Poço de SALMOURA, que secou, vendo-se uma infraestrutura própria - um catavento quebrado, e instalações elétrica para a bomba elétrica; poço escavado com 65m de profundidade na década de 80, por trás da parede(de terra) de um açude construído na década de 60, e que nunca secava (entre 1.9 66 e 86); em 1.984 vários açudes situados às nascentes arrombaram (a parede de terra) com o excesso de água das chuvas; esses açudes tinham muito nitrato de sódio (salitre) no fundo, sendo levado pela enchente até o açude grande (junto ao poço em questão), acumulando salitre no porão, salinizando a água; com a escavação do poço atrás da parede do açude tinha-se água menos salgada do que no açude; a água do açude ficou cada vez mais salgada, principalmente porque passava até 5 anos sem ter água corrente(redução na oferta de chuvas) para renovar a água armazenada, que ao mesmo tempo contaminou o lençol subterrâneo; com a redução na oferta de chuvas o lençol subterrâneo não recebia suprimento de água doce, secando. Nessa pequena dissertação para justificar os 3 quadros murais na cerca, descreve-se, cientificamente o desastre ambiental (embora não pareça pelas imagens do catavento e das instalações elétricas do poço) arquitetado nessa área do agreste (Santa Maria-RN), q pelas BESTAS que desgovernam esse país e pelas MULAS da sociedade acadêmica BR.
domingo, 6 de agosto de 2017
A seca é intelectual; assim corrupção é seca, e vice-versa.
Se a famigerada seca NE não parar agora, agora ela vai parar o BR; a seca NE é a origem de todas as desgraças culturais e intelectuais BR; não há como parar a corrupção BR sem parar a seca, e vice-versa.
A seca NE é artificial; a corrupção, também.
Se a seca NE é consenso de 99% dos brasileiros, aqui está a identidade intelectual dos brasileiros - analfabetismo científico.
A seca NE é o mal-assombro do BR.
sábado, 5 de agosto de 2017
Petróleo é lixo de morte; e mata.
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Excesso de chuvas, e excesso de seca; Pode?
Chuvas se concentram na Grande JP, enquanto açudes do Sertão seguem com problemas
De acordo com a Aesa, chuvas fortes se concentram no Litoral, onde os açudes estão cheios
Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente | Em 03/08/17 às 17h03, atualizado em 03/08/17 às 17h10 | Por Redação
As chuvas que chegam ao Litoral da Paraíba não alcançam todo o estado. O Sertão da Paraíba segue com problemas hídricos, conforme divulgado nesta quinta-feira (3) pela Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa). Comente no fim da matéria.
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Sete dos 127 açudes monitorados pelo Governo do Estado estão sangrando. As precipitações que caíram neste mês de julho melhoraram o nível dos reservatórios localizados na faixa litorânea e no Brejo, mas no Sertão a situação ainda é preocupante.De acordo com os dados da Aesa, 42 reservatórios estão em condição crítica, com menos de 5% da capacidade. Outros 42 têm menos de 20% e 36 estão com mais de 20% do volume total.
João Pessoa é a cidade onde mais choveu este ano na Paraíba. Segundo levantamento feito pela Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa), até a manhã desta quarta-feira (3) a capital paraibana recebeu 1.792 milímetros. A previsão para a quinta-feira (4) é de tempo estável e com possibilidade de chuvas ocasionais.
O ranking das cidades onde mais choveu este ano tem ainda Alhandra (1.689mm), Cabedelo (1.686 mm), Bayeux (1.649mm) e Mataraca (1.389mm) entre os cinco maiores índices pluviométricos. Destaque para Cabedelo, que registrou 454 milímetros em julho – a maior marca do mês na Paraíba. “As precipitações pluviométricas foram muito regulares no mês de julho, produzindo totais representativos e acima da média histórica em praticamente toda a Paraíba, principalmente sobre todo o setor leste do estado”, informou o presidente da Aesa, João Fernandes.
Em julho também foram registradas chuvas significativas no Sertão, nos municípios de Coremas (134,8mm), Vista Serrana (52mm), Condado (75 mm); e no Curimataú e Cariri,nas cidades de Olivedos (121,8 mm) e Boqueirão (82,0 mm). Índices muito acima da média histórica. “Instabilidades vindas do Oceano Atlântico em direção ao continente, mantiveram o tempo nublado e com chuvas esparsas, evoluindo para intensidade de moderada a forte em grande parte do mês”, detalhou a meteorologista Marle Bandeira.
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Sete dos 127 açudes monitorados pelo Governo do Estado estão sangrando. As precipitações que caíram neste mês de julho melhoraram o nível dos reservatórios localizados na faixa litorânea e no Brejo, mas no Sertão a situação ainda é preocupante.De acordo com os dados da Aesa, 42 reservatórios estão em condição crítica, com menos de 5% da capacidade. Outros 42 têm menos de 20% e 36 estão com mais de 20% do volume total.
João Pessoa é a cidade onde mais choveu este ano na Paraíba. Segundo levantamento feito pela Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa), até a manhã desta quarta-feira (3) a capital paraibana recebeu 1.792 milímetros. A previsão para a quinta-feira (4) é de tempo estável e com possibilidade de chuvas ocasionais.
O ranking das cidades onde mais choveu este ano tem ainda Alhandra (1.689mm), Cabedelo (1.686 mm), Bayeux (1.649mm) e Mataraca (1.389mm) entre os cinco maiores índices pluviométricos. Destaque para Cabedelo, que registrou 454 milímetros em julho – a maior marca do mês na Paraíba. “As precipitações pluviométricas foram muito regulares no mês de julho, produzindo totais representativos e acima da média histórica em praticamente toda a Paraíba, principalmente sobre todo o setor leste do estado”, informou o presidente da Aesa, João Fernandes.
Em julho também foram registradas chuvas significativas no Sertão, nos municípios de Coremas (134,8mm), Vista Serrana (52mm), Condado (75 mm); e no Curimataú e Cariri,nas cidades de Olivedos (121,8 mm) e Boqueirão (82,0 mm). Índices muito acima da média histórica. “Instabilidades vindas do Oceano Atlântico em direção ao continente, mantiveram o tempo nublado e com chuvas esparsas, evoluindo para intensidade de moderada a forte em grande parte do mês”, detalhou a meteorologista Marle Bandeira.
Todas as desgraças ambientais tem uma causa
Priscila Jordão Da Deutschewelle 04/08/201712h10 Ouvir texto 0:00 Imprimir Comunicar erro Jenny Watling Desmatamento e aquecimento provocado pela emissão de CO2 agravaram falta de chuvas na região, apontam cientistas. Futuras... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/meio-ambiente/ultimas-noticias/redacao/2017/08/04/acao-humana-contribuiu-para-seca-sem-precedentes-na-amazonia-diz-estudo.htm?cmpid=copiaecola
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