Cidade Racionalizada do Futuro; Justificativa científica. CIDADE RACIONALIZADA DO FUTURO.
PROJETO DE QUALIDADE DE VIDA URBANA.
JUSTIFICATIVA DOS OBJETIVOS PRECONIZADOS.
- A Água para o abastecimento urbano – água H2O captada da nuvem, sem minerais, sem matéria orgânica animal e vegetal, sem lixo, sem microrganismos anaeróbicos, sem veneno, ou outros corpos estranhos; e ARMAZENADA sem perda, sem fuga, sem contato com o chão ou outros corpos da litosfera, a água mais pura da Natureza, isenta do dispêndio de filtragem ou tratamento, e protegida dos poluentes urbanos e industriais.
-AR, com o mínimo de poluição atmosférica com 21% de oxigênio, disponibilizado abundantemente e permanentemente sobre a área urbana, condicionada de forma natural por intermédio de uma cobertura vegetal, dentro e em torno da área urbana, de 2m³ de massa vegetal por m², capaz de fornecer, em oxigênio, com 12 horas de Sol, 5% do volume de massa orgânica vegetal viva; consequentemente pode absorver e transformar igual volume de poluição atmosférica produzida pelos “motores do progresso???”
-Reciclagem total do lixo inorgânico e reintrodução dos resíduos orgânicos de origem vegetal e animal na Natureza;
-Destinação ecologicamente correta dos excrementos humanos e dejetos – convertidos em adubação orgânica - reintroduzida na Natureza – do pó ao pó;
-Não há lixo; não há esgoto.
-Ciente e conscientemente 80% da área urbana destinar-se-ão ao cultivo e manutenção de uma cobertura vegetal permanente que cumprirá 3 funções básicas: 1) fornecimento de oxigênio – 21% para a respiração aeróbica; 2) produção, dentro da área urbana, de 60% do alimento da população urbana; 3) área PERMEÁVEL para absorção imediata de 70% da água da chuva precipitada, uma forma segura de evitar alagamentos, transtornos.
-Ao invés de esgoto, o sistema de galerias subterrâneas auxilia o escoamento das águas pluviais para fora da área urbana.
-Equipe produtora deste Projeto redentor da Humanidade:
INTRODUÇÃO.
O TERMO “Cidade Racionalizada do Futuro” parece óbvio, isto se a Humanidade tivesse ciência e consciência para saber o significado de RACIONALIZAÇÃO, quando se tratam dos elementos da Natureza e suas variáveis atmosféricas; em pleno Século XXI tudo o que o Homem chama de desenvolvimento sustentável é fator de desintegração da vida. O Homo Sapiens (sabe que...) tomou como regra a falsa ideia de que a Humanidade pode viver em detrimento das outras formas de vida. Aliás, o homem moderno ainda não sabe quem é, de onde vem e para onde vai. Para abrir espaço para a construção de sua selva de pedras e asfalto, eliminam-se todas as formas de vida harmonicamente estabelecidas na área por milhões de anos, a começar pela eliminação incondicional da cobertura vegetal, e consequentemente elimina-se o habitat e fonte de alimentação de toda fauna do lugar; modifica-se o relevo com cortes e aterros no terreno; fecha-se o espaço das águas; impermeabiliza-se o terreno com pedras, asfalto e cimento, com ruas, estradas, calçamentos, prédios, casas; com essa modificação do ambiente natural, modificam-se a incidência e reflexão da luz solar; modificam-se a direção e intensidade dos ventos, e assim altera-se a temperatura, a umidade do ar, a umidade do chão, e pressão atmosférica. Essa alteração climática ambiental se reflete em uma área 1.000 vezes maior do que a área ocupada pela cidade, um verdadeiro pandemônio ambiental, que cresce com o tempo. O Homem moderno é realmente um ser estranho e nocivo no Planeta Terra.
O Homem se compõe de três partes, cada uma com sua forma própria de energia, que harmonicamente compreendem todas as formas de energia que regem o Universo, mas no Homo Sapiens são absolutamente antagônicas. O Homem é um ser permanentemente em guerra consigo mesmo, com seus semelhantes, com a Natureza e com Deus; seu corpo é lixo, veneno e drogas; seu coração é só dinheiro; sua mente é cimento, concreto, aço e asfalto; seu espírito é petróleo, álcool, biodiesel, corrupção, prostituição... morte. Para o homem da cidade (cidadão, cidadã?), seu mundo compreende sua casa (ou apartamento) mais seu carrão; o que estiver fora desse seu mundo, mesmo que seja gente, não tem valor, e tudo está a serviço do seu “conforto” que seu poder econômico pode comprar; na cidade é cada um por si e o diabo por todos. Com esta visão distorcida, destrutiva do homem, a Humanidade se autodestruirá até o ano 2.200dC; é preciso PARAR, já.
O Homem é o centro e a razão de tudo o que acontece ou deixa de acontecer no Planeta Terra. Nada acontece com o corpo da Terra que não se reflita no corpo, na mente e no espírito do Homem; exemplos: o que o Brasil tem a ver com os vulcões do cinturão de fogo da América do Sul, se no Brasil ainda não tem vulcões ativos? As cinzas dos vulcões no Chile, Peru, Argentina não atingem a atmosfera do Brasil? O que o Brasil tem a ver com o vírus da gripe suína criada no México? O que o Brasil tem a ver com a bactéria assassina criada de propósito na Europa, com a finalidade de vender uma vacina que os pobres não poderão comprar? Até o ano 2.100 as doenças criadas pelo homem exterminarão 30% da Humanidade; o uso (sempre errado) da energia nuclear e seu lixo atômico destruirão mais 40% da Humanidade.
O lixo urbano e os excrementos humanos na área urbana são armazenados em lixões, aterros (in)sanitários; fossas putrefatas, e esgotos com sabões, detergentes, desinfetantes e outras parafernálias da destruição. Tudo o que mata insetos e microrganismos mata também o Homem – é só uma questão de dose e tempo. Isto vai concorrer decisivamente para se criar vários tipos de doenças desconhecidas até o ano 2.030. O que a comunidade científica??? Chama de “saneamento” NÃO SANA. O esgoto é o modelo da cloaca máxima construída em Roma – Itália, no ano 284; o que o homem chama de tratamento de lixo se resume em armazená-lo enterrado no chão (aterro) ou no lixão a céu aberto; o homem armazena o que lhe parece inútil, agora, para gozar, com juros e correção ambiental, dos malefícios na posteridade (o lixo do Homo Sapiens é um LUXO absolutamente desnecessário). 80% do material dos aterros e lixões é matéria orgânica que deveria ser reintroduzida na Natureza, mas junto com o lixo inorgânico torna-se uma verdadeira bomba. No Brasil os problemas ambientais só tendem a se agravar porque a literatura ambiental brasileira, co-PIADA dos USA em 1.992 (ECO92) é absolutamente estranha para os Elemento Naturais, exclusivos do Brasil. Quanto mais se mexe, mais fede; é um festival de bobagens traduzidas na letra do samba do crioulo doido. Exemplo: o Art. 225 da constituição brasileira de 88, a mais recente, em retalhos, diz que “meio ambiente é um bem do povo para o uso do povo”; isto mais parece slogan de partido politico paralitico e parasita, tentando ludibriar a boa fé dos eleitores incautos; a frase “meio ambiente” é uma agressão à língua portuguesa, por que: 1) “ambiente” não funciona como adjetivo em nossa língua; 2) nesta frase as palavras “ambiente e meio” são substantivos sinônimos; o adjetivo é AMBIENTAL, como: degradação ambiental, agressão ambiental, estudo ambiental (subst. + adj.); MEIO AMBIENTAL é uma porção física caracterizada pelo mundo vivo estabelecido, em harmonia com os 4 Elementos da Natureza e suas variáveis atmosféricas. Para Mãe-natureza todo ser vivo, inclusive o primata hominídeo, é um agente de transformação dos elementos da Natureza – nada se cria, nada se perde, tudo se transforma; TRANSFORMAR é utilizar; USAR é gastar, consumir, destruir; de fato, a relação do Homem com a Natureza é como se fosse uma cobra engolindo o próprio rabo – acaba em um monte de esterco, e depois petróleo.


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