quinta-feira, 8 de junho de 2023

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Damiao Medeiros
Entenda-se: Pela água doce potável, que no Século XIX era 2,7% da água da Terra. possivelmente 1% no ano 2.100 EC.
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Damiao Medeiros
Dos cerca de 300 rios que aparecem no Mapa do RN, do Século XIX, metade era temporário (água corrente durante o período chuvoso), 10% eram perenes ( na zona da mata RN) e o restante dos rios passava até 3 anos sem água corrente; em 2.023 o RN tem 5 rios perenizados, mas, com esgotos (dentro da Grande Natal) e os 295 rios, restantes passam até 2.000 dias sem água corrente no leito, rios MORTOS, já que a vida estabelecida nas bacias hidrográficas desses rios precisa de água a todo instante; Natal - RN é a única região metropolitana do NE que Não tem açudes, nem barragens no abastecimento urbano; o açude Armando Ribeiro Gonçalves, no rio Açu, fica a mais de 200km de distância de Natal, e desde de 2.011 que não enche; entra ano, e sai ano e o acúmulo de água no açude não chega a 50% da capacidade de armazenamento; o rio Potengi, que tem sua foz em Natal é rio morto, seco e com esgotos (em 50% do corpo do rio) e tem mais de 200 "reservatórios" em sua bacia hidrográfica, que não enchem desde 2.011; tanto a grande Natal quanto o agreste RN são abastecidos por poços tubulares e Lagoas costeiras, água acumulada na grande massa de terra arenosa das dunas e tabuleiros de areia. De onde se tira e não se repõe, acaba - as lagoas e os lençóis subterrâneos em 4.000km2 dessa área estão sujeitos á contaminação do envolvimento insustentável da maior densidade demográfica do RN.

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