segunda-feira, 10 de abril de 2017

Gamboa do Jaguaribe, Redinha, RN

EDUCAÇÃO AMBIENTAL PRESENTE – tempo 6.
Dia 090417 nós, dsoriedem.blogspot.com/desemebrasil.blogspot.com estivemos em uma área de mata atlântica e mangue, junto à praia da Redinha, Natal RN, com vestígio de vegetação de zona da mata, com fontes de água doce, terreno de massapê característicos e morros, para comprovar o  interesse da CAERN – companhia de água e esgotos do RN, de  construir ali lagoas de esgotos na Gamboa do Jaguaribe, um braço do rio Potengi, que nasce de fontes de água doce da zona da mata e das chuvas que ainda são maior que 800mm ao ano, e a maior parte desse curto rio, que provavelmente foi perene quando a oferta média de chuvas era de 2.000mm ao ano, estar dentro do mangue, permanentemente cheio com a água salgada e salobra do Mar/mangue, com vegetação típica de zona da mata e de mangues separadas por uma zona de transição, de tal modo que as plantas do mangue (água salgada) não nascem na zona da mata e as plantas da zona da mata(água doce) não nascem no mangue; considerando que o Reino Vegetal é o reino produtor de alimentos de outros seres vivos, e de si próprio, fica subtendido que a fauna do mangue não sobrevive na zona da mata e vice-versa.



EDUCAÇÃO AMBIENTAL PRESENTE – tempo 7. Na Gamboa do Jaguaribe, Natal RN.
A vegetação da Reserva Gamboa do Jaguaribe está sempre verde (mangue e zona da mata), fornecendo uma grande massa orgânica vegetal, alimento abundante para o reino animal, mas também criando na parte da zona da mata um SOLO rico em massa orgânica,  insetos e outros animais , microrganismos, nutrientes minerais e gases da atmosfera; nos mangues, todo tipo de vida animal e vegetal, típicos; na parte da zona da mata restam poucas espécies de roedores, lagartos, poucas espécies de pássaros e já não há aves como a seriema, jacu, zabelê, porém há aves típicas dos mares e mangues.


EDUCAÇÃO AMBIENTAL PRESENTE – tempo 8.
Na Gamboa do Jaguaribe, Redinha, Natal-RN os morros de massapê, típico da zona da mata, chegam a 30 a 40 m acima do nível do Mar, lembrando que os mangues, e o leito do rio Jaguaribe é 2 a 3 metros abaixo do nível da superfície da água do Mar, razão pela qual o rio e os mangues enchem, ou secam de acordo com as marés. É fundamental manter essa área de Natal com cobertura vegetal, não só para que as futuras gerações tenham uma “amostra” de flora (e pouca fauna) da zona da mata, mas também, com se sabe, sequestrar parte da poluição atmosférica de Natal, principalmente o derivado de carbono da queima de combustíveis fósseis.



EDUCAÇÃO AMBIENTAL PRESENTE – tempo 9.
Embora a reserva Gamboa do Jaguaribe esteja imprensada entre o mar (de mangues) e edificações do Bairro salinas (Redinha) há áreas sem povoamento, podendo-se dizer que a distância entre o centro da Reserva e as edificações é maior que um quilômetro, que permitia ter uma grande área de mangue e de floresta isenta da ação nefasta do Homem, com lixos, esgotos, desmatamento; Mas, com o intento do governo RN (CAERN) em fazer  nessa área lagoas para depositar esgotos, todas essas benesses naturais,  climáticas ambientais, citadas, serão corrompidas, alteradas com o material de fossas putrefatas (despejo pelas empresas que esgotam fossas)  e pelos esgotos canalizados. Embora a (chamada) comunidade acadêmica tente justificar que os esgotos humanos tem alimento para a vida no mangue, a presença  (nos esgotos) de  soda cáustica, ácido muriático, detergente, água sanitária, cloro, desinfetante, sabões tem inibido o desenvolvimento de vida vegetal, compromete  espécies do reino animal do mangue, reduzindo a reprodução, e contaminando a água e os alimentos.
EDUCAÇÃO  AMBIENTAL PRESENTE – tempo 10.
Ao contrário do que a comunidade acadêmica, o governo e o poder econômico alegam AS DROGAS DA LIMPEZA – soda cáusticos,  ácido muriático, detergente, desinfetante, sabões, cloro NÃO SÃO BIODEGRADÁVEIS – não há como integrar, á VIDA, esses elementos altamente concentrados, ESTRANHOS NA ÁGUA, NO SOLO, NO AR e não faz parte do corpo animal, ou vegetal; A Natureza é muito dinâmica, e como esses elementos não fazem parte do AMBIENTE, as intempéries – chuvas, ventos, luz solar incidente e refletida vão REAGIR, transformando esses elementos em gases ácidos e tóxicos, que por sua vez vai alterar (porcentagem) ou eliminar os gases da atmosfera, provocar a chuva ácida (pH baixo), matar a vida no SOLO, alterar a respiração, transpiração e metabolismo da vida animal e vegetal, favorecendo a proliferação de microrganismos, doenças e mortes para o Homem. Um pandemônio ambiental.


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