segunda-feira, 28 de junho de 2021

Assim se faz a seca - tempo 69

 Ocasionalmente passando por essa área da zona rural de Santana do Matos-RN nos deparamos com essa duas placas, a placa propaganda do IDEMA à direita, e á esquerda a placa "alaxy" com inscrições em japonês (ou chinês); se tivesse apenas a placa do IDEMA, que prolifera por todo RN, sabíamos que significaria, com todas as letras: "Isto Depende do Envolvimento com o meio-ambiente", mas a placa em japonês nos dizia que alguma coisa certa  estava sendo desenvolvida "á 16km" deste local; esta esperança se baseia na expectativa de que o povo japonês é altamente tecnológico, mas a maior expectativa seria que essa instituição japonesa estivesse desenvolvendo algum projeto de produção de alimentos, que seria mais que tecnologia - seria um milagre, já que a comunidade científica BR não consegue fazê-lo; nossa decepção foi grande quando soubemos que a empresa teria explorado algum tipo de minério, mas que o projeto tinha falido; O município de Santana do Matos, que já foi maior do RN, e hoje tem 1.420km², teve dezenas de jazidas de xhelita, colombita, berilo, cristal de rocha, diamante, e tantos outros minérios que se esgotaram, ou a exploração está fora do alcance da tecnologia BR; Pedras é o que mais existe nessa área rodeada (e pontilhada) de serras e serrotes;  por  conta dessa aridez, e dimensões do território municipal, Santana do Matos-RN quase se tornou o depósito do lixo nuclear brasileiro, quando nos anos de 1.981 a  l.983 aconteceram reuniões, conferências, simpósios na SUDENE, em Recife-PE, para escolha da área mais inóspita, degradada, árida do semiárido, como depósito do lixo nuclear. Sabemos que a ideia do depósito de lixo nuclear para Santana do Matos falhou por que o programa  está prestes a "desaparecer", antes que comece, de fato.



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