quinta-feira, 21 de julho de 2016

Informação REAL, porém estranha.


As terras que hoje pertencem ao município de Extremoz, litoral do Rio Grande do Norte, foram inicialmente habitadas pelos índios tupis e paiacus, que viviam às margens da Lagoa de Guajiru.[9]
No ano de 1607, uma parte de terra foi concedida a jesuítas pelo capitão-mor do Rio Grande do Norte, Jerônimo de Albuquerque, tendo como principal objetivo catequizar os indígenas. Os jesuítas também foram os principais responsável pela construção da igreja de São Miguel e pelo estabelecimento da missão do Guajiru. Isso também fez com que a sociedade tribal fosse sendo influenciada pela doutrina cristã.[9]
Em 1757, durante as invasões holandesas no Brasil, os jesuítas foram expulsos e a povoação tornou-se a primeira daCapitania do Rio Grande do Norte com a categoria de vila (segundo o historiador Luís da Câmara Cascudo). A 3 de maio de 1760 passa a se chamar "Vila Nova de Extremoz do Norte".[nt 1] Nesse tempo a vila tinha 1 429 habitantes e era um importante centro econômico e pecuarista. Até aos dias de hoje, moradores nativos preservam várias lendas a respeito da história de Extremoz, como a do tesouro, cujo desfecho foi a destruição da capela de São Miguel, que teria sido demolida na tentativa de os moradores encontrarem o tal tesouro. Nos dias atuais a capela se encontra em ruínas e foi tombada em 1990.[9] [10]
Em 18 de agosto de 1855 a Vila de Nova Extremoz foi incorporada ao povoado de Boca da Mata, com a denominação de "Vila de Ceará Mirim". Já em 1892, foi criado o distrito de "Extremoz" e anexado ao município de Ceará-Mirim. Em 4 de abrilde 1963, Extremoz foi desmembrado de Ceará-Mirim e tornou-se novo município do estado do Rio Grande do Norte. A instalação oficial do município ocorreu em 2 de fevereiro de 1964. Seu nome se deve principalmente ao fato de estar localizada a norte de Natal (capital do estado), município limítrofe com Extremoz.[9] [10]

hidrográficas, sendo a do Rio Ceará-Mirim a maior delas, cobrindo 49,45% do território municipal, seguida pela faixa litorânea leste de escoamento difuso (28,53%) e pela bacia do Rio Doce (22,02%). Os principais rios que cortam Extremoz são o Doce e o Guajiru. Já o principal reservatório do município é a Lagoa de Extremoz, construído em uma área de 358,93 hectares (ha) e com capacidade para 11 019 525,00 m³. Há também a Lagoa de Guamoré.[12] [14] Por sua vez, a cobertura vegetal é formada pelos tabuleiros litorâneos, predominante em áreas modificadas pela ação humana, e os manguezais, típicos de solos inundados pelas marés, com alto grau de salinidade.[12] O município abriga, juntamente com Natal, a Área de Proteção Ambiental das Dunas de Genipabu, instituída pelo decreto estadual 12 620, de 17 de maio de 1995, com o objetivo de preservar a fauna e a flora locais.[15]
clima de Extremoz (do tipo Aw na classificação climática de Köppen-Geiger), com temperaturas médias superiores a 18 °C em todos os meses do ano e precipitação inferior a sessenta milímetros (mm) nos meses mais secos. A temperatura média anual gira em torno dos 26 °C, chegando aos 31 °C nos meses mais quentes. O índice pluviométrico é de superior a 1 300 mm/ano, concentrados entre os meses de março e julho,[16] a umidade relativa do ar média de 77% e o tempo de insolação em torno de 2 700 horas/ano.[10]
Segundo dados da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), de 2005 a 2008 e a partir de 2010, o maior acumulado de chuva em 24 horas registrado em Extremoz (EMATER), foi de 213 mm em 1º de julho de 2008.[17] Outros grandes acumulados foram 211 mm em 16 de junho de 2014,[18] 124,9 mm em 30 de abril de 2006,[19] 124 mm em 20 de maio de 2013[20] e 111,2 mm em 9 de setembro de 2014.[21]
A  oferta de chuvas em Extremoz é semelhante á oferta de chuvas em São Gonçalo do Amarante, Macaíba, Natal, Parnamirim: mais de 1.300mm ao ano, ou   seja: 1.300.000 m³ por km². A principal razão da existência de lagoas e charcos que acumulam água permanentemente (nunca secam) se deve a grande oferta e chuvas, e também por conta da baixa altitude; em algumas dessas lagoas  o leito (fundo da lagoa) estar  na cota menor que 10, ou seja, 10m acima do nível do mar; as lagoas e charcos são abastecimentos anualmente durante a estação chuvosa, que vai de janeiro a julho, e permanentemente alimentados, supridos pelos olhos d água (fontes) que existem no leito da lagoa, que pertencem ao grande aquífero que vai Touros a Canguaretama; as lagoas e os charcos estão normalmente em terreno argiloso rodeados por terreno arenoso das dunas  que absorve 80% da água das chuvas precipitadas; todas essas lagoas tem rios e riachos entrando e saindo do reservatório – recebem água dos rios (entram) durante as chuvas, e transbordam o excesso de água nos rios que saem da lagoa (sangradouros). Todas as condições geológicas, geográficas, atmosféricas, climáticas nesses 3.000 km² do RN  PROVAM categoricamente que a seca no RN é fruto do analfabetismo da comunidade científica ( Universidades, institutos), omissão, irresponsabilidade e incompetência dos governos, nos 417 anos do RN ( Natal – 1.599).
Estas INFORMAÇÕES CIENTÍICAS sobre a existência desse descomunal volume de água doce no RGN, enquanto 153 dos 167 municípios do RN estão, desde 2.012, em situação de emergência por escassez de água para o abastecimento urbano, são ESTRANHAS para 80% dos nordestinos, e são INDIFERENTES para 99% dos norte rio-grandenses.






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