Frente Parlamentar Ambientalista do Rio Grande do Norte
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O fenômeno climático que mais afeta a produção agrícola
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O fenômeno que mais afeta a produção agrícola
no Brasil é a seca. De acordo com o Laboratório Lapis, este ano, o verão no Brasil estará novamente sob a influência de um La Niña, pelo tereciro ano consecutivo, trazendo seca para algumas regiões brasileiras. A área mais afetada por seca é o Sul do Brasil, com tendência para redução das chuvas também na área central do País.
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Uma das formas para se entender os impactos de uma seca, é caracterizá-la de acordo com os seus impactos:
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1) Meteorológica: quando a precipitação recebida está muito abaixo da quantidade normal esperada;

2) Hidrológica: quando o fluxo do rio não pode atender a utilizações estabelecidas sob um determinado sistema de gestão da água;

3) Agrícola: quando não há umidade suficiente no solo para o desenvolvimento de uma cultura, em qualquer estágio de crescimento;

4) Socioeconômica: quando a diminuição da disponibilidade de água pode ocasionar danos à população.
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No Livro “Um século de secas” (
https://www.letrasambientais.org.br/sobre-livro), foram utilizados vários índices de secas (mapas ou imagens de satélites), processados no QGIS, para monitorar as áreas mais secas do Brasil. Existem 4 parâmetros utilizados, para se caracterizar uma seca:
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1) Intensidade: refere-se ao déficit de precipitação;

2) Duração: refere-se ao tempo no qual persiste a condição seca;

3) Extensão: refere-se à área atingida pela escassez de chuvas;

4) Frequência: refere-se ao intervalo de repetição de eventos de seca.
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O monitoramento dos diversos tipos de seca tem sido baseado em índices, que os padronizam em escalas temporal e espacial, baseados em dados de satélites. Se você tem interesse em gerar no QGIS os mapas/indicadores mais poderosos para se monitorar as secas, com uso de dados de satélites, conheça o método de geoprocessamento "Mapa da Mina", do Laboratório Lapis. Assista a esta apresentação:
http://mapadamina.org.br/
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