quarta-feira, 15 de julho de 2026

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Post de Fazenda simples


O Rio Amazonas descarrega no Oceano Atlântico um volume de água que representa cerca de 20 por cento de toda a água doce que entra nos oceanos do mundo — um número que só adquire dimensão real quando se considera que os restantes 80 por cento são partilhados por todos os outros rios do planeta combinados.
Com uma descarga média de aproximadamente 209 mil metros cúbicos por segundo — número que sobe significativamente durante as cheias — o Amazonas não tem rival em volume de descarga entre os rios do mundo. O segundo maior, o Rio Congo em África, descarrega aproximadamente um quinto deste volume.
A bacia amazónica cobre cerca de sete milhões de quilómetros quadrados, aproximadamente 40 por cento do território total da América do Sul, distribuídos por nove países com o Brasil a deter mais de 60 por cento da área total. Dentro desta bacia fluem mais de 1.100 rios tributários, dos quais mais de 17 têm extensão superior a 1.500 quilómetros.
A diversidade de peixes de água doce é igualmente sem paralelo: mais de 3.000 espécies identificadas — com estimativas de espécies ainda por descrever que podem elevar este número para além de 5.000 — num único sistema fluvial. Todos os rios europeus juntos têm aproximadamente 250 espécies.
A pluma de água doce que o Amazonas injeta no Atlântico é detectável por satélite a 400 quilómetros da foz, alterando a salinidade, a temperatura e a produtividade biológica de uma área oceânica significativa.
O que acontece na bacia amazónica — desflorestamento, contaminação, alteração do regime hidrológico — não é uma questão exclusivamente brasileira: tem consequências mensuráveis no ciclo hídrico global e na química do Oceano Atlântico.
ANA - Agência Nacional das Águas; Instituto Nacional do Semiárido; Igarn - Instituto de gestão das águas no RN; DNOC Governo do RN; Prefeitura Municipal de Riachuelo - RN; Prefeitura de São Paulo do Potengi; Prefeitura de São José do Seridó; Rádio Vale Pendências; Rádio Quilombolas de São João do Sabugi - RN
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  • Rio, artéria da Terra por onde flui a substância básica da seiva da planta e do sangue dos animais; a água é um fluido de baixa viscosidade e grande massa específica; todo fluido é capaz de escoar e tomar as formas dos seus recipientes; o primeiro estado da água foi no estado gasoso - a molécula chegou pronta na Terra 1,1 bilhão de anos depois que a Terra fora criada, até então árida, vazia, em trevas; milhões de anos depois foi criada a água no estado líquido, na Terra; milhões de anos depois a água no estado sólido; toda água da Terra, hoje, passou pelo estado líquido; o rio, água corrente é proveniente de um regime de chuvas, porém existem rios mantidos pelo desgelo das montanhas; o comportamento da água no estado líquido nos continentes tem o ciclo baseado na mecânica dos fluidos; nos Oceanos existem as correntes marinhas, as ondas fluindo, em movimento, por energia mecânica termodinâmica; a água doce no estado líquido tem recipientes na atmosfera, litosfera e hidrosfera ciclo impulsionado pela termodinâmica; a água da chuva, 1L=1kg se precipita na Terra (litosfera, oceanos, rios, lagos a uma velocidade não menor que 60km/h, presente em 60% dos corpos de animais e vegetais, porém no Homem deve estar fundamentalmente 80% no sangue e 90% na massa encefálica, desde os 9 meses na bolsa com líquido amniótico no ventre materno; comemos, bebemos e respiramos água doce no estado líquido; onde a água estiver com a superfície livre estará em nível, que nos oceanos é Cota ZERO; baseando-se neste enfoque sobre o comportamento da água no estado líquido na Terra e baseando-se na Mecânica dos Fluidos, pode-se transferir, sem dispêndio de energia outra, pelo litoral, a água na foz do rio Amazonas para o litoral seco (menos de 500mm /ano) do semiárido NE; ver modelos.

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