Post de Enfim, Ciência
Sabemos que já existiram, pelo menos, 14 outras espécies humanas.
Nós, Homo sapiens, não fomos a única espécie a habitar a Terra.
Nossos parentes mais próximos, os Neandertais (Homo neanderthalensis), viveram na Europa e na Ásia Ocidental até cerca de 45 mil anos atrás.
Compartilhando 99,7% do nosso DNA, eles eram fisicamente diferentes: mais baixos, robustos e adaptados ao frio, com narinas largas e corpos fortes.
Curiosamente, possuíam cérebros maiores do que os primeiros humanos modernos, mas desapareceram de forma misteriosa. Sua extinção provavelmente foi causada por uma combinação de fatores, como competição com Homo sapiens, mudanças climáticas e grupos sociais menores e isolados.
Enquanto isso, os primeiros humanos desenvolveram abrigos mais elaborados, estratégias variadas de caça e laços sociais mais amplos, o que pode ter garantido uma vantagem na sobrevivência.
Apesar de terem desaparecido, os Neandertais permanecem em nós. Pesquisas genéticas mostram que até 4% do DNA humano atual vem deles, sinal de cruzamentos entre as espécies. Outros grupos antigos, como os Denisovanos, também sumiram à medida que os Homo sapiens se espalharam pelo planeta. Alguns estudiosos sugerem que mudanças ambientais, limitações de alimentação ou até conflitos violentos tenham contribuído para o fim dos Neandertais. Ainda assim, seu legado vive em nossos genes, e novas descobertas podem revelar mais segredos sobre esses antigos parentes e sua influência na evolução humana.
Severino Medeiros
O que temos de mais comum é o rabo embutido (cóccix) e, vem do pó e volta ao pó; a diferença: a espécies adâmica foi criada há 7.537 anos, na Mesopotâmia, Ásia, com essência sobre natural que pode, com exercícios intelectuais de qualidade, evoluir para Homo Sapiens Sapiens - sabe que sabe, cidadão do Universo, que não nasce e não morre mesmo que a Terra se exploda; transcrito em: desemebrasil.blogspot.com
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