Comentários nossos: é preciso, à luz da razão e da ciência exata da Natureza tecermos comentários abalizados sobre a reportagem (de um canal de TV RN) a partir de informações do serviço de meteorologia do RN; assim, sairmos da dúvida, da suposição em relação ás leis da Natureza, e ingressarmos em dados matemáticos irrefutáveis no que diz respeito as precipitações de chuvas, em foco; a) chuvas em 39 dos 167 municípios do RN não caracteriza inverno, com maior acúmulo (de 3 dias do fim de semana): em Parnamirim = 96,8mm, zona da mata, junto ao litoral, enquanto no restante da Grande Natal, também zona da mata, choveu entre 30 a 70mm, muito irregular;
No sertão “choveu mais forte em Encanto = 12mm”;
b) a água de 12mm de chuvas no sertão desaparece, some, foge 48 horas depois da chuva e não traz qualquer contribuição para a vida (exceto o aumento da umidade do ar durante 48 horas); o chão não umedece suficiente para germinar sementes; não dar tempo, nem volume de as plantas armazenarem no corpo (coleta do chão) água dessa chuva.
c) Note bem a fotografia anexa da chuva na região metropolitana de Natal; poderia um ser racional imaginar, acreditar que a chuva precipitada (ver foto) poderia contribuir com a vida, e/ou como água para o abastecimento urbano? Com: 1) impermeabilização do terreno com asfalto, calçamentos, edificações que acumulam - 2) lixo físico e orgânico; 3) derivados de petróleo do asfalto e dos automóveis – graxa e óleo diesel, gasolina – e da queima – fuligem, fumaça; 4) com agentes químicos do progresso – ácidos, corrosivos, tóxicos que têm a molécula de água como substrato, gerando uma nova molécula com dezenas de elementos estranhos á água que vai contaminar o chão, os reservatórios (lagoas) de água, os lençóis subterrâneos ( poços tubulares) e o Mar (morte à vida animal e vegetal marinha), geração de algas em desequilíbrio no Mar, inviabilizando as praias para o banho, e lançando gases tóxicos na atmosfera de onde as fossas nasais dos animais aeróbios coletam o oxigênio da inspiração, e lançam o gás carbono que em contato com essas substâncias aéreas, estranhas, produzem ácidos nocivos, que voltam á fonte produtora pela dinâmica atmosférica.
A água das chuvas precipitadas na área urbana são mais problemas do que “solução”; Isto o serviço de meteorologia também não sabe.
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