quarta-feira, 21 de dezembro de 2022

A ver

 Existe um divisor bem definido entre as informações de educação ambiental que existem timidamente na literatura brasileira e o o Surgimento, no NEBr da FEMeA - Fonte Didática e metodológica para a Ecologia e o Meio Ambiental da Região Nordeste - 1.992; olhando-se essas imagens onde aparecem açudes e outras obras hídricas, sem água, parece comum em se tratando da área chamada de semiárido; 1) o semiárido NÃO é hídrico onde chove de 300 a 500mm ao ano; 2) o semiárido natural é a caatinga, inserida no sertão, porque não tem SOLO, quarto elemento da Natureza; 3) com a criação do semiárido artificial, o dobro da caatinga, o semiárido chega a 1.000.000km2; 4) com a eliminação incondicional da cobertura vegetal nas várzeas dos rios (temporários) e no cerrado; 5) a fuga da água dos reservatórios que no Século XIX era de 5mm de lâmina de água por dia chega ao Século XXI com fuga de 10mm, ou 1cm de lâmina de água por dia; no SOLO a fuga de água duplicou em 50 anos; maior perda de água nos corpos de animais e de vegetais; 6) aumento da temperatura mínima, média e máxima; 7) redução na na umidade do Ar; 8) ventos secos e doidões; 9) descontrole na oferta de chuvas (período, distância entre as precipitações, volume). Sem qualquer exagero pode-se afirmar que nenhuma das 16 modalidades de obras da indústria da seca poderia ser confiável como forma de se captar e se armazenar água das chuvas; Mas porque a comunidade acadêmica e o governos insistem nas mesmas (infrutíferas) ideias desperdiçando dinheiro público, levando a economia a podridão, aumentando a fome, desemprego, atraso, analfabetismo, doenças sem controle, mortes prematuras.





 

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