Educação ambiental engloba todas as formas de conhecimento humano; O Brasil é a área CONTÍNUA da Terra mais bem aquinhoada com água doce e chuvas; no Brasil chove todos os dias do ano e o mínimo que chove no chamado semiárido é em média 300mm/ano; em 2.025 o semiárido de 1.000.000 de km2 em 8 dos 9 Estados do NE recebeu 500 bilhões de m3 que é 10 vezes a água do aquífero Guarani; a região mais heterogenia é o NE do Brasil que tem 8 sub regiões física e biologicamente diferentes; o Brasil nasceu na zona da mata nordestina que segundo Pero Vaz de Caminha seria o Paraiso terrestre: matas e águas infindas, e que em se plantando tudo dar; a zona da mata NE tinha 100.000km2 no RN-PB-PE AL SE BA porém a exploração exaustiva durante mais de 200 anos descaracterizou 10.000 km2; o RN ainda tem 2.000 km2, mas já teve o dobro; os rios caudalosos como o Pitimbu, Maxaranguape, Jundiaí estão secos, ou recheados com esgotos. em 4.000km2 dessa área, que inclui grande parte da região metropolitana de Natal ainda chove o TRIPLO do que chove no agreste e sertão RN, e por isso nessa área está o único Aquífero de água doce do RN, onde estão dezenas de lagoas com água e centenas de poços tubulares; ver mapa 1; o litoral RN tem 401 km de extensão e na época do descobrimento ( Natal 1.599) cavava-se cacimbão a 100m do Mar e tinha-se água doce potável; durante 200 anos o sertão do Mato Grande que vai de Touros á divisa RN/CE a 100km do Mar tinha cacimbões com até 30m de profundidade, com água doce; com a exploração dessa água para o abastecimento das cidades e povoados o lençol de água foi baixando e salgando, tornando-se imprópria para o consumo humano e insuficiente com a redução da vazão, surgindo o fenômeno chamado de INTRUSÃO salina, quando a pressão da água do Oceano força a infiltração da água nas lacunas deixadas no terreno do continente pela extração da água doce; essa salinização da água subterrânea no mato grande foi acelerada com o desmatamento desordenado onde árvores de grande porte foram arrancadas para os campos de lavoura, quando o mato Grande se tornou celeiro de alimentos do RN, a exemplo de Zabelê, município de Touros, hoje agrovilas do Incra e do banco do NE onde o Homem não consegue tirar o sustento da terra; Todo o sertão RN já teve fontes de água doce, olho dàgua, principalmente no pé das serras do Oeste norte-rio-grandense, e também os brejos de altitude, que secaram igualmente pelo desmatamento bestial; mas em 2.025, segundo a Emparn, os 48.000 km2 do sertão e agreste RN receberam 24 bilhões de m3 de água da chuva, que ao se precipitar na litosfera adquiriu 70 elementos químicos, físicos/orgânicos estranhos á água porque a água é solvente e substrato da Natureza; E fluiu (fugiu) dos açudes, barragens, barreiros, porque a água é um fluido de baixa viscosidade e grande massa específica; atendendo a mecânica dos fluidos; todo fluido é capaz de escoar e sempre toma a forma do seu recipiente; se 20% dessa água - 480.00.000m3 ficassem aqui, tal qual vem das nuvens no tempo das chuvas, NÃO haveria seca, o que significa dizer que a seca NE tem a ver com a INCAPACIDADE intelectual do Homem em captar e armazenar água da chuva sem contaminação, sem fuga e Pasmem! Nenhuma das 16 modalidades de obras da indústria da seca pode cumprir essa função.
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