Emparn registra chuvas em 39 municípios do RN no fim de semana
Natal registrou o maior volume durante os três dias de chuva.
Chuvas são resultado da Zona de Convergência Intertropical.
Chuvas são resultado da Zona de Convergência Intertropical.
Do G1 RN
Com chuva, ruas de Natal ficaram alagadas (Foto: Filipo Cunha/Inter TV Cabugi)
Nos últimos três dias, choveu em 39 municípios do Rio Grande do Norte, e deve chover novamente no estado até sexta-feira (27), segundo a gerência de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Nortex (Emparn).
De acordo com a Emparn, as chuvas são resultado da ação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) sobre a região Nordeste. O maior acumulado foi em Natal, onde choveu 55,8 milímetros da manhã da sexta-feira (20) até a manhã desta segunda (23), sendo 39 mm no domingo.
No Oeste potiguar, choveu mais forte em Encanto, com 12 mm; Pau dos Ferros, com 11 mm; Paraná, 10 mm; e Janduís, 5 mm. Choveu também em Alto do Rodrigues, Ipanguaçu, Rodolfo Fernandes, Apodi, São Rafael e Marcelino Vieira.
Na região Central, choveu em Cruzeta, 13,4 mm; Cerro Corá, 11,4 mm; São José do Seridó, 4,5 mm e Santana do Matos, 3,5 mm. Choveu ainda em Macau e Lagoa Nova.
No Agreste potiguar, choveu em Jundiá, 67 mm; Monte Alegre, 38 mm; Boa Saúde, 37,6 mm; Serrinha, 37,3 mm; São Bento do Trairi, 31,5 mm; Passa e Fica, 29,1 mm; Santo Antônio, 28,6 mm e Ielmo Marinho, 22 mm. Choveu ainda em Bento Fernandes, São Paulo do Potengi, Bom Jesus e Parazinho.
Na região Leste, choveu em Parnamirim, 96,8 mm; em Espírito Santo, 70 mm; Natal, 55,8 mm e Nísia Floresta, 48,3 mm. Choveu ainda em São Gonçalo do Amarante, Extremoz, Baía Formosa, Canguaretama, Ceará-Mirim e Taipu.
Comentários nossos: é preciso, à luz da razão e da ciência exata da Natureza tecermos comentários abalizados sobre a reportagem (de um canal de TV RN) a partir de informações do serviço de meteorologia do RN; assim, sairmos da dúvida, da suposição em relação ás leis da Natureza, e ingressarmos em dados matemáticos irrefutáveis no que diz respeito as precipitações de chuvas, em foco; a) chuvas em 39 dos 167 municípios do RN não caracteriza inverno, com maior acúmulo (de 3 dias do fim de semana): em Parnamirim = 96,8mm, zona da mata, junto ao litoral, enquanto no restante da Grande Natal, também zona da mata, choveu entre 30 a 70mm, muito irregular;
No sertão “choveu mais forte em Encanto = 12mm”;
b) a água de 12mm de chuvas no sertão desaparece, some, foge 48 horas depois da chuva e não traz qualquer contribuição para a vida (exceto o aumento da umidade do ar durante 48 horas); o chão não umedece suficiente para germinar sementes; não dar tempo, nem volume de as plantas armazenarem no corpo (coleta do chão) água dessa chuva.
c) Note bem a fotografia anexa da chuva na região metropolitana de Natal; poderia um ser racional imaginar, acreditar que a chuva precipitada (ver foto) poderia contribuir com a vida, e/ou como água para o abastecimento urbano? Com: 1) impermeabilização do terreno com asfalto, calçamentos, edificações que acumulam - 2) lixo físico e orgânico; 3) derivados de petróleo do asfalto e dos automóveis – graxa e óleo diesel, gasolina – e da queima – fuligem, fumaça; 4) com agentes químicos do progresso – ácidos, corrosivos, tóxicos que têm a molécula de água como substrato, gerando uma nova molécula com dezenas de elementos estranhos á água que vai contaminar o chão, os reservatórios (lagoas) de água, os lençóis subterrâneos ( poços tubulares) e o Mar (morte à vida animal e vegetal marinha), geração de algas em desequilíbrio no Mar, inviabilizando as praias para o banho, e lançando gases tóxicos na atmosfera de onde as fossas nasais dos animais aeróbios coletam o oxigênio da inspiração, e lançam o gás carbono que em contato com essas substâncias aéreas, estranhas, produzem ácidos nocivos, que voltam á fonte produtora pela dinâmica atmosférica.
A água das chuvas precipitadas na área urbana são mais problemas do que “solução”; Isto o serviço de meteorologia também não sabe.



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