quinta-feira, 29 de outubro de 2026

27553

 Post de Severino


DESEMEBRASIL.BLOGSPOT.COM
Educação Ambiental

Educação Ambiental

  • Responder
  • Remover prévia
  •  
     
    Autor
    Quando nós, Fonte Didática e Metodológica para a Ecologia e o Meio Ambiental da Região Nordeste, FEMeA/1992, denominamos a reforma agrária no NEBR de FORMA AGRÁRIDA NO PAÍS DO FAZ DE CONTA, nos baseamos em conhecimento empírico, como ex-flagelado da seca, e conhecimento científico a partir de pesquisa e estudo, In Loc, em grande parte do chamado semiárido, durante 34 anos, para dar prova cabal de que a seca nordestina onde chove, no mínimo 300mm ao ano em 1/3 do NE e no mínimo 1.000mm ao ano em 2/3 do NE é bestialidade humana; o Projeto MAÍSA - Mossoró agroindustrial sociedade anônima é um mal exemplo. Mossoró, segunda cidade do RN em população e área urbana. hoje a maior área territorial municipal, é predominantemente terra plana, misto de argila e areia, excelente para a agropecuária, ponta do chamado Mato Grande, junto ao Mar, possuindo vegetação de cerrado com mais de 300 espécies a nível de árvore, arbusto, relva e gramíneas, com massa/volume de 0,60m3/m2, média de 700mm de chuvas ao ano; Sede da Universidade Federal, Rural do Semiárido, antiga Escola agrícola de Mossoró, pertencente à prefeitura local; produz SAL, foi a primeira área do RN a receber prospecção de petróleo; grande produtor e algodão, frutas tropicais e lavoura de subsistência, servido pelo Rio Apodi/Mossoró que já foi perene, temporário, hoje rio seco, quando passam-se 8 anos sem água corrente no leito; o município e a cidade de Mossoró eram abastecidos com água de cacimbões de até 40m de profundidade, e com cisternas no tempo da chuva, chegando mesmo a receber água no TREM que conduzia água de poços tubulares da zona da mata RN junto a Natal; a cidade não podia crescer com esse déficit de água, quando o governo federal perfurou poços tubulares com até 1.000m de profundidade de onde se extraia água para irrigação de lavoura, no caso do Projeto de Irrigação MAISA, em pauta no vídeo; Há uma lei da física, que também é aplicada á ciência da Economia - de onde se tira e não se repõe, acaba; OU Lei da oferta e da procura; o uso da água do lençol subterrâneo, em poços tubulares, para o abastecimento da população e para irrigação era centenas de vezes maior do que o suprimento dos 700mm da água da chuva, por ano; O Projeto MAISA faliu e hoje sus terras são ocupadas por dezenas de assentamentos e agrovilas do Incra e do Bando do Nordeste, onde a família assentada não tem água doce, própria, para beber, quanto mais para irrigação de lavoura; Assim é ratificado; FORMA AGRárida à Ré no país do faz de conta, onde o mínimo de chuvas é de 400mm por ano, ou 400 milhões de litros de água da chuva por km2; Mossoró recebe água do Açude Armando Ribeiro Gonçalves, do Rio Açu/piranhas que encheu e sangrou, pela última vez, no ano 2.009, apesar de que de lá para cá já aconteceu várias vezes de o fenômeno La ñina trazer mais de 800mm de chuva no Alto Oeste Norte-rio-grandense; Não existe caatinga no sertão do Mato Grande - RN.