domingo, 2 de abril de 2017

Média de 600mm CE, 10,5% de açudes.

Açude Cauhipe, em Caucaia, chega aos 100% e é o 7º reservatório sangrando

Além do Cauhipe, os açudes Acaraú Mirim (Massapê), Caldeirões (Saboeiro), Valério (Altaneira), S. Pedro Timbaúba (Miraíma), Itaúna (Granja) e Maranguapinho (Maranguape) estão com seus volume máximos

15:56 · 02.04.2017 / atualizado às 16:06
AÇUDE CEARÁ
Aos poucos, as chuvas vão dando nova esperança para o povo cearense. ( FOTO: ALEX PIMENTEL )
AÇUDE CAUHIPE, EM CAUCAIA
Açude Cauhipe visto de cima. ( FOTO: COGERH/DIVULGAÇÃO )
açude Cauhipe, localizado em Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza, atingiu 100% de volume neste domingo e tornou-se o 7º açude do Ceará monitorado pela Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh) em plena capacidade máxima. 
Com capacidade de 12 hm³, o reservatório, que faz parte da bacia Metropolitana, não atingia os 100% desde 14 de maio de 2011, conforme informações do Portal Hidrológico do Ceará.
Um dos motivos para o açude Cauhipe atingir seu volume máximo foram as fortes chuvas em Caucaia. Lá, de acordo com dados da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), choveu 23,3% acima da média em março deste ano, ou seja, as precipitações chegaram 354,2 milímetros contra os 287,4mm normais.
Situação hídrica
Até a última sexta-feira (31), os 153 açudes monitorados pela Cogerh, cuja capacidade total são 18,64 bilhões m³, apresentavam volume de 1,97 bilhão m³ (10,54%). No total, 68 açudes registraram aporte este ano.
Além do Cauhipe, que chegou aos 100% neste domingo, os açudes Acaraú Mirim, da bacia do Acaraú, Caldeirões, da bacia do Alto Jaguaribe, Valério, da bacia do Alto Jaguaribe, S. Pedro Timbaúba, da bacia do Litoral, Itaúna, na cidade de Granja, e Maranguapinho, da bacia Metropolitana, estão sangrando. O Tijuquinha, em Baturité, já sangrou, mas teve seu volume reduzido.

Tudo é carnaval, fantasia.

Visita de Temer. Deputados querem nova mobilização pela Transnordestina

17:00 | 01/04/2017

Preocupados com o andamento da obra da Transnordestina, deputados que participam da comissão que acompanha a ação na Câmara dos Deputados prometem intensa agenda de mobilização para garantir a retomada do projeto nos próximos meses. Integrante do grupo, Heráclito Fortes (PSB-PI) diz que tentará levar o presidente Michel Temer (PMDB) para conhecer trechos da obra.

“Você tem aí uma obra como a transposição que, diferente do que falam, vai demorar a dar resultado. Já a Transnordestina teria efeito imediato, que seria o escoamento de riqueza. Se o governo colocar isso como prioridade, vai deixar uma marca muito grande. Por isso quero levar o presidente para ver a obra”, afirma o parlamentar.

Danilo Forte (PSB-CE) destaca que, abandonadas há muitos anos, trechos da obra geram novos prejuízos e encarecem a obra. “Estivemos com governadores no sentido de pedir uma agilidade maior ao Tribunal de Contas da União para que a obra ande”, diz.

“O problema é que o projeto já começou de forma equivocada. Como se sabe, um projeto de engenharia você vai construindo através de etapas úteis. E a Transnordestina começou por dentro, até hoje leva nada a lugar nenhum. Já se gastou R$ 6 bilhões e até agora a obra não tem serventia”, diz.

Presidente da comissão, Raimundo Matos (PSDB) destaca que, nas próximas semanas, o grupo deve ouvir o Ministério Público e a Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) para avaliar últimos entraves para retomada da obra. (CM)

Só assim chega água a Campina Grande - PB

Açude sangra com chuva de mais de 100 mm no Cariri e água segue para Boqueirão

Água do açude São José, da cidade de Monteiro, segue para Boqueirão junto à água do Rio São Francisco; foram registrados pontos isolados de inundação, causando transtornos localizados
Cidades | Em 02/04/17 às 11h03, atualizado em 02/04/17 às 11h17 | Por Gustavo Medeiros
Reprodução/Asley Ravel/Cariri Ligado
Chuva causou alagamentos em Monteiro, no Cariri
O açude São José, localizado no Centro de Monteiro, no Cariri da Paraíba, a 305 km de João Pessoa, sangrou com uma forte chuva que caiu na cidade na noite desse sábado (1º), chegando a causar alagamentos. Segundo o presidente da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado (Aesa), João Fernandes, foi registrada precipitação de 109 milímetros no município.

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“Choveu bem e há previsão de mais chuvas na região. A água que está saindo do sangradouro do açude São José, que tem capacidade de cerca de 1,2 milhão de metros cúbicos, está seguindo para os açudes de Poções e Camalaú junto com as águas da transposição do Rio São Francisco, caindo na calha do Rio Paraíba e seguindo em direção a Boqueirão”, disse João Fernandes, referindo-se ao reservatório que atende Campina Grande e 18 cidades da Borborema.

De acordo com a Polícia Militar, foram registrados pontos isolados de inundação em Monteiro, causando transtornos localizados, mas não houve convocação para ocorrências de grande destaque.
Para o período correspondente ao restante deste domingo e à segunda-feira (3), a Aesa prevê para a região do Cariri/Curimataú da Paraíba nebulosidade variável, podendo ocorrer chuvas localizadas. Também são previstas chuvas em pontos isolados para as demais regiões do estado.
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Transnordestina. Onze anos depois, clima de frustração e desânimo

Inicialmente orçada em R$ 4,5 bilhões, obra da Transnordestina quase dobrou de orçamento. Mais de uma década depois, ação está parada e só tem 52% dos trechos concluídos

17:00 | 01/04/2017
O orçamento inicial de R$ 4,5 bilhões já foi estourado, com pouco mais de metade da obra considerada concluída pelos responsáveis DELFIM MARTINS/BLOG DO PI
O orçamento inicial de R$ 4,5 bilhões já foi estourado, com pouco mais de metade da obra considerada concluída pelos responsáveis DELFIM MARTINS/BLOG DO PI

Uma pequena multidão de cinco mil acompanhava apreensiva quando, em discurso entusiasmado, o então presidente Lula deu por iniciadas as obras da Transnordestina. “É o começo de um novo tempo para o Nordeste”, disse o petista, às margens do trecho da obra em Missão Velha, sertão caririense. Era o ano de 2006, véspera da reeleição de Lula, e a promessa era de que a ferrovia, inicialmente estimada para quatro anos, fosse concluída em três.

Onze anos e R$ 6,2 bilhões em investimentos depois, a obra segue pela metade – com 52% de conclusão desde dezembro de 2015 - e com todos os canteiros abandonados no Ceará. O orçamento inicial, de R$ 4,5 bilhões, dobrou, chegando à marca de R$ 11,2 bilhões. Sem perspectiva de entrega, a Transnordestina aguarda trâmite para, em cenário favorável, ter obras retomadas ainda em 2017.

Nas últimas semanas, o País acompanhou disputa entre PT e PMDB pela “paternidade” da transposição do rio São Francisco - outra obra do antigo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). “Sem pai”, a Transnordestina ficou travada em meio a questionamentos do Tribunal de Contas da União (TCU) e ao avanço da Lava Jato sobre empreiteiras que tocavam as obras. Ação aguarda relatório do TCU para ser retomada.

“O grande gargalo é esse relatório, que deve ter prazo de entrega para o dia 20 de abril. É o ‘Dia D’ da Transnordestina”, diz o deputado Raimundo Matos (PSDB), presidente da comissão que acompanha a obra na Câmara.
 
Projeto histórico
Se a obra não teve urgência, não foi por falta de relevância: demanda histórica do Nordeste, a ferrovia prevê ligação entre o sertão do Piauí (Eliseu Martins) e os portos do Suape, em Pernambuco, e do Pecém, no Ceará. A estrada teria 1.753km de extensão, passando por 81 municípios.

“Não só interligaria regiões produtoras do Nordeste com os principais polos de exportação, como aproximaria o escoamento do Centro-Oeste e até de mercados internacionais, como Europa e Ásia”, diz Danilo Forte (PSB).

No Ceará, a Transnordestina tem previsão de 526 km, passando por 29 municípios entre Missão Velha e o Pecém. Os trechos, que até 2013 eram tocados pela Odebrecht, foram assumidos pela cearense Marquise após o escândalo da Lava Jato obrigar a empreiteira original a rescindir contratos com o governo.

Concessionária da obra, a Transnordestina Logística S/A, empresa do grupo Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), afirmou em nota estar “totalmente empenhada no planejamento da retomada das obras assim que possível”. O grupo diz desenhar estratégia para que as obras sejam retomadas ainda neste ano.

Responsável pelas desapropriações da obra, a Secretaria de Infraestrutura do Ceará (Seinfra) afirma que já concluiu 90,75% dos 1,4 mil laudos previstos para a ação.

sábado, 1 de abril de 2017

O mesmo que limpar o rabo com merda.

O Homem se tornou incompatível na Terra.
Marcelo LimaRepórterProtestos de moradores da Redinha, no início da semana, pararam as obras da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Jaguaribe. A
TRIBUNADONORTE.COM.BR
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Damião Medeiros Tudo o que o Homem chama de progresso é fator de desintegração da vida; é ENVOLVIMENTO INSUSTENTÁVEL; Desde 1.599 que a população de Natal-RN injeta seus excrementos no lençol subterrâneo, por meio de fossas putrefatas construídas no terreno arenoso das dunas; A Grande Natal com 14 cidades municípios é a maior densidade demográfica do RN; inicialmente essas cidades eram abastecidas com água com água de poços e cacimbões escavados no aquífero, sem tratamento, porém o aquífero adquiriu uma contaminação tão grande que a comunidade acadêmica apelou para as lagoas costeiras, que invariavelmente tem o LEITO no mesmo aquífero, porém devido a grande oferta de chuvas nessa área de Zona da Mata e litoral, e ainda, fora das áreas urbanas da Grande Natal, apresenta a água doce com menos poluição do que o aquífero.
Damião Medeiros A oferta de chuvas na zona da mata RN baixou de 2.000mm para 800mm de chuvas ao ano, diminuindo a drenagem de água no aquífero, diminuindo o volume de água das lagoas; Com a redução na oferta de chuvas no agreste e sertão RN, tanto as lagoas, quanto o aquífero da zona da mata RN (+ Natal) estão abastecendo, inclusive com adutora, grande área do agreste, e com caminhão pipa para o sertão; todas as lagoas USADAS nessa fuga de água estão com o nível comprometido, e a lagoa de Extremoz, a mais explorada para suas dimensões, está secando a cada ano.
Damião Medeiros Diante da catástrofe da contaminação do aquífero e secura dos reservatórios, a comunidade acadêmica, tardiamente pressionou o Governo RN para criar sistema de esgotos, e demagogicamente o governo RN PREGA que vai sanear 100% Natal, mas esquece que outras cidades da Grande Natal não tem esgotos, já que aquelas que tem canos enterrados no Chão, como é São Gonçalo do Amarante, Macaíba e Ceará Mirim ,lançam, SEM TRATAMENTO, o material nos rios, córregos, nos alagados, no terreno arenoso de fácil drenagem; Embora sociedade permaneça iludida pela propaganda do Governo, para o ambiente, para a Ecologia, é como CAGAR e limpar o rabo com merda.

1/2 chuvas PI,CE; 1/5 chuvas RN, PB, PE, AL, SE.

Fortaleza
CEARÁ

Chuvas são registradas em 99 municípios neste sábado, 1º

As maiores precipitações foram em Granja, Moraújo e Crateús. Fortaleza, que amanheceu com chuvas, ficou coim 29,6 milímetros

09:56 | 01/04/2017
O Ceará registrou chuvas em 99 municípios das 7 horas dessa sexta-feira, 31, até as 7 horas deste sábado, 1º. Os dados são da Fundação Cearense de Meteorologia (Funceme).

A cidade que teve o maior volume de precipitação foi Granja com 88 milímetros (mm), seguida de Moraújo (69 mm) e Crateús (63 mm). Em Fortaleza, as chuvas atingiram os 29,6 mm.

A Capital amanheceu com chuvas na manhã deste sábado, 1. A previsão da Funceme é de que as precipitações devem continuar, de maneira variável, durante todo o dia. Também tem chances de chover ao longo de todo o domingo, 2.

Confira as dez maiores chuvas do Estado:
 1. Granja (posto Adrianopolis): 88.0 mm
 2. Moraújo (posto Moraujo): 69.0 mm
 3. Crateús (posto Monte Nebo): 63.0 mm
 4. Mombaça (posto Fazenda Iemem): 55.0 mm
 5. Beberibe (posto Beberibe): 54.0 mm
 6. Mombaça (posto Mombaca): 50.5 mm
 7. Ubajara (posto Ubajara): 48.8 mm
 8. Reriutaba (posto Reriutaba): 48.0 mm
 9. Maranguape (posto Tanques): 46.0 mm
10. Maranguape (posto Olho Dagua): 46.0 mm
 
* O número de municípios que registraram chuvas foi atualizado pela Funceme às 10h30min deste sábado, 1. 

1/5 do RSF é ESGOTOS.

Cagepa e UEPB trabalham para testar qualidade da água do Rio São Francisco; vídeo

Águas do Transposição do Rio São Francisco estão a caminho do Açude Epitácio Pessoa, conhecido como o açude de Boqueirão, no Cariri paraibano
Serviços | Em 01/04/17 às 09h40, atualizado em 01/04/17 às 09h58 | Por Redação
Divulgação/Ministério da Integração Nacional
Rio São Francisco
A análise da bacia hidrográfica do Rio Paraíba vem sendo realizada pela Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) desde 2014, quando a crise hídrica se mostrou mais forte em Campina Grande e nos outros 18 municípios abastecidos pelo acude Epitácio Pessoa, em Boqueirão.

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O Laboratório de Ecologia Aquática da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), o Leaq, já faz o processo desde a década de 90. Com a chegada das águas da Transposição do Rio São Francisco à Paraíba, essa parceria vem sendo reforçada. O tratamento dessa água é conhecido como convencional completo e monitora rigorosamente as cianobactérias e as cianotoxinas.

“Naturalmente as águas do São Francisco tem suas características próprias, e o próprio ato dela passar no Rio Paraíba assume características do rio. É necessário que a Cagepa faça coleta das águas de vários pontos para que veja a qualidade da água, e possa, em caso de necessidade, adaptar o tratamento a esse tipo de água”, disse Ronaldo Menezes, gerente regional da Cagepa.

No Leaq, são analisadas coletas dos açudes de Poções, São José, Camalaú e Rio Paraíba, além do Epitácio Pessoa. Alguns problemas já foram detectados, mas não foram considerados graves.

As águas do Transposição do Rio São Francisco estão a caminho do Açude Epitácio Pessoa, conhecido como o açude de Boqueirão, no Cariri paraibano e estimativa é que chegue até dia 22 de abril.

Assista à reportagem completa abaixo.