Nenhuma forma de vida aquática poderia se desenvolver nesse pequeno açude, mesmo que estivesse cheio com esse caldo leitoso, grosso; nesse tipo de terreno arenoso, da cor de leite, os grãos de areia são microscópicos, e assim se integram a molécula de água, e não há como se processar a decantação, nem há como fazer a filtragem: 1) não existe oxigênio nesse caldo parado,que seria fundamental para os animais aquáticos respirarem; 2) caldo leitoso, denso, não se permite ser atravessado pela luz solar, necessário para a visão dos animais aquáticos; 3) se o gado bebe esse leite, a massa de pó de terra é bloqueada pelos rins do animal, causando danos á saúde; 4) se for colocado em uma planta, esse leite bloqueia os poros de respiração, transpiração, e os estômatos da fotossíntese das folhas; o que estamos afirmando, categoricamente, é que a obra do governo representa um crime ambiental de proporções catastróficas, além do crime de lesa pátria, ao convencer o Homem nordestino, combalido e moldurado pela famigerada seca cultural, de que o açude, barreiro, é um benefício oficial do governo para combater a seca.
Nenhuma forma de vida aquática poderia se desenvolver nesse pequeno açude, mesmo que estivesse cheio com esse caldo leitoso, grosso; nesse tipo de terreno arenoso, da cor de leite, os grãos de areia são microscópicos, e assim se integram a molécula de água, e não há como se processar a decantação, nem há como fazer a filtragem: 1) não existe oxigênio nesse caldo parado,que seria fundamental para os animais aquáticos respirarem; 2) caldo leitoso, denso, não se permite ser atravessado pela luz solar, necessário para a visão dos animais aquáticos; 3) se o gado bebe esse leite, a massa de pó de terra é bloqueada pelos rins do animal, causando danos á saúde; 4) se for colocado em uma planta, esse leite bloqueia os poros de respiração, transpiração, e os estômatos da fotossíntese das folhas; o que estamos afirmando, categoricamente, é que a obra do governo representa um crime ambiental de proporções catastróficas, além do crime de lesa pátria, ao convencer o Homem nordestino, combalido e moldurado pela famigerada seca cultural, de que o açude, barreiro, é um benefício oficial do governo para combater a seca.
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