Água no estado lixo putrefato no reservatório da cidade. Publicação de Letras Ambientais
Damião Medeiros
Todos os açudes, barragens, barreiros construídos no chão á céu aberto tem matéria orgânica decomposta - esgotos, restos mortais e excrementos de gados e de outros bichos; porque todas as cidades do semiárido - sertão e agreste - foram construídas junto de rios e em todos os rios tem reservatórios; as cidades,a exemplo de Campina Grande, PB engoliram os reservatórios, transformando-os em Fossas putrefatas, com água no estado LIXO, que submetida ás intempéries geram algas e outros microrganismos patogênicos nocivos no contato, ou ingeridos por animais, incluindo os peixes e o Homem; se esse líquido for colocado no corpo de uma planta vai bloquear os poros de respiração, transpiração e fotossíntese; os rios do semiárido já foram temporários quando tem água corrente durante a estação chuvosa, porém com a mudança climática pelas ações nocivas da agropecuária paleolítica e mais recentemente reforçado pelo aquecimento global, os rios passam até 8 anos sem água corrente no leito - somente tem enxurradas no tempo de La ñina quanto chove mais de 800mm/ano; com volume de chuva maior que 50mm em 24 horas a água corrente arrasta toda matéria putrefata de origem animal para os rios, os açudes, e se o açude não sangrar, a sujeira vai se acumulando no "reservatório" tornando esse lixo-líquido impróprio para a vida animal e vegetal; com a alta temperatura e ventos, e ainda, atendendo a leis físicas que regem a água como FLUIDO e substrato, vai se expandir pelo Ar, nos corpos de animais, pelo chão. Manter um corpo desse lixo dentro, ou próximo da cidade é criar uma fonte permanente de doenças e mortes para a população humana.
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