terça-feira, 1 de fevereiro de 2022

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O Lixo-líquido depositado na garrafa de plástico transparente dar uma ideia visual concreta de que a palavra "lixo" não é força de expressão.

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desde o início destas postagens do riacho Pajeú, um dos afluentes do rio Camaragibe, vimos que essa área foi muito (relativamente) povoada, a tal ponto de haver sido construída uma escola municipal para atender jovens e crianças (hoje, tapera); Desde os índios da área, a Humanidade sempre está junto da água doce, já que o Homem come, bebe, e respira água doce; Esta área do Agreste RN era contemplada com uma oferta de chuvas, média, de 600L/m² ao ano; no tempo de El ñino 300mm, no tempo de La ñina 1.000mm; As pessoas ocuparam esta área, inicialmente com os "roçados", e depois também com moradias, por que: havia chuvas suficiente para a agricultura, e água suja  (das chuvas)  armazenada suficiente para o abastecimento doméstico (e para se beber). Até meados do Século XIX o Pajeú tinha, por conta das fontes de água, um filete de água corrente no verão. Na área existem lajedos extensos onde as depressões armazenavam água das chuvas que, apesar de ter microrganismos e excrementos dos bichos, era mais limpa (e límpida) do que a água barrenta do riacho. Cada casa construída  na área tinha uma cisterna( ainda muito comum no NE) que durante o período das chuvas recebia o lixo-líquido do telhado imundo (onde mora toda qualidade de insetos e microrganismos da área), que para o Homem Nordestino (e governos) é água boa de se beber. Mas a medida que o homem ia agredindo ambiente, principalmente com o desmatamento com fogo, A CHUVA FOI ESCASSEANDO, e era necessário o governo dar uma ajuda técnica, de tal forma a se armazenar mais água das chuvas para atender as pessoas e o gado da área; O governo construiu 3 pequenos açudes no riacho Pajeú, que tem 6km entre as nascentes e a foz no rio Camaragibe; Para o governo e seus técnicos a população do Pajeú, em Riachuelo-RN, está bem servida de água doce, boa, potável para se beber e até para se fazer agricultura de vazante; o último morador desta área FUGIU (ou morreu) em 2.005, mas é provável que o Palácio do Planalto em Brasília-DF, e o palácio Potengi, em Natal-RN mantenham-se desinformado a respeito.

1.495 - uma, não, milhões de pedras em todo o caminho.

 


No caminho para o Pajeú havia uma pedra; uma, não, milhões de pedras; 2/3 das serras da Formiga e da melosa são cobertas de pedras, lajedos, no meio das quais nascem plantas do cerrado nordestino: aroeira, cumaru, mulungu, angico, catingueira, umburana, árvores de porte médio, mas também nascem as plantas de caatinga; marmeleiro, velame, xiquexique, coroa-de-frade, macambira; nascem os cactos facheiro e mandacaru (que não nascem na caatinga), mas não há espaço para as plantas rasteiras e gramíneas; Sua fauna já foi muito diversificada: veados, antas, onças, tamanduá, pebas e tatus, ticaca, muitas variedades de pássaros, e as aves sariema jacu, zabelê; os roedores: punaré, mocó, preá; lagartos teju, camaleão todos em em processo de extinção, ou já extintos;  O caminho da fotografia liga o povoado serra da Formiga ( no alto)  à bacia hidrográfica do Pajeú, embaixo, a 300m de altitude (na cã da serra)  e 150m mais baixo.

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Doenças estranhas; na fotografia a colônia de insetos sugam a seiva das árvores e arbustos até a morte, na grota do Pajeú, agreste -RN, provavelmente resistente aos venenos agrícolas, ou, mais preciso: foi criado por conta da grande quantidade de inseticidas usados durante muitos anos no NE para combater as pragas do algodão, do milho e do feijão, principalmente a lagarta; como nesta área do RN não existe agricultura, com até 300mm de chuvas ao ano,  os insetos mudaram o MENU - comem qualquer planta que tenha vida(seiva); Embora a comunidade científica(?) e o poder econômico tente esconder, os venenos usados no campo (lavoura) permanecem atuando indefinidamente, já que ficam no solo, na água, no ar atmosférico, nos corpos dos seres vivos; Até recentemente morriam pessoas em todo o BR, comumente o homem do campo, com doenças que atacavam o sistema nervoso, corroíam os ossos, tendões, matando em pouco tempo; até hoje as autoridades de saúde negam qualquer relação com o uso indiscriminado de venenos na lavoura, da mesma forma que negam a relação entre o câncer e o lixo nuclear que flui por toda Terra, com tendência a aumentar.

1.493

 


A morte prematura da planta (pinha, ata, fruta do conde) reflete fielmente a ação inconsciente, mas criminosa do Homem.

1.492.

 


Por aqui há um fogo permanente chamado de, ora ignorância, ora extravagância; a imagem é feia de causar dó.

1.491


Na fotografia a cisterna junto dos escombros da casa, no povoado Serra da Formiga -RN, mostrando claramente  que a tecnologia brasileira, no caso da cisterna, do açude, é totalmente infrutífera para a convivência com a seca; na realidade todas as ideias apresentadas pelo governo e técnicos nos últimos 300 anos, só agravaram o problema, porque na REALIDADE a seca ainda não é física, nada a ver com escassez de chuvas, e todas as ideias do governo são modalidades da indústria da seca; a serra da formiga é uma modesta elevação com cerca de 200m de altitude, que está a 10km da cidade de Riachuelo-RN ( 90m acima da cidade)  tem dezenas de pequenos açudes (nas grotas da serra) que secam durante o verão de 8 a 11 meses por ano; toda casa tem uma ou mais cisterna, cada cisterna (do programa dos governos) armazena 16m³; as (cerca de) 400 pessoas da serra da formiga necessitam de 400x20= 8.000m³ ou 8 milhões de litros de água doce, por ANO, para o abastecimento urbano, doméstico incluindo a água de BEBER. Os pequenos açudes tem água suja, doente 3 ou 4 meses depois da última chuva do ano; as cisternas, que recebem o lixo do telhado imundo das casas, armazena até 3 meses após a última chuva do ano; no restante do ano a população vai depender do carro-pipa patrocinado pelo MIN (e EB) ou do trator-pipa da prefeitura, serviço que está aquém das necessidades da população. No ano em que o semiárido NE recebe a menor oferta de chuvas de 200mm, que vem se repetindo desde 1.951, um ano atípico em termos de volume de chuvas, mas cada hectare de terras da serra da formiga recebeu  180x10.000= 1.800.000 litros de água doce das chuvas, mais que o dobro da necessidade ANUAL de água da população; Isto mostra que a seca nordestina é fruto do analfabetismo científico brasileiro, ou melhor, é mantida pelos industriais da seca, no caso governos e técnicos, para ter o nordestino subjugado ás suas políticas públicas infames; Há tempos alguém disse que o sertanejo nordestino é antes de tudo um forte, certamente por ignorar que a seca não é física; na REALIDADE o governo BR quer apenas o voto do nordestino para eleger políticos corruptos, depravados, irresponsáveis, incompetentes que sugam o Nordeste há centenas de anos; ou o governo usa a seca como experiência para testar a resistência do homem; O nordestino é antes de tudo um fraco, doente, incapaz de reagir a tanta agressão; É possível, SIM, captar e armazenar-se água doce diretamente das nuvens, em um hectare de terras em cima da serra da formiga,  para o abastecimento urbano  durante o ano; mesmo que a serra da formiga  receba menos





de 300 litros de água doce das chuvas por m², um dilúvio.