Dos (cerca de) 53.000 km² do RN, 50.000 km² são semiáridos, onde a oferta de chuvas média é de 400mm ao ano; é provavelmente que o Estado RN seja no NE o de maior proporção de semiaridez, mas desses 50.000 km², metade em situação de desertificação, no caso, o sertão de caatingas, que além de receber menor oferta de chuvas (300mm ao ano) tem a caatinga SEM solo; são 2 elementos da Natureza em desequilíbrio; 300mm de chuvas = 300L/m²= 300 milhões de litros por km²; captando-se e armazenando-se, racionalmente, 20% essa água, não haveria a seca; a estas alturas do tempo, e da degradação do clima, as 20 modalidades de obras desenvolvidas no semiárido são compatíveis, tecnicamente, como obras de combate a seca; juntando-se todas elas, o resultando seria LIXO intelectual; e no bojo dessas obras, inúteis, os RN, na inocência científica que nos é peculiar, nomearam um governador das águas, e um profeta das águas; seria cômico, se não fosse ridículo.
Dos (cerca de) 53.000 km² do RN, 50.000 km² são semiáridos, onde a oferta de chuvas média é de 400mm ao ano; é provavelmente que o Estado RN seja no NE o de maior proporção de semiaridez, mas desses 50.000 km², metade em situação de desertificação, no caso, o sertão de caatingas, que além de receber menor oferta de chuvas (300mm ao ano) tem a caatinga SEM solo; são 2 elementos da Natureza em desequilíbrio; 300mm de chuvas = 300L/m²= 300 milhões de litros por km²; captando-se e armazenando-se, racionalmente, 20% essa água, não haveria a seca; a estas alturas do tempo, e da degradação do clima, as 20 modalidades de obras desenvolvidas no semiárido são compatíveis, tecnicamente, como obras de combate a seca; juntando-se todas elas, o resultando seria LIXO intelectual; e no bojo dessas obras, inúteis, os RN, na inocência científica que nos é peculiar, nomearam um governador das águas, e um profeta das águas; seria cômico, se não fosse ridículo.
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