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Quixabeira; Sideroxylon obtusifolium; até os galhos nascem como espinhos; folhas miúdas recheadas de seiva leitosa que serve como cola de papel, e também usada como visgo para pegar (prender, pregar) passarinhos e outros animais pequenos; sua flor tem perfume inebriante que alcança, disperso pelo vento, 1km de distância; da seiva da folha faz-se medicamentos adstringente e tonificante; a casca é antibiótico; os índios do NE colocavam a casca da quixabeira de molho nos tanques nos lajedos durante muitos dias e dentro desse caldo marrom, resultante, colocavam a cabeça de seus inimigos, ou de pessoas influentes da tribo para preservar, mumificar, OU curtiam o couro de animais, e com a pele preservada, curtida com esse antibiótico, fazia-se calçados, roupas, etc. Inicialmente o sertanejo (civilizado) se utilizou desse processo biológico para CURTIR o couro de animais. Há estudos mostrando que a quixabeira não é nativa do NEBR; suas frutas, a quixaba é preta quando madura; tem sabor adocicado e meio-pegajoso na língua e na garganta.
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