domingo, 29 de junho de 2025

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 Educação Ambiental engloba todas as formas de conhecimento humano: Tolerância Zero para a produção de micro plástico; R4 Reciclagem já é um Avanço político/sócio/ambiental para não se enterrar lixo, ou queimá-lo no lixão, mas certamente requer grande investimento na montagem dos equipamentos, na formação dos operadores, espaço adequado para coleta, seleção do material plástico, fora do alcance financeiro e científico de mais de 4.000 cidades/municípios do BR; seria de bom alvitre se essa Instituição(em MG?) enviasse material explicativo, com argumentos convincentes ao Ministério do Meio Ambiente, Comissão de Meio Ambiente do Congresso Nacional, e secretárias correlatas, nos Estados.

Severino Medeiros
Parece promissor não enterrar plástico(nos aterros), ou queimar plástico nos lixões; usar plástico em embalagens de alimentos sólidos, ou quentes(acima de 24ºC); medicamentos sólidos; Armazenamento de materiais abrasivos; em suma: Produzir micro plástico; a energia estática intrínseca no plástico de petróleo se irradia com calor e atrito, danos incomensuráveis ás moléculas dos corpos de animais e de vegetais; micro plástico no solo, no vento, na atmosfera, no Oceano, rios, açudes, no fogo(fumaça, cinzas, fuligem) no sangue na carne, no leite, na seiva, no cérebro humano dura até o fim; reciclar plástico é: 1) suspender a produção de plástico de petróleo; 2)coletar o máximo de plástico na Natureza; 3) transformar o plástico coletado em peças de cor BRANCA, mantidas em temperatura menor que 24ºC, depósitos para armazenamento de líquidos, de preferência água doce no estado líquido; 4) adequado, em forma de lona, manta, sempre na cor branca, na impermeabilização de CANAIS, cisternas, açudes para água; na construção de PROJETOS para captação e armazenamento de água onde chove menos de 400mm/ano, água para o abastecimento urbano e produção de alimentos
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Ocupação humana na caatinga do sertão do RN;  enquanto o índio coletor se fixava na caatinga de acordo com a disponibilidade de rios e caças, o Homem sertanejo se fixou na caatinga para criar gado e fazer sua agricultura de subsistência; o índio do sertão RN, chamado de tapuias, e depois janduís, praticavam uma pequena agricultura, particularmente de vazantes no verão, no leito dos rios temporários, (na areia úmida) ou nas margens das grande lagoas, a exemplo da lagoa do Piató, em Açu-RN; o índio pescava nos poços escavados nos poços escavados pelas enxurradas no leito do rio; coletava muitas frutas silvestres,  a exemplo do mari, umbu, cajarana  e/ou cocos de palmeiras nativas, catolé, frutos da carnaúba, dendê; havia muita caça nas serras, e variados tipos de abelhas produzindo mel, onde uma delas, chamada CAPUCHU (tradução do idioma do índio local) fazia sua casa nos formigueiros, no chão, grande produtora de mel, inclusive no verão; a grande maioria das árvores do sertão botavam flores em pleno verão, em tempos diferentes, em período de 3 meses, de modo que havia flores (para a produção de mel de abelhas) na maior parte do ano; nas plantas junto das lagoas e nas várzeas dos rios tinham flores o ano todo.
Já o homem civilizado, colonizador do sertão, fazia a morada, casa de fazenda e dos auxiliares e familiares, junto dos grandes rios temporários, e usavam a caatinga para criar gado; há 50 anos atrás as caatingas ficavam cobertas de vegetação rasteira, gramíneas, verdes,  na época das chuvas, e 2 ou 3 meses depois da última chuva do ano ainda havia PASTO  verde para o gado comer; pode-se dizer que durante 8 meses por ano havia alimento para o gado na caatinga; o fazendeiro plantava capins nas várzeas dos rios, terras férteis que permaneciam úmidas na maior parte do ano.
O sertão do RN é muito rico em minério de xelita, colombita, ouro, berilo, pedras semipreciosas; na década de 40 (40+) esses minérios começaram a ser explorado, trazendo muita riqueza para o RN; a Serra de Santana, citada em postagens anteriores, era repleta de jazidas minerais sendo exploradas nos municípios de Florânia, Currais Novos, São Vicente, São Rafael, Santana do Matos, Cerro-Corá; Muitas cidades e povoados  do RN tem os nomes relacionados com a criação de gado bovino - Currais Novos, Curral Novo, Parelhas, Pau dos Ferros, mas toda ocupação do sertão RN teve como causa a criação de gado bovino, ovino e caprino; Durante o chamado "Brasil Holandês - 1.630 a 1.654 o RN já tinha o maior rebanho bovino do Brasil, abastecendo com carne (seca) de sol a Companhia das Índias do Conde Maurício de  Nassau Sigien e sua cidade Mauricéa - Recife.

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Leito de um rio temporário encrustado no sertão nordestino de caatingas; Vale ressaltar que rio temporário é aquele que tem água corrente em um determinado período (das chuvas) do ano. a última vez que correu água no leito desse rio foi em junho de 2.011; passam-se até 5 anos sem ter água corrente no leito dos rios do sertão nordestino, e assim tem-se um rio seco, embora não se possa dizer que é rio morto; a metamorfose de rio temporário em rio seco aconteceu nos últimos 100 anos, e tem duas causas: 1) redução na oferta de chuvas, prolongamento das estiagens; 2) construção de açudes no rio e nos riachos afluentes; no sertão nordestino há mais açudes do que casas de morada do Homem; os pequenos açudes são chamados de "barreiros" e representam 90% da açudagem; o tamanho do açude, capacidade de armazenamento, se baseia nas dimensões da bacia hidrográfica dos rios/riachos que o abastece; a impermeabilidade e ondulação do terreno da caatinga faz com que corra água nos riachos com qualquer chuvinha de 20mm em 12 horas; essa água pode chegar até o rio, mas não vai correr no leito do rio que tem uma camada de areia, no leito, com mais de 10m de espessura que absorve toda água, armazenando-a, lençol subterrâneo; só terá água corrente no rio com chuvas maior que 50mm - 50L/m² em 24 horas; os açudes só enchem se em um período de 30 dias houver precipitações que somem mais de 200mm; se em 5 meses as chuvas somarem mais de 600mm; Já foi dito, nestas postagens, que a partir de 2.010 verificou-se que o clima no Nordeste  acumulou as mazelas criadas pelo Homem, e estabeleceu uma fuga de água da superfície do terreno (chão) de 3,5 litros por m² ao dia, e 11 litros por m², ao dia, da superfície da represa do açude; com uma chuva de 10mm o chão seca com 3 dias de Sol; durante o verão, sem chuvas, que pode chegar a 300 dias, a evaporação de água do açude é de uma lâmina de água de  11 x 300 = 3.300 mm de espessura, ou 3,3m; um açude com uma lâmina média de água de 3,3m (de profundidade) desaparece, com: 1) evaporação para o AR, devido a alta intensidade de luz solar; 2) o vento seco, com baixa umidade, tende a extrair água dos açudes (e do chão) para repor a umidade; 3) a terra seca em torno da represa do açude suga água para manter o equilíbrio de umidade; 4) falta de uma cobertura vegetal em torno da represa para reduzir essas fugas - normalmente os engenheiros projetistas desmatam uma área 10 vezes maior do que a área ocupada pela represa do açude; há também o fato de que a vegetação na caatinga ocupada pela represa já naturalmente escassa ou ausente; Construir açudes com o atual clima do sertão de caatingas é fantasia, é jogar dinheiro fora; mas voltemos ao rio seco da fotografia; cientificamente, e apesar da redução na oferta de chuvas no sertão de caatingas, é possível utilizar os rios secos, transformando-os em depósitos naturais de água das chuvas para o abastecimento urbano e produção de alimentos; devido a impermeabilização e ondulação da caatinga, o sertão tem a maior densidade de riachos e rios (temporários) por área, no Brasil; resta saber o que é rio e o que é riacho, já que estamos falando de cursos de água, sem água na maior parte do tempo; mas quem determina as dimensões de um curso de água são o volume de chuvas e o relevo; o relevo continua o mesmo, mas a oferta de chuvas foi reduzida drasticamente no sertão; a definição de rios e riachos, no caso do sertão, está relacionado com a largura do leito e a profundidade da calha determinadas ao longo de milhões de anos, lembrando que a calha do rio ou riacho normalmente está preenchida com areia arrastada das partes altas, no caso as serras, serrotes e caatingas; Na prática,  Com leito de até 10 m de largura seria riacho. No caso do rio da fotografia seu leito de areia tem mais de 80m de largura e 2 várzeas laterais, com solo, em um nível mais alto, e todo rio imprensado pelas caatingas, serras e serrotes, onde nasce o rio.
O rio com leito de areia de  80m de largura, 10 m de profundidade, tem capacidade de armazenar, guardar 80% desse volume de areia, em ÁGUA. um quilômetro (1.000m) do rio tem 80X10X1.000= 800.000m³ pode-se armazenar  640.000m³ de água; qualquer enchente no rio só acontece depois que a água infiltrada, drenada é capaz de encharcar a camada de areia; a água armazenada na camada de areia tem 2 tipos de fugas: 1) evapora da superfície nos 30cm mais externos da área, e à medida que vai secando a superfície da areia, a água do fundo vai repondo a umidade; 2) o rio tem uma diferença de nível das cabeceiras para a foz, o que determina o fluxo de água corrente, por gravidade; da mesma forma a água armazenada na camada de areia tende a correr (internamente) por gravidade na direção da parte baixa, a foz; após a enxurrada, enchente a areia permanece ensopada durante meses, no verão, mas à medida que o tempo vai passando as duas fugas de água faz com que o lençol subterrâneo perca água, diminuindo o nível do lençol, podendo secar; é comum as cacimbas escavadas no leito de areia do rio secarem primeiramente onde o leito é mais alto, a camada de areia é mais fina; no caso desse rio da fotografia, que recebeu várias enchentes em 2.011, até o mês de junho, durante o restante do ano de 2.011 e metade de 2.012 plantou-se vazantes na areia do rio, até que o nível da água do lençol tornou-se profundo (baixou) não podendo ser alcançado pelas raízes da lavoura, inviabilizando a cultura agrícola; Durante os anos de 2.012 e 2.013 a oferta de chuvas de 150L/m² ao ano precipitadas no leito de areia do rio criaram um lençol de 150mm, ou 15 cm no fundo do leito do rio; essa água numa camada de areia de 10m de espessura ficou protegida da evaporação na superfície da areia, mas não ficou isenta da fuga por gravidade, da parte alta para a parte baixa do rio, no fundo da camada de areia; essa água de 15 cm acumulada no fundo se distribuiu por toda camada de 10m de areia, não proporcionando condições de formação de lençol de água; para a comunidade científica brasileira (e provavelmente em toda Terra), os elementos citados aqui: baixa oferta de chuvas, 2 fugas de água, inviabilizam os rios secos do sertão de caatingas para criação e manutenção da vida; 1) independentemente do volume de chuvas (desde que maior que 100 L/m²) pode-se coletar água das chuvas, todos os anos, nas caatingas laterais para ensopar, abrejar a camada de areia do leito do rio; 150mm de chuvas, ou 150L/m² de 2.012 e de 2.013, são 150.000 metros cúbicos de água por km²; em 1 km de extensão desse rio, com camada de areia de 80m de largura e 10 m de espessura, pode acumular 640.000m³ de água; para captar essa água, no caso das chuvas de 2.012 ou 2.013, teríamos de captá-la em uma área de 4 km² da caatinga; Como? impermeabilizando-a com lona plástica, durante (apenas) o período chuvoso de janeiro a junho, lembrando que o próprio leito  de areia do rio já é área útil de captação de água diretamente das nuvens. Para evitar as 2 fugas de água do lençol - por evaporação, e por gravidade; a camada de areia no leito do rio é assentada (sempre) em lajedos extensos, forrando todo o rio; a cada km do rio constrói-se uma parede de pedras/cimento, a partir do lajedo firme, barrando o fluxo da água por gravidade, na altura da espessura da camada de areia, e assim protegida das enchentes; para EVITAR a fuga de água por evaporação da superfície da areia do rio arboriza-se as várzeas laterais, com fruteiras arbóreas de longa vida - cajueiros mangueiras, e PLANTAM-se, densamente, gramas (alimento do gado) na areia úmida no verão, e até batata doce, feijão macassar, como já é comum;
Para tornar esse armazenamento de água no leito de areia do rio seco do sertão mais eficiente, contornando todas as formas de evasões da água, retira-se a camada de areia, forra-se o fundo do rio com encerrado plástico,  e repõe-se a camada de areia sobre o encerado, isolando assim a camada de areia do chão, evitando a fuga de água nas brechas dos lajedos que forram o leito do rio; nestas condições as enchentes ocasionais do rio não conseguem agredir o encerrado embaixo da camada de areia.
Para as pessoas, inclusive os nordestinos como EU, estas são medidas técnicas cientificas que realmente funcionam para reverter o quadro fatídico e degradante que se abateu sobre o Nordeste e sua gente; até mesmo a caatinga, em processo de desertificação, pode se transformar em lugar úmido e fértil, útil para se morar, viver.

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Na postagem anterior uma pequena serra com menos de 300mm de altitude, e por isso chamada de serrote no sertão RN; aqui uma serra cm menos de 250m de altitude, na localidade Grutas, no Município de Riachuelo, agreste RN, em 23 de maio de 2.013; como se pode verificar, a denominação de "serra" ou "serrote" não depende da altitude, das dimensões, e são confusas em um mesmo Estado (RN), condições (e cultura) comuns em todo o Nordeste que tem sertão e agreste; sertões - lugar longe do mar, afastado do litora,  todos os 9 Estados NE os tem, mas AGRESTE zona de transição entre o sertão e a zona da mata, não existe nos Estados MA-PI-CE, já que esses não tem zona da mata nordestina, antiga mata atlântica que vai de Ceará-Mirim - RN até o RS. Pode notar também que a vegetação é de CERRADO, DENSA, fechada; na postagem anterior do serrote do sertão de Santana do Matos-RN,  a vegetação é a nível de árvores, mas não tem a densidade e variedade da vegetação (preservada) da serra do agreste (nesta fotografia); se a vegetação da postagem anterior tinha 0,3m³/m² de massa vegetal, AQUI pode chegar a 0,5m³/m²;  Mas pasmem! Quando for no mês de setembro, próximo, no verão sem chuvas, as árvores, com exceção das leguminosas, estarão cinzentas, sem folhas, ou seja, MATA CINZENTA significa caatinga para a comunidade científica; Isto mostra que a desinformação sobre o Nordeste BR é a grande (e maldita) seca cultural.

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Pequeno açude no meio da caatinga; uma das características da caatinga é a impermeabilização do terreno, no caso o subsolo recheado de pedras miúdas cortantes; o subsolo se compõe de terra e pedras; era de esperar que as pedras no meio da terra do subsolo facilitassem a drenagem da água das chuvas, mas a terra que compõe o subsolo funciona como uma massa de cimentação impedindo a infiltração de água das chuvas no terreno; por outro lado, o subsolo da caatinga é muito raso, já que a caatinga é ondulada, facilitado a erosão;  a água das chuvas não tem força para arrastar, rolar as pedras, mas consegue tirar areia do subsolo; por ser um subsolo impermeável, em declive, qualquer chuvinha leva água para o açude construído na depressão do terreno, no caso o riacho temporário; o subsolo da caatinga, parte mais externa do terreno é um piçarro de terra e pedras miúdas, muito bom para a construção de paredes de açudes e aterros de estradas de rodagem; no caso deste açude da fotografia a máquina simplesmente empurrou o piçarro  de baixo para cima da parede; pode-se notar que é um açude novo, já que não há vegetação junto da represa de água, como seria comum, quando as plantas procuram a água; a fuga de água no terreno é muito baixa (impermeabilização), porém a fuga por evaporação é muio alta, chegando a 11 litros por metro quadrado ao dia, o  que significa dizer que essa pouca água deve armazenada deve desaparecer (se não receber mais água das chuvas) até setembro de 2.013; Não seria viável em termos de custos versus armazenamento de água, outras ideias para armazenar água das chuvas na caatinga, a exemplo de captação e armazenamento de água das chuvas em lonas ou encerados plásticos, sugerido por dsoriedem.blogspot.com, tendo em vista a dificuldade em se cavar cisternas nesse terreno duro, fino, assentado em lajedos e com muitas pedras, que danificariam a lona ou encerado do projeto; parece que a construção desse açude, nessa área, não traz benefício para o agricultor/pecuarista, já que não ha sementes do PASTO, alimento do gado, para germinar, e assim não há o que o bicho comer, e se não tem comida inviabiliza a criação de gado; mas esse pequeno açude poderia ser no futuro: a parede do açude barra a matéria orgânica arrastada pela água das chuvas das partes altas para o porão do açude, e com o tempo, digamos, 10 anos, vai ser criada uma camada de solo orgânico mineral no fundo do açude; a água armazenada em cima dessa camada de solo vai se acumular entre o solo e o lajedo no fundo do açude, podendo fornecer cacimba no verão, quando o açude secar; essa água pode entrar em uma brecha do lajedo e criar uma fonte de água no futuro; a água das chuvas no solo evapora 3,5L/m²/dia, contra os 11 L/m²/dia da evaporação da superfície da água do açude.

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No meio da Caatinga havia uma estrada sem fim que vai bater no horizonte; olhando-se o terreno coberto por essa estrada temos uma ideia de que não há solo na caatinga, mas um subsolo pedregoso distribuído em terra solta (ver as laterais da estrada); que a caatinga é ondulada, e certamente, por isso, não poderia ser chamada de tabuleiro (plana, formato de tábua); nota-se que nenhuma planta tem mais de 3m de altura, exatamente por que não tem SOLO para armazenar água das chuvas e para o desenvolvimento de raízes maiores (das árvores), e por isso é SEMIÁRIDO natural do Nordeste ( e não por escassez de chuvas - ver as plantas verdes); aqui a massa vegetal é 0,03m³/m² na época das chuvas, quando todas as plantas ganham folhas, crescem (ao limite) e/ou engrossam o caule, os ramos, galhos; a estação chuvosa média seria de 400mm, em estação chuvosa de 100 dias, com intervalo entre duas chuvas de 8 dias, mas, pela primeira vez, choveu menos de 200L/m² nos anos de 2.012 e 2.013, com intervalo entre duas chuvas de 30 dias (todo mês de março 2.013), condição típica de DESERTO seco, o que significa dizer que a caatinga está em retrocesso ambiental; a caatinga é delimitada por rios com suas várzeas, com bases de serras e serrotes, por solo e vegetação de cerrados, áreas com massa vegetal (nativa, quando tinha) 10 vezes maior do que na caatinga e por isso mesmo exaustivamente explorados ao longo de 200 anos, principalmente com o desmatamento incondicional; na caatinga não há o que se desmatar, e não se pode fazer agricultura na caatinga (não tem solo), mas durante muitos anos a caatinga foi  usada para criação de gado bovino, até que a semente do PASTO acabou, e hoje não tem qualquer utilidade para o Homem; O subsolo da caatinga é impermeável, infiltrando-se ( no terreno) no máximo 3% das primeiras chuvas precipitadas no ano; como a caatinga é ondulada, e mais alta com relação as outras áreas do sertão, 99% da água das chuvas precipitadas (ao ano) na caatinga vão para as partes baixas, pelos riachos, que as vezes tem várzeas com solo, e portanto maior massa vegetal, e finalmente para os rios e suas várzeas; ASSIM, as caatingas tem sua IMPORTÂNCIA para a Natureza, no contexto da vida, como área de captação de água das chuvas que ai para os rios, que enche os açudes; As caatingas têm 250.000 km² no sertão dos Estados PI-CE-RN-PB-PE-AL-SE-BA; É possível, sim, fazer uma reforma ambiental na caatinga, e transformar o sertão inóspito,degradado, em terra úmida  e fértil; nesses 8 Estado NE o sertão de caatingas tem 500.000 km², sendo 250.000 km² de caatingas, e cerca de 100.000 km² e bases de serras, serrotes; os 150.000 km², restantes, são várzeas (e leito) de rios, de riachos, e áreas de cerrado (desmatado)nos vales e nas chãs das serras, próprios para se fazer agricultura e cultivo de ração  para alimentar o gado, produção de alimentos o ano todo;
reservar 10% das caatingas para captação e armazenamento de água das chuvas, diretamente das nuvens,  em milhares de projetos espalhados pelos 8 Estados; 10% são 25.000 km², para captar toda água das chuvas precipitadas nessa área; com uma oferta média de chuvas de 300mm, ou 300L por metro quadrado, são 300 milhões de litros por km², ou 300.000m³/km² de água captada e armazenada, sem perda, sem fuga, sem evaporação, sem contaminação(tal qual vem das nuvens), água para o abastecimento urbano e para a produção de alimentos - agropecuária. Durante as 1.300 postagens neste dsoriedem.blogspot.com    mostramos na prática (tamanho real) e na teoria (maquete) o Projeto de captação e armazenamento de água das chuvas, que pode ser feito nos mangues, na areia das praias, na caatinga, nas várzeas salinizadas do sertão,  nos DESERTOS, e até no Mar;

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Solo e subsolo; na postagem anterior, no sertão RN, vimos um terreno plano coberto de seixos rolados assentados em uma massa de terra, barro, desprovida de pedras; É comum dizer-se que o solo é a parte mais externa do terreno em estudo, já que é formado de minerais que vem do subsolo, embaixo, e de massa orgânica vegetal e animal criados e mantidos nessa parte externa do terreno; na postagem anterior a camada de seixos não é solo, nem subsolo, e as plantas nascem no solo que está abaixo da camada de seixos; nesta fotografia, no agreste RN se observa uma camada externa escura, e parte do terreno que foi removido de baixo para a construção de uma parede de terra para juntar água das chuvas, de cor branca, indicando formações e composições diferentes dos 2 tipos de terra; convencionalmente, devido a posição dos 2, o terreno escuro é o SOLO orgânico mineral, onde a vida se forma, se estabelece, e se mantém, enquanto que o terreno branco é o subsolo que, pela cor branca, indica a predominância de calcário em sua composição; também devido a posição dos 2 terrenos sabe-se que o subsolo tem uma formação mais antiga; a cor escura do SOLO é devido exclusivamente a composição orgânica, de matéria orgânica vegetal e animal decomposta em milhões de anos em cima do terreno branco que aqui é chamado de subsolo; abaixo do subsolo está o lajedos extensos, grandes pedras, a rocha-matriz, constituídas de minerais, formadas pelos mesmos princípios geológicos, em toda Terra; O solo é um dos 4 elementos da Natureza, mas como o solo característico que gera e mantém a Vida é também orgânico, matéria orgânica vegetal e animal decomposta, e VIVA, a fauna e a flora se impõem como RECURSO natural: todo elemento físico ou físico orgânico que proporciona(imprescindível) que traz benefício irrestrito a todas as formas de vida; parece contraditório a vida criar Vida, mas na realidade a vida microscópica - reinos monera, fungos, vírus, protista, primeiros seres vivos, foram criados SEM o SOLO, quando ainda não existia o solo orgânico mineral, enquanto que a vida complexa, diversificada de animais e vegetais só pode ser criada e mantida com solo orgânico mineral; O Homem tem conhecimento científico para controlar 2 dos elementos da Natureza - 1)Energia luminosa e calorífica do Sol; 2)elementos da atmosfera - gases, ventos, água em forma de vapor; pode e deve estabelecer meios para adequar ( à vida,) o 3º Elemento da Natureza - água no estado líquido; quanto ao 4º Elemento da Natureza - O Solo, o Homem tem total domínio até na sua formação, já que  o SOLO estar sob seus pés - basta se abaixar; os microrganismos foram criados na água no estado gasoso (do 2º Elemento) quando ainda não havia o 3º Elemento - as chuvas, água no estado líquido, e não havia o 4º Elemento - o SOLO.