O famigerado "aquecimento global" não é devido exclusivamente á ação nefasta do Homem, mas sabe-se que o clima começou a endoidecer com o Homo Sapiens de 7.600 anos, mais acentuadamente a partir do Século 19, com a presença do Homem em todos os recantos da Terra, onde cada povo procurava explorar o máximo dos recursos naturais do seu pedaço geográfico, e quanto exauridos, tomavam o território dos outros, sempre pela força, eliminando-os, de morte; no Brasil não foi diferente, exceto com os povos indígenas, um punhado de gente ocupando uma área úmida e fértil, de dimensões continentais, enquanto o índio na condição de Homo Erectus, cultura da pedra lascada, se satisfazia com extrativos vegetais, pesca e caça; a luta entre as tribos se resumiam em roubar as mulheres um dos outros, ou seja, a procriação, enquanto nenhuma luta por território, ou fontes de alimentação como acontece com a maioria dos chamados animais superiores, como os primatas; para criar esta postagem diante do aquecimento global, e dos vários povos que cobiçavam, com invasões e guerras internas, as riquezas de vida, água doce, chuvas e riquezas minerais apresentamos uma das obras da indústria da seca no NE, mostrando que a exploração de nossas riquezas durante 500 anos no NEBR, fazendo o clima enlouquecer, enlouqueceu o Homem, ao ponto de buscar o suposto conhecimento científico para idealizar obras tão inúteis, como forma de captar e armazenar água das chuvas; trata-se de mais de 30 mil dessas obras, chamada "barragem subterrânea", no semiárido de 900.000km2, com outras 15 modalidades de obras inúteis, que chegam a 20 milhões de unidades; porém o mais grave é que essas obras que poderiam reverter o processo de desertificação, seca, criado pelo próprio Homem são idealizadas por técnicos e patrocinadas com dinheiro público, indiferentes para 70% dos brasileiros (ou coniventes) e aplaudidas para o resto.





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