quarta-feira, 21 de dezembro de 2022

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 Com a literatura ambiental brasileira em voga (oficial), que nós, FEMeA classificamos como traduzida da "letra do Samba do crioulo doido", que é literatura "ás avessas" na sociedade brasileira promovida por um jornalista carioca cognominado Istandislau Ponte Preta, no Século XIX, é IMPOSSÍVEL frear, ou mesmo mudar, cientificamente o quadro dantesco da seca, com ÁGUA, que surgiu no NEBR e hoje atinge particularmente as regiões produtoras de alimentos; para se ter uma ideia da incongruência entre a seca intelectual, oficial, e as condições atmosféricas, reais, a seca oficial no semiárido é de 200 a 400mm de chuvas/ano, enquanto que no SULBR a seca é quanto chove de 600 a 1.000mm ao ano.




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