segunda-feira, 29 de setembro de 2025

26252 - se a seca com 400mm de chuvas é obra do diabo, significa que a seca é o inferno na Terra.

 Assú Todo Dia

O Instituto de Gestão das Águas do Rio Grande do Norte (IGARN) publicou na última terça-feira, 23 de setembro, no Diário Oficial do Estado, a Portaria número 46, que declara situação de escassez hídrica no Canal do Pataxó e no trecho do Rio Pataxó perenizado.
A medida considera; o quadro de seca que atinge 83% do território potiguar; O diagnóstico do Monitor de Secas, que aponta o Vale do Açu em seca moderada; O Termo de Alocação de Água 2025/2026 do Sistema Hídrico Armando Ribeiro Gonçalves e Mendubim, que destinou vazão de 1,2 m³/s para o Canal do Pataxó; A condição hidrológica amarela da Barragem Armando Ribeiro Gonçalves, que já demanda restrições de uso; e A dificuldade de atendimento aos múltiplos usos ao longo dos 18 quilômetros perenizados pelas águas do Canal do Pataxó.
A água que segue pelo Canal do Pataxó passa pela Barragem Armando Ribeiro Gonçalves que segundo o Instituo de Gestão das Águas do Rio Grande do Norte (IGARN), em relatório divulgado no último dia 17 de setembro, acumula 1 bilhão 272 milhões 780 mil 724 metros cúbicos, o equivalente a 53,63% da sua capacidade máxima de 2 bilhões 373 milhões 66 mil.
Conforme publicação no site oficial do Instituto de Gestão das Águas do Rio Grande do Norte (IGARN) ficaram definidas as seguintes geras:
Irrigação na margem direita do Rio Pataxó: permitida nas segundas, quartas e sextas-feiras;
Irrigação na margem esquerda do Rio Pataxó: permitida nas terças, quintas e sábados;
Domingos: proibido o uso da água para irrigação em ambas as margens;
Sifões ao longo do Canal do Pataxó: funcionamento autorizado por até 11 horas diárias, das 06h às 17h;
Finalidade dos sifões: apenas para irrigação, dessedentação animal e uso doméstico;
Proibição: não é permitido utilizar bombas ou sifões para encher açudes, lagoas ou barreiros.
O IGARN acrescentou que, no dia 16 de outubro, será realizada uma reunião para avaliar a efetividade das regras e verificar se houve restabelecimento da normalidade hídrica no trecho perenizado. Caso contrário, poderão ser definidas novas medidas de restrição.
Em caso de descumprimento, os direitos de uso de recursos hídricos dos infratores poderão ser suspensos até o fim da vigência da situação de escassez hídrica.
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Seca com 300mm de chuvas/ano é bestialidade humana.

 Na caatinga, sem SOLO, o Homem não planta, não colhe, não tem o que se "desmatar"; já foi área de pasto do gado durante o período chuvoso; nos 30.000km2 de sertão de caatingas do RN, e por conta da Serra de Santana (500 a 700m de altitude) no meio, como Divisor e águas, não há menos que 60 rios a partir de 60km de comprimento, que já foram temporários (água corrente durante o período de chuvas), hoje rios secos (até 8 anos sem água corrente no leito); todos com a calha recheada de areia em toda largura e comprimento com uma espessura de até 10 metros; essa camada de areia descomunal, de fácil drenagem de água - 600 litros de água em 1.000 litros (1m3) de areia; INDICA com segurança cientificamente, ser favorável a construção de BARARRAGENS SUBTERRâNEAS para um GRANDE AQUÍFERO nessa camada de areia dos rios, que possa receber e armazenar integralmente os 200mm de chuvas, MÍNIMO, por ano; essa água vem todos os anos; diretamente da nuvem no tempo da chuva; ocasionalmente nas enxurradas; E utilizando as caatingas, em nível mais alto, que margeiam os rios, FAZER a captação de água da chuva, impermeabilizando o terreno, no tempo das chuvas, para que 100% da água precipitada na LONA escorra, tal qual vem da nuvem, por gravidade para ser ARMAZENADA na camada de areia, água para o abastecimento das cidades, para irrigação de lavoura, lembrando que é possível cultivar lavoura de pequeno ciclo de vida na camada de areia do rio, desde que tenha água ao alcance das raízes; a Natureza ofereceu ao sertão de caatingas média de 500mm de chuvas ao ano; o Homem tentou armazenar essa água em açudes (nos rios, riachos) no chão á céu aberto, enquanto eliminou a cobertura vegetal (quinto Elemento da Natureza)das várzeas; os elementos da Natureza são interdependentes; o clima ficou agressivo á vida, o Homem não consegue viver, produzir, crescer nem com 400mm de chuvas ao ano; de repente, a Luz: com obras simples, de fácil execução a construção de barragens transversais, de argila, barro, no mesmo nível da areia, barragens para impedir que a água da camada de areia FUJA, por gravidade, por dentro da camada de areia; a evaporação de água dentro da camada de areia é praticamente NULA, diferente da fuga de água nos açudes, á céu aberto que chega a 3.000mm ao ano.

No meio da caatinga (na foto) um cinturão de vegetação verde, densa, que se destaca; é o riacho e suas várzeas; além da água da chuva precipitada diretamente da nuvem, e em sendo uma depressão, recebe a água que escorre dos altos, e com a água que escorre por gravidade vem os sedimentos que formam as várzeas com SOLO fértil, onde o o Homem planta.