quarta-feira, 23 de outubro de 2019

Cirurgia no bucho do NE para se extirpar o tumor maligno da seca.

Da postagem anterior onde nos propomos a multiplicar a água com   a água disponível, e assim subtrair da seca, utilizando obras inúteis da indústria da seca para esse feito; aqui a nossa intervenção usando uma das 16 modalidades de obras da indústria da seca - a barragem subterrânea, que foi construída aos milhões nessa área do NE, como obra hídrica, mas a exemplo das outras 15 modalidades de obras da indústria da seca, concorreu para se agravar o problema ao contribuir para a fuga da água, e redução na oferta de chuvas; pode-se dizer que nos últimos 30 anos o governo desperdiçou mais de 50 bilhões de reais em cerca de 20 milhões dessas 16 modalidades de obras inúteis; essas obras, por suas formas de agressões ao ambiente, estão enchendo e inchando o NE que pode explodir a qualquer momento; aliviar essa pressão social, ambiental, vasão da economia, improdutividade, evasão de nossas riquezas implica em se restaurar essas perdas tornando úteis essas obras, ou seja, fazer com que essas obras sejam realmente hídricas - multiplicação  da água com o volume de chuvas disponibilizado; no título dessa postagem: cirurgia no bucho do NE para extirpar esse TUMOR maligno representado por 20 milhões de obras; para empregar uma linguagem compreensível ao todos, os 800.000 km2 do NE onde estão essas obras seria o BUCHO recheado com esses excrementos que causam câncer, e não há como ser evacuado, já que esse bucho é também a fossa desses excrementos intelectuais. A ideia é utilizar o modelo de barragem subterrânea  como obra hídrica para captar e armazenar água das chuvas na camada de areia  de 200 rios secos do RN, uma média de 50x200= 10.000 km de leitos secos de rios no agreste e sertão RN; vamos reproduzir imagens do rio seco, das barragens subterrâneas, da montagem da IDEIA, e nos comentários vamos EXPLICAR cientificamente porque da grande quantidade de rios, porque da camada de areia no leito seco; características da areia quando á drenagem de água, redução de evaporação; o que não deu certo no objetivo da construção da barragem subterrânea; qual a disponibilidade de chuvas X volume de água; qual a mudança, em termos de qualidade de vida na IDEIA de se utilizar a barragem subterrânea em 10.000 km de rios secos distribuídos em 40.000km2 de agreste e sertão RN.
Barragem subterrânea Ver e ler dados da placa da propaganda do governo sobre a obra.

 Buraco escavado para a instalação de uma cisterna, no campo,uma das 16 modalidades de obras da indústria da seca.

 Hidrografia RN

 RSF.

Barragem subterrânea.

Canal que receberá uma camisa de PVC para transposição de água da fonte para á necessidade.

 barragem subterrânea inutilizada.

Leito de areia e cacimba em um dos 200 rios secos  do RN.

3 comentários:

  1. Como já vimos na postagem anterior a barragem subterrânea é uma vala com cerca de 1,2m de largura, no comprimento necessário para a largura da depressão do terreno (baixada), ou as margens do riacho, na profundidade que atinja a rocha matriz, ou argila, que no caso dessa área do NE podem estar a 4m de profundidade; forra-se a vala com lona, desde o fundo á boca da vala, de modo a permitir encher a camisa de lona com areia, barro, criando assim uma barragem subterrânea, ou seja, forçando a drenagem de água para formar um lençol subterrâneo de água; para isso é preciso chuvas com volume suficiente para a água correr no riacho, ou baixada do terreno; a COISA não funciona porque:1)dificilmente tem chuva que faça a correnteza da água; 2) o terreno das baixada é muito duro, e mesmo com água corrente não há drenagem de água, quando toda água corrente vai embora, e nenhuma água é forçada a drenar para baixo pela barragem impermeabilizada; 3) Mas, na areia de fácil drenagem do rio, toda camada de areia funciona como uma esponja, que tanto absorve a água da chuva, vinda da nuvem, como a água corrente na camada de areia; só há água corrente no leito de areia do rio quando a areia está saturada com água; 4) testes realizados provam que um m3 de areia do rio absorve e armazena 600 litros de água, ou seja, em 1.000 litros de areia, 600 litros de água. A barragem subterrânea da foto 1 (ver a placa) foi prevista como obra hídrica no terreno argiloso do agreste RN, e nunca foi realizada, enquanto que a empreiteira cobrou do governo como se fosse realizada- não há fiscalização por parte do governo e a empreiteira sabe que não funciona como obra hídrica; é a seca criminosa do Brasil bandido.

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  2. A barragem subterrânea da foto 5 foi escavada uma vala com 50cm de profundidade apenas para ENTERRAR o plástico, mais uma tecnologia criminosa da seca. A Vala 6 poderia ser um canal com camisa de plástico para transferência de água do excesso para a escassez; neste caso haveria muita perda de água por evaporação; pode-se fazer um cano de lona para transferência de água quando a água flui espontaneamente por gravidade, sem pressão de um motor, por exemplo. A barragem 7 foi inutilizada na construção; observa-se que no enchimento da vala a camisa de plástico deveria forrar as duas paredes da vala, que deveria ser preenchida; a lona é de baixa qualidade e se rasga facilmente com a introdução do barro no enchimento, mais uma técnica criminosa, bandida da engenharia de obras hídricas BR; mas essa lona de 100 micras = 10/1mm poderia se eficiente se o enchimento da vala fosse com areia do rio (e não com torrões de argila que rasgam a lona) A cacimba na camada de areia do leito do rio seco; quando acontece uma enchente no rio a água escorre (correnteza) quando a camada de areia está saturada de água; Exemplo: uma chuva de 50mm com 2 horas de duração, cada metro quadrado da superfície da areia recebe 50 litros de água que vai ser drenada imediatamente na camada de areia, até encontrar uma camada de pedra, lajedo impermeável, embaixo; à medida que vai chovendo essa água vai se acumulando, até que volume de chuvas é suficiente para saturar com água a camada de areia, e assim qualquer nova chuvinha faz a água escorrer; Não queremos repetir esta explicação científica para justificar a barragem subterrânea na camada de areia do rio.

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  3. Os rios secos e suas várzeas são a maior depressão, calha natural no sertão, de modo que 90% da água das chuvas precipitada chegam ao leito do rio, que com o sertão NU, sem vegetação + mais as caatingas sem solo, tem água escorrendo para o leito do rio com 10mm de chuvas durante uma hora; sabe-se que o leito do rio recebe Também água diretamente da nuvem de chuvas; é por isso que a maioria das obras hídricas são feitas no leito dos rios, riachos, e por isso as obras como barreiro trincheira, barraginha, barragem subterrânea, cisternas não funcionam nessa área NE.

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