunidade acadêmica permaneciam divulgando a ideia de que a seca NE tem a ver com falta, ou escassez de chuvas distribuindo dinheiro público a torto e a direito em projetos agrícolas fantasiosos, promovendo a construção de dezenas de modalidades de obras coPIADAS de povos secos, inúteis como obras hídricas na captação e armazenamento de água da chuvas; Criaram institutos e universidades, que com fé de ofício, imposto, se associaram ás chamas ONGs para arrancar
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