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Outra observação, com a caatinga na estação das chuvas, é que a água das chuvas trouxe poucas transformações; há 30 ou mais anos, na época das chuvas, essas caatingas ficavam cobertas de plantas rasteiras, pasto verde, variado, abundante; com a pecuária intensiva, durante dezenas de anos seguidos, o gado comia as plantas antes de se reproduzirem (sementes) até eliminando todo e qualquer tipo de semente de gramíneas; hoje, com as chuvas na caatinga, somente germinam sementes de pereiro, velame, mufumbo, jurema, xiquexique, coroa de frade, macambira, palmatória; o único vegetal com porte de árvore na caatinga é a favela, que já não nasce por que sua semente, saborosíssima, é alimento predileto do que resta da fauna, mas também é procurada pelos caprinos e ovinos. Com 250.000 km2 de caatingas em 8 Estados do NE já era tempo de o governo e comunidades cientificas tornaram-nas úteis.
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